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PF realiza reunião com a Prefeitura de Parnaíba visando à formalização de Acordo de Cooperação Técnica

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Parnaíba/PI. A Polícia Federal realizou reunião, nesta quinta-feira (18/12), com a Prefeitura Municipal de Parnaíba com a finalidade de tratar da formalização de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) voltado ao fortalecimento da segurança pública na região, por meio do apoio institucional à futura instalação da nova sede do Grupo Especial de Polícia Marítima (GEPOM) da PF.

A iniciativa busca ampliar a integração entre as instituições, promovendo melhores condições de infraestrutura para o desenvolvimento das atividades policiais especializadas, especialmente aquelas relacionadas à atuação em áreas marítimas, portuárias e costeiras, com impactos diretos no enfrentamento à criminalidade.

No mesmo contexto de fortalecimento da presença institucional da Polícia Federal no interior do estado, encontra-se em fase de formalização um Acordo de Cooperação Técnica com a Prefeitura de Bom Jesus/PI, com vistas à inauguração de uma base da PF naquele município, ampliando a atuação da instituição na região sul do Piauí.

Como resultado de parcerias interinstitucionais já consolidadas, a Polícia Federal inaugurou, no dia 12 de dezembro, a nova unidade da instituição no município de Picos/PI, em ação realizada em parceria com o Governo do Estado do Piauí, por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP/PI), e com a Prefeitura de Picos.

As iniciativas reforçam o compromisso da Polícia Federal com a cooperação entre os entes públicos e com o fortalecimento da segurança pública, por meio da ampliação e melhoria de sua infraestrutura operacional em regiões estratégicas do estado.

Comunicação Social da Polícia Federal no Piauí
(86) 3089-9960
[email protected]
@pf.piaui

Fonte: Polícia Federal

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PF intensifica ações da Missão Redentor II e prende 14 pessoas em três dias no RJ

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Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, entre esta quarta-feira (11/3) e segunda-feira (9/3), três fases da Operação Anomalia, com o objetivo de desarticular núcleos de uma organização criminosa formada por agentes públicos e operadores financeiros que atuavam para favorecer facções do tráfico de drogas e milícias no estado do Rio de Janeiro. A ação se insere no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II.

Ao longo dos três dias, foram cumpridos 14 mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro e em municípios da Região Metropolitana. Entre os presos estão dois delegados – um da Polícia Federal e outro da Polícia Civil do Rio de Janeiro -, dois policiais civis e sete policiais militares. Um dos investigados encontra-se foragido no exterior, com medidas em andamento para inclusão na Difusão Vermelha da Interpol.

Durante as diligências, foram apreendidas armas e acessórios, munições, cerca de R$ 50 mil em espécie, celulares e outros dispositivos eletrônicos, um veículo e documentos diversos. As decisões judiciais também determinaram bloqueio de bens, suspensão de atividades empresariais e o afastamento imediato dos servidores públicos investigados de suas funções.

Operação Anomalia

Cada etapa da Operação Anomalia foi direcionada à desarticulação de diferentes núcleos da organização criminosa identificada pelas investigações:

Primeira fase (9/3) – As ações tiveram como alvo um grupo responsável por negociar vantagens indevidas em troca de informações e influência para beneficiar um traficante internacional de drogas. Na ocasião, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão no Rio de Janeiro.

Segunda fase (10/3) – A investigação avançou sobre um núcleo composto por policiais civis e operadores financeiros, que utilizavam a estrutura estatal para extorquir integrantes de facções criminosas, além de praticar corrupção e lavagem de capitais. Foram cumpridos quatro mandados de prisão e três de busca e apreensão, em adição ao bloqueio de valores em contas bancárias e criptoativos vinculados aos investigados.

Terceira fase (11/3) – A última etapa teve como alvo policiais militares cooptados pelo crime organizado para facilitar a logística de traficantes e milicianos, blindar criminosos e ocultar recursos ilícitos, utilizando as prerrogativas da função para tal. Com apoio da Corregedoria da PMERJ, foram cumpridos sete mandados de prisão e sete de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu e Nilópolis.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de capitais, entre outros delitos. Todo o material apreendido será submetido à análise pericial, com o objetivo de aprofundar as apurações e identificar outros envolvidos no esquema.

Combate ao crime organizado

As apurações são conduzidas no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela Polícia Federal e voltada ao enfrentamento de grupos criminosos violentos no estado do Rio de Janeiro, com foco na desarticulação de suas conexões com agentes públicos, operadores financeiros e estruturas políticas.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da PF
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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