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Polícia Civil prende inquilino que estuprou idosa de quem aluga imóvel em Sinop

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A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (12.1), em Sinop, um homem, de 38 anos, suspeito de estuprar a proprietária do imóvel que ele aluga, uma idosa de 61 anos.

Segundo relato da vítima, o suspeito estava com um mês de aluguel da quitinete em que morava em atraso e alegava não ter condições de pagar o valor integral. Ele pediu à proprietária para passar R$ 600 e, depois, pagar o restante, e ainda pediu R$ 200 emprestado.

Na noite desse domingo (11), por volta das 23 horas, ele enviou mensagens à vítima dizendo que estava com um problema e precisava conversar com ela. Ele questionou também se o neto da idosa estava em casa, sendo informado que não.

A vítima disse que era tarde para conversar, porém, o suspeito insistiu e foi até a porta do quarto da idosa, que morava ao lado do conjunto de quitinetes.

Ela abriu a porta e pediu que o inquilino sentasse. Ao acender a luz, o homem a agarrou pelo pescoço, tapou sua boca e a arrastou até o quarto dele, onde passou a xingá-la e ordenar que ela tirasse a roupa.

O inquilino estuprou a idosa por cerca de meia hora. Ela só conseguiu fugir para sua casa quando ele adormeceu. O suspeito ainda foi atrás da idosa e mandou mensagens no dia seguinte.

Com muita dor e sangramento, a idosa procurou a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso de Sinop, onde foi atendida, ouvida e encaminhada para um hospital.

Após ouvir a vítima, a equipe da DEDMCAI realizou buscas ao suspeito, que foi localizado na quitinete que alugava, onde foi preso por estupro e levado para a delegacia.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre mandado em laboratório investigado por falsidade ideológica e documental

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A Polícia Civil cumpriu nesta quarta-feira (11.3) mandado de busca e apreensão em um laboratório de Tangará da Serra investigado por fraudar exames laboratoriais de pacientes e receber pagamentos da Prefeitura Municipal por serviços que não teriam sido realizados.

A ordem judicial foi cumprida na sede do laboratório e teve como objetivo a apreensão de documentos, aparelhos celulares e computadores, que serão submetidos à perícia técnica, visando subsidiar o prosseguimento das investigações, que apuram a prática dos crimes de falsidade ideológica e falsidade documental.

As investigações tiveram início no dia 3 de março, após o recebimento de denúncias anônimas indicando que o referido laboratório estaria fraudando exames laboratoriais e apresentando exames supostamente fictícios à Prefeitura de Tangará da Serra, com a finalidade de obter indevidamente pagamentos por serviços não efetivamente realizados, considerando que o estabelecimento mantinha convênio com o Município.

Segundo o delegado Ivan Albuquerque, o laboratório funcionou regularmente até o dia 2 de março e encerrou as atividades de forma repentina, circunstância que chamou a atenção da equipe de investigação.

O caso segue sendo investigado, com a análise do material apreendido e diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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