Search
Close this search box.

Cultura

Viva Maria destaca filme que conta a trajetória de Dona Onete

Publicado em

Cultura

Na tarde de quinta-feira (20), um incêndio atingiu o pavilhão da Blue Zone, o espaço oficial de negociações da COP30, em Belém, com a evacuação imediata e interrompendo as atividades no local.

Depois de uma avaliação, a organização da Conferência confirmou que o local foi inspecionado pelo corpo de bombeiros e devolvido as atividades

No retorno às transmissões direto da Blue Zone, o Viva Maria desta sexta-feira, 21, destaca a força simbólica da grande sumaúma que permanece firme na entrada principal da conferência, um lembrete de Mara Régia que a Amazônia resiste, mesmo quando ferida. É nesse espírito que o programa segue em frente, celebrando a resistência de tantas mulheres que inspiram a região.

Entre elas está Dona Onete, que aos 86 anos continua conduzindo sua arte com a mesma vitalidade que marca sua trajetória. Nesta semana, o Viva Maria acompanhou a avant-première do filme “Dona Onete – Meu Coração Neste Pedacinho Aqui”, que chega em breve aos cinemas.

Dirigido por Mini Kerti, o longa revisita as raízes da artista de Igarapé-Miri, no Pará, que é ícone da música amazônica. Dona Onete é conhecida por sucessos como Jamburana e Banzeiro.

A cineasta contou que descobriu a artista por meio de suas canções. “A voz dela é muito forte, potente, grave, rouca, original. Quando eu fui descobrindo sobre a vida dela, que ela tinha sido professora, que ela se formou, que ela foi secretária de Cultura de Garapé Miri, que ela fazia o boi, que ela fazia o carnaval. Que ela foi ativista e ativa a vida toda, só que numa cidade pequena no interior do Pará”, disse Kerti.

Confira no player.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo
Propaganda

Cultura

Sétima Feira do Cordel Brasileiro começa neste sábado em Fortaleza

Publicados

em

Por

Em Fortaleza, começa neste sábado (20) a sétima Feira do Cordel Brasileiro, evento que reúne poetas, cordelistas, músicos e pesquisadores ligados à literatura de cordel. A programação é gratuita, segue até o dia 28 de junho e traz shows, exposições e oficinas gratuitas na Caixa Cultural.

Com origens na tradição oral e ligada a expressões como o repente, a cantoria e a embolada, a literatura de cordel é patrimônio cultural imaterial brasileiro. Tradição bastante enraizada em estados do Nordeste como Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Bahia, o cordel é negócio de família para Klévisson Viana, poeta cordelista bisneto, neto e filho de poetas ligados à contação de histórias. Ele organiza a Feira do Cordel Brasileiro há dez anos em Fortaleza, no Ceará. O evento busca conectar novas gerações a essa tradição.

“A nossa feira está sempre um passo à frente, é sempre um pé na tradição e um pé na modernidade. Por isso, o palco muitas vezes é dividido entre um artista adolescente com um decano, procurando mostrar isso para que a criança e o adolescente vejam que cultura popular é uma coisa muito legal e que, para você produzir cultura popular, não tem nada a ver com coisa de velhinho, é para pessoas de qualquer idade”, explica Klévisson.

Entre as atrações está o espetáculo “Eu parece que tô vendo”, do artista paraibano Jessier Quirino, neste fim de semana, e, no dia 25, ocorre a abertura oficial do evento, com recitais, shows e cantorias de nomes como Ivanildo Vilanova, Jonas Bezerra, Mestre Geraldo Amâncio e Chico Pedrosa.

Klévisson Viana destaca o potencial do cordel em instigar a imaginação em uma época em que a inteligência artificial ameaça a criatividade humana:

“Um texto feito pela IA, por mais primorosa que a IA chegue no patamar e que consiga realmente fazer algo bom, ela não vai ter esse tempero, essas minudências, esse sotaque, essa maneira de se expressar que a sua alma tem e que cada alma tem sua maneira peculiar de expressar um sentimento. E a IA é uma coisa pasteurizada, é uma coisa generalizada, é uma coisa de tudo e não é nada.”

A feira traz oficinas de desenho, xilogravura e cordel, além do forró de Cacimba de Aluá e o Teatro de Bonecos da Cia Calunga de Teatro.

O evento, que acontece nas unidades da Caixa Cultural, já passou por Salvador este ano e, depois de Fortaleza, deve chegar às cidades de Brasília e São Paulo. A programação é gratuita e as informações estão no site da Caixa Cultural.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA