Mato Grosso
Faccionado envolvido em tortura e homicídio em Guiratinga é preso pela Polícia Civil em Colniza
Mato Grosso

Um integrante de facção criminosa, envolvido em crimes de tráfico de drogas, tortura, homicídio e ocultação de cadáver, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na quinta-feira (20.11), em ação realizada pelos policiais da Delegacia de Colniza.
O criminoso, de 22 anos, estava com mandado de prisão preventiva decretado pela Vara Única da Guiratinga e teve a ordem judicial cumprida após ser localizado na cidade de Colniza. Além da prisão do foragido a ação resultou na apreensão de drogas e apetrechos relacionados ao tráfico.
A prisão ocorreu após os policiais da Delegacia de Colniza receberem uma denúncia anônima informando que um homem procurado pela Justiça estaria escondido no bairro Castelo dos Sonhos e possivelmente envolvido com o tráfico de drogas.
Durante as diligências, os policiais localizaram o suspeito na frente da residência onde ele estava morando. Sem documentos pessoais, ele autorizou a entrada da equipe na casa para que sua identificação fosse encontrada.
Durante a busca, a equipe policial localizou uma máquina de cartões, uma balança de precisão em funcionamento e uma mochila contendo porções de entorpecentes, entre cocaína e maconha.
Após confirmar sua identidade e o mandado de prisão em aberto, o suspeito foi detido e encaminhado à delegacia, onde além de ter o mandado de prisão cumprido também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.
A Polícia Civil reforça a importância das denúncias anônimas e segue trabalhando firme no combate ao tráfico de drogas e na prisão de foragidos da Justiça.
Fonte: Governo MT – MT

Mato Grosso
Polícia Civil desarticula esquema que desviou mais de 700 toneladas de soja em Campo Novo do Parecis

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (17.3), a Operação Joio para o cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido no furto qualificado de mais de R$ 1,1 milhão em cargas de soja em uma fazenda localizada no município de Campo Novo do Parecis.
As ordens judiciais, sendo 11 mandados de prisão preventiva, 11 de buscas e apreensão, além de 12 sequestro de veículos, 11 bloqueios de contas bancárias e quebra de sigilos telemáticos, são cumpridas nas cidades de Barra do Bugres, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Tangará da Serra, Guarantã do Norte e Diamantino.
As investigações, conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco), apontam que o grupo criminoso está envolvidos, em pelo menos 14 carregamentos irregulares de grãos, que resultaram no desvio de cerca de 701 toneladas de soja.
Os desvios ocorreram entre os dias 02 e 09 de maio de 2025, em uma fazenda em Campo Novo do Parecis, causando prejuízo estimado em R$ 1,1 milhão à empresa vítima.
Esquema de desvio
Para desviar as cargas, o grupo atuava de forma estruturada, contando com a participação de funcionários ligados ao processo de carregamento de grãos, classificadores (balanceiros) e motoristas.
Segundo a investigação, caminhões ingressavam na propriedade rural com ordens de carregamento falsificadas, sem a devida conferência documental e sem a realização da classificação obrigatória da carga. Após o carregamento irregular, os veículos deixavam o local transportando a soja desviada para destino desconhecido.
O esquema criminoso envolvia o pagamento de vantagens indevidas a integrantes responsáveis pelo controle de acesso e classificação dos grãos, que permitiam a saída dos caminhões sem os procedimentos exigidos.
Os valores eram repassados por meio de transferências bancárias, muitas vezes utilizando contas de terceiros, com o objetivo de ocultar a origem ilícita do dinheiro e dificultar o rastreamento das transações.
Diante dos elementos reunidos no inquérito policial, o delegado responsável pelas investigações, Mário Santiago, representou pelas ordens judiciais contra os investigados, com o objetivo de aprofundar as investigações, interromper a atuação do grupo e garantir eventual ressarcimento dos prejuízos causados.
Nome da operação:
Joio faz referência à necessidade de separar o que é legítimo do que é fraudulento dentro da cadeia produtiva, simbolizando o trabalho investigativo de identificar e retirar do sistema os envolvidos no esquema criminoso.
A ação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Redecarga
A operação da Polícia Civil do Estado de Mato Grosso participa da ‘1ª Operação Redecarga, iniciativa de alcance nacional voltada ao combate de organizações criminosas envolvidas em roubo, furto e receptação de cargas. A ação é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Redecarga – Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento ao Roubo e Furto de Cargas.
Fonte: Governo MT – MT
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