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Polícia Civil prende em Rondônia condenado por estuprar enteada em Mato Grosso

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A Polícia Civil de Mato Grosso, com apoio da Polícia Civil de Rondônia localizou, nesta terça-feira (18.11), em Espigão D’Oeste (RO), um homem, de 59 anos, condenado a 14 anos de prisão pelo crime de estupro de vulnerável contra a enteada, em Campos de Júlio.

Em março de 2021, um primo da vítima procurou a Polícia Civil para denunciar que a adolescente, à época com 12 anos, estava sofrendo abusos sexuais do padrasto, que ameaçava matá-la, e também a toda a família, caso ela contasse a alguém.

Assim que acionada, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Campos de Júlio, deu início às investigações sobre o caso. O padrasto foi indiciado, denunciado, julgado e condenado. No dia 15 de outubro deste ano, o mandado de prisão definitiva foi determinado pela Segunda Vara Criminal de Cível de Comodoro.

Diante disso, a Delegacia de Campos de Júlio iniciou as buscas pelo condenado. Após troca de informações entre as Polícias Civis de Mato Grosso e Rondônia, foi identificado que o suspeito estava trabalhando em uma obra em um sítio localizado na zona rural de Espigão do D’Oeste (RO).

Nesta terça-feira (18), por volta das 13 horas, a Polícia Civil de Rondônia foi até o sítio e cumpriu o mandado de prisão contra o condenado, que foi encaminhado para a delegacia, onde foram realizadas as providências cabíveis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre mandado em laboratório investigado por falsidade ideológica e documental

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A Polícia Civil cumpriu nesta quarta-feira (11.3) mandado de busca e apreensão em um laboratório de Tangará da Serra investigado por fraudar exames laboratoriais de pacientes e receber pagamentos da Prefeitura Municipal por serviços que não teriam sido realizados.

A ordem judicial foi cumprida na sede do laboratório e teve como objetivo a apreensão de documentos, aparelhos celulares e computadores, que serão submetidos à perícia técnica, visando subsidiar o prosseguimento das investigações, que apuram a prática dos crimes de falsidade ideológica e falsidade documental.

As investigações tiveram início no dia 3 de março, após o recebimento de denúncias anônimas indicando que o referido laboratório estaria fraudando exames laboratoriais e apresentando exames supostamente fictícios à Prefeitura de Tangará da Serra, com a finalidade de obter indevidamente pagamentos por serviços não efetivamente realizados, considerando que o estabelecimento mantinha convênio com o Município.

Segundo o delegado Ivan Albuquerque, o laboratório funcionou regularmente até o dia 2 de março e encerrou as atividades de forma repentina, circunstância que chamou a atenção da equipe de investigação.

O caso segue sendo investigado, com a análise do material apreendido e diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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