DE VÁRZEA GRANDE
Identificado suspeito de MT que morreu em operação no RJ
Suspeito era investigado por estelionato e estava usando documentos falsos.
Polícia

As diligências da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) apuraram que o nome verdadeiro do suspeito é Alexsander Monteiro de Almeida, de 22 anos, natural da cidade de Várzea Grande (MT). Alexsander Monteiro de Almeida era investigado em procedimentos instaurados para apurar a prática de crime de estelionato.
O jovem estava no Rio de Janeiro e fazia uso de documento falso em nome de Rafael de Moraes Silva, sendo um dos mortos na megaoperação, deflagrada pelas forças de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, nos complexos da Penha e do Alemão.
Integração
O trabalho de identificação do suspeito faz parte da parceria firmada entre a Polícia Civil de Mato Grosso e do Rio de Janeiro, bem como reafirma o compromisso das instituições no enfrentamento às facções criminosas e a recaptura de membros e de lideranças dos grupos atuantes em Mato Grosso, ainda que foragidos em outras unidades federativas do Brasil.

Polícia
Polícia Civil cumpre mandado em laboratório investigado por falsidade ideológica e documental

A Polícia Civil cumpriu nesta quarta-feira (11.3) mandado de busca e apreensão em um laboratório de Tangará da Serra investigado por fraudar exames laboratoriais de pacientes e receber pagamentos da Prefeitura Municipal por serviços que não teriam sido realizados.
A ordem judicial foi cumprida na sede do laboratório e teve como objetivo a apreensão de documentos, aparelhos celulares e computadores, que serão submetidos à perícia técnica, visando subsidiar o prosseguimento das investigações, que apuram a prática dos crimes de falsidade ideológica e falsidade documental.
As investigações tiveram início no dia 3 de março, após o recebimento de denúncias anônimas indicando que o referido laboratório estaria fraudando exames laboratoriais e apresentando exames supostamente fictícios à Prefeitura de Tangará da Serra, com a finalidade de obter indevidamente pagamentos por serviços não efetivamente realizados, considerando que o estabelecimento mantinha convênio com o Município.
Segundo o delegado Ivan Albuquerque, o laboratório funcionou regularmente até o dia 2 de março e encerrou as atividades de forma repentina, circunstância que chamou a atenção da equipe de investigação.
O caso segue sendo investigado, com a análise do material apreendido e diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Entretenimento6 dias atrásMalvino Salvador passa por transformação para viver ‘Jesus’ em Paixão de Cristo 2026
Entretenimento6 dias atrásRayane Figliuzzi exibe shape após drenagem e se declara para Belo
Mato Grosso6 dias atrásPolícia Civil rastreia dinheiro da morte de advogado e comprova pagamento de R$ 215 mil pelo crime
Mato Grosso3 dias atrásOperações Lei Seca resultam na prisão de 19 condutores por embriaguez em Cuiabá e mais duas cidades do interior
Mato Grosso3 dias atrásPolícia Civil prende casal por tráfico de drogas durante investigação de duplo homicídio em General Carneiro
Mato Grosso7 dias atrásPolícia Militar prende dois homens em flagrante suspeitos por furto em Barra do Garças
Mato Grosso7 dias atrásInvestigados pela Polícia Civil recebem condenação superior a 90 anos de reclusão
Mato Grosso7 dias atrásPorto dos Gaúchos recebe mais R$ 75 milhões em investimentos: “momento ímpar”, afirma prefeito













