Cultura
Festival Psica celebra o Retorno da Dourada em Belém, capital do Pará
Cultura
Recentemente, o Festival Psica recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial de Belém pela Câmara dos Vereadores da capital paraense. Jeff Dias, diretor do Festival Psica, explica o tema do festival deste ano, chamado de Retorno da Dourada.

“A gente falou no ano passado da descida da dourada. É, a dourada é esse peixe que a gente tá acostumado a comer no Ver-o-Peso, com açaí e tal. É um peixe muito afetivo que faz parte do nosso dia-a-dia, do nosso cotidiano. Esse peixe carrega uma história muito legal. Uma história de conexão amazônica, né? Esse peixe nasce lá no pé dos Andes, no Peru, onde nasce o Rio Amazonas e vem percorrendo toda essa região do Peru, passando pelo Equador, passando pela Colômbia, até chegar no Pará.”
A dourada de água doce faz um trajeto pelas águas brasileiras e volta ao Peru, o que ressalta a conexão da Pan Amazônia e todos os territórios que a compõem. Esta é a mensagem que o tema do evento transmite.
O festival tem simbolismos que remetem à tradição cultural amazônica e é conhecido por prestigiar artistas regionais periféricos além da pluralidade e inovação. Gerson Júnior, organizador da iniciativa, reafirma que o evento valoriza os artistas locais:
“Tem artista grande que vai tocar cedo porque a gente valoriza os nossos artistas e os nossos artistas estão nas posições de destaque também. Essa é uma estratégia para fazer a galera chegar cedo e prestigiar os nossos artistas.”
Agora, como patrimônio cultural, o Psica tem uma missão de ser não apenas um festival, mas um movimento que celebra a diversidade, fortalece a cena independente e projeta Belém como referência cultural no Brasil e no mundo.
Cultura
Bahia lança painel para gastos com festas juninas
A partir desta segunda-feira, os gestores dos municípios baianos já podem informar os gastos públicos para a realização das festas juninas deste ano no portal da transparência criado pelo Ministério Público da Bahia.

O Painel de Transparência dos Festejos Juninos nos Municípios do Estado da Bahia é uma ferramenta de incentivo à transparência pública, ao exercício da cidadania e de apoio à gestão eficiente dos recursos públicos no incentivo à cultura e ao turismo baianos.
A ferramenta vai receber os dados fornecidos voluntariamente pelos entes públicos sobre contratações artísticas realizadas entre 1º de maio e 31 de julho, período que abrange as principais festas juninas, como Santo Antônio, São João e São Pedro, além de outros eventos tradicionais do estado como festas de padroeiras, aniversário da cidade e cavalgadas.
O Painel tem dados abertos e pode ser acessado pela população; possibilita realizar entre outras consultas, o cachê pago a cada artista ou apresentação artística, o gasto por festa individualmente e a origem do recurso. O endereço é
Gildásio Penedo Filho, Presidente do Tribunal de Contas do Estado da Bahia, destaca a importância do Painel como mais uma fonte de transparência de aplicação dos recursos públicos.
Entre as atualizações do Painel, criado em 2023, está a possibilidade de cadastro inicial simplificado pelos municípios, de instauração de procedimento administrativo ao final da segunda etapa de coleta de dados, com previsão de penalidades, em caso de não justificar a ausência de informações complementares.
O Painel também criou dois bancos de dados: da Inadimplência, onde constarão os municípios que ao final de todo o processo estiverem nessa situação, e dos Amigos da Transparência, para os gestores que enviarem todas as informações solicitadas.
Uma nota técnica assinada pelo MP baiano, pelo Tribunal de Contas estadual e o Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia estabelece os parâmetros para comparação entre contratações realizadas em condições semelhantes de mercado, considerando a sazonalidade típica do período junino e orientou a realização de pesquisa de preços tendo como referência a média dos cachês pagos ao artista no período de 1º de maio a 31 de julho de 2025, no mesmo estado, com atualização monetária pelo IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo.
Em 2025, os 417 as cidades baianas contrataram mais de oito mil e seiscentas apresentações artísticas durante os meses de maio, junho e julho, onde foram investidos cerca de 701 milhões de reais em recursos públicos para realização dos festejos juninos.
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