Bahia goleia Grêmio por 4 a 0 e se recupera em grande estilo no Brasileirão

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Em uma atuação de gala na Arena Fonte Nova, o Bahia atropelou o Grêmio com uma goleada de 4 a 0 neste domingo, em partida válida pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com gols de Iago, Willian José, David e Rodrigo Nestor, a equipe comandada por Rogério Ceni não só lavou a alma após a derrota no clássico Ba-Vi, mas também consolidou sua posição na parte de cima da tabela.

O expressivo resultado impulsionou o Bahia para a sexta colocação, agora com 46 pontos, demonstrando força e ambição na reta final da competição. Para o Grêmio, o revés significou a manutenção na 12ª posição, com 36 pontos, e um alerta para a necessidade de reabilitação.

Início fulminante e domínio absoluto

O Tricolor baiano não deu tempo para o Grêmio respirar. Com apenas quatro minutos de jogo, o placar já era inaugurado: Iago recebeu um passe preciso de Ademir dentro da grande área e finalizou com maestria para balançar as redes.

Ainda no embalo do primeiro gol, o Bahia ampliou a vantagem seis minutos depois. Willian José demonstrou categoria ao acertar um belíssimo chute no ângulo do goleiro Gabriel, levando a torcida à euforia e consolidando o domínio do time da casa.

Na volta para o segundo tempo, o ímpeto do Bahia não diminuiu. Aos 12 minutos, a parceria que deu certo mais cedo se repetiu: Willian José cruzou e David, de cabeça, desviou para vencer o goleiro gremista, marcando o terceiro gol.

Para fechar a goleada com chave de ouro, Rodrigo Nestor aproveitou uma sobra na área aos 48 minutos e não perdoou, selando o 4 a 0 que garantiu uma vitória incontestável e a recuperação moral do Bahia na Série A.

Próximos desafios

Ambas as equipes já têm compromissos agendados na sequência do Campeonato Brasileiro:

Bahia: Receberá o Internacional na próxima quarta-feira, 22 de outubro, às 19h (de Brasília), novamente na Arena Fonte Nova.

Grêmio: Enfrentará o Juventude no próximo domingo, 26 de outubro, às 16h (de Brasília), na Arena do Grêmio.

Fonte: Esportes

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Agricultura

Plano Clima redefine crédito e regras ambientais e pressiona o agronegócio

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Lançado pelo governo federal nesta segunda-feira (16.03), o Plano Clima inaugura uma nova etapa da política ambiental brasileira com impactos diretos sobre o agronegócio. Embora não traga obrigações imediatas dentro da porteira, a estratégia reorganiza crédito, sinaliza novas exigências de mercado e amplia a pressão por eficiência produtiva no campo.

Com meta de reduzir entre 59% e 67% das emissões de gases de efeito estufa até 2035, o plano funciona como um eixo orientador de políticas públicas e investimentos. Na prática, isso significa que instrumentos já existentes — sobretudo financiamento — passam a ser direcionados com maior peso para atividades de menor impacto ambiental.

O principal efeito para o produtor tende a vir do financiamento. Recursos do Fundo Clima, operados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, devem ganhar escala e priorizar práticas consideradas sustentáveis.

Na prática, tecnologias como recuperação de pastagens, integração entre atividades e manejo mais eficiente do solo devem ter acesso facilitado a crédito. Ao mesmo tempo, produtores que não comprovarem boas práticas ambientais podem enfrentar maior dificuldade para captar recursos, à medida que bancos e programas oficiais passem a incorporar critérios climáticos nas concessões.

Além do crédito, o Plano Clima reforça uma tendência já em curso: o aumento das exigências por parte de compradores, especialmente no exterior. A rastreabilidade da produção, o controle de origem e a comprovação de regularidade ambiental tendem a se consolidar como pré-requisitos para acesso a mercados.

Esse movimento ocorre em paralelo à pressão internacional por cadeias produtivas livres de desmatamento e com menor intensidade de carbono — fator que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras.

Dentro da propriedade, o impacto deve aparecer na forma de maior cobrança por eficiência produtiva. A lógica é reduzir emissões sem comprometer a produção, o que exige melhor uso de insumos, intensificação de sistemas e redução de perdas.

Embora essas mudanças demandem investimento, a tendência é que estejam associadas a ganhos de produtividade no médio prazo, o que ajuda a diluir custos.

O plano também reforça a agenda de adaptação, em resposta ao aumento da frequência de eventos extremos. Secas, enchentes e irregularidade de chuvas têm ampliado o risco da atividade rural, pressionando por sistemas mais resilientes.

Nesse contexto, ganham relevância instrumentos como seguro rural e tecnologias voltadas à mitigação de perdas, que devem ser incorporados com maior intensidade à gestão das propriedades.

Sem impor mudanças imediatas, o Plano Clima atua como um sinal claro de direção. Ele indica que o acesso a crédito, a inserção em mercados e a própria viabilidade econômica da produção tendem a ficar cada vez mais condicionados a critérios ambientais.

Para o produtor, a transição já começou — ainda que de forma gradual. A adaptação às novas exigências deve definir não apenas o custo de produção, mas também a capacidade de competir em um mercado cada vez mais sensível à agenda climática.

Fonte: Pensar Agro

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