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Polícia Civil prende em flagrante homem que estuprou e tentou matar ex-companheira em Jangada

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Um homem suspeito de estuprar e tentar matar a ex-companheira no município de Jangada foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta terça-feira (30.12), após ter fugido para Cuiabá.

A prisão do suspeito, de 29 anos, ocorreu durante diligências realizadas pelos policiais a Delegacia de Rosário Oeste com apoio da equipe da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).

O crime teve início na noite de sábado (27), quando o suspeito invadiu a residência da vítima e a torturou por horas, em razão de não aceitar o fim do relacionamento. O suspeito agrediu fisicamente a vítima com socos e chutes, além de tentar matá-la com uma faca.

Além das agressões físicas, o suspeito violentou a vítima sexualmente consumando a conjunção carnal, sem o consentimento. Em um momento em que o suspeito estava distraído, a vítima conseguiu pedir ajuda aos parentes, que foram até residência.

Ao perceber a presença dos familiares no local, o suspeito novamente passou a ameaçar a vítima e a fez refém, colocando a faca na sua barriga. A vítima conseguiu convencer o ex-companheiro a deixá-la sair, ocasião em que ele também fugiu do local.

Mesmo após os fatos, não satisfeito, o suspeito novamente com a vítima, demonstrando que não havia se arrependido dos fatos e que continuaria a perseguir a ex-companheira.

Assim que tomou conhecimento dos fatos, a equipe da Delegacia de Rosário Oeste iniciaram as buscas pelo suspeito, que foi perseguido até Cuiabá, onde foi realizada a sua prisão em flagrante com apoio da equipe da Core.

O suspeito foi conduzido para a unidade da Core em Cuiabá, onde após ser interrogado pelo delegado de Rosário Oeste, Mauro Cristiano Perassolli Filho, foi autuado em flagrante pelos crimes de estupro e tentativa de homicídio.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre 21 ordens judiciais contra núcleo de facção liderado por mulher em Cáceres

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (7.4), a Operação Coroa Quebrada, para cumprir 21 ordens judiciais contra uma facção criminosa envolvida em diversos crimes, como tráfico ilícito de drogas, associação para o tráfico, homicídios qualificados, além da disputa territorial com uma facção rival, no município de Cáceres e região.

São cumpridos, na operação, quatro mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, após manifestação favorável do Ministério Público de Cáceres.

As ordens judiciais são cumpridas nas cidades de Cáceres, Cuiabá, Rondonópolis e Nova Mutum. Entre os alvos, está uma mulher apontada como liderança da facção na região e que atualmente se encontra reclusa na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá.

A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Cáceres, com apoio da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) de Cuiabá, identificou que o grupo criminoso possui estrutura hierarquizada, divisão clara de tarefas e envolvimento de, pelo menos, 28 pessoas.

A operação conta com o apoio de equipes da Delegacia Regional de Cáceres, Denarc de Cuiabá, Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis e Delegacia de Polícia de Nova Mutum.

Atuação da facção

Com funções específicas entre seus integrantes, o grupo criminoso era voltado à prática de tráfico ilícito de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e homicídios qualificados, ocorridos em meio à disputa territorial com outra facção criminosa rival.

Por meio das investigações, foi possível elucidar o modo de atuação do grupo investigado, com liderança exercida por uma mulher, que orquestrava mortes, determinava punições e distribuía armas. Mesmo detida, em razão de prisão anterior pela prática de homicídio qualificado, a faccionada continuava a decretar execuções contra membros da facção rival e a gerenciar o tráfico em Cáceres, mantendo contato contínuo com superiores hierárquicos.

Os demais alvos identificados atuavam em diferentes funções, como armeiros da facção, responsáveis por fornecer armas e munições; executores de homicídios, que atuavam sob comando da líder; responsáveis pela logística de drogas e armas; e envolvidos no roubo de veículos em benefício da organização.

“A estrutura demonstra sofisticação e periculosidade, com utilização de aplicativos de mensagens para coordenar ataques e ordenar execuções”, explicou o delegado da Draco de Cáceres, Fabrício Alencar, responsável pelas investigações.

Coroa Quebrada

O nome da operação faz referência à líder, conhecida pelo apelido de “Princesa”, que teve a sua “coroa quebrada”, ou seja, sua atuação foi desarticulada com a operação da Polícia Civil.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Renorcrim

A operação também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e do Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (Diopi) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência para o combate duradouro à criminalidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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