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Wellington Fagundes cobra governo federal e defende pescadores afetados por atraso no seguro-defeso

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O atraso no pagamento do seguro-defeso tem afetado milhares de pescadores artesanais em Mato Grosso. O benefício, pago pelo Governo Federal durante o período da piracema, garante um salário mínimo mensal aos trabalhadores que ficam impedidos de exercer a pesca para preservação das espécies. No estado, cerca de 10 mil pescadores que têm direito ao recurso ainda não receberam nenhuma parcela referente ao período de outubro a fevereiro.

Durante a piracema, que segue até o dia 31 de janeiro, a pesca é proibida nos rios de Mato Grosso como forma de proteção ambiental. Nesse período, o seguro-defeso é a única fonte de renda de milhares de famílias ribeirinhas. Mesmo assim, os pedidos seguem parados no sistema federal, sem análise e sem previsão de pagamento, o que tem causado dificuldades financeiras, endividamento e insegurança social.

Diante da situação, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) cobrou uma resposta imediata do governo federal e afirmou que os pescadores não podem ser responsabilizados por falhas da gestão pública.

“Quero deixar muito claro: esse atraso não é culpa do pescador. É falha do governo federal. O trabalhador não pode pagar pelo erro da administração pública”, afirmou.

Segundo o parlamentar, os pescadores cumpriram todas as exigências legais ao respeitar o período de defeso, mas estão sendo penalizados.

“Eles fizeram a parte deles. Pararam de pescar, respeitaram a piracema e ajudaram a preservar o meio ambiente. Mesmo assim, estão há meses sem receber um direito garantido em lei”, destacou.

Wellington Fagundes reforçou que o impacto do atraso é imediato na vida das famílias.

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“Estamos falando de pais e mães de família que dependem desse dinheiro para colocar comida na mesa. A fome não espera, as contas não esperam, e o governo precisa entender a urgência dessa situação”, disse.

O senador também criticou a falta de planejamento orçamentário do governo federal e defendeu que o seguro-defeso deveria ter sido tratado como prioridade.

“Houve mudança na gestão do programa, falta de organização e ausência de planejamento. O resultado é injustiça social com quem trabalha dentro da lei”, afirmou

Ao final, o parlamentar garantiu que seguirá atuando no Congresso Nacional para cobrar a regularização imediata dos pagamentos.

“Vou continuar cobrando, fiscalizando e trabalhando para que o seguro-defeso seja pago imediatamente e que a dignidade do pescador artesanal de Mato Grosso seja respeitada”, concluiu.

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Várzea Grande

Enfermeiro Emerson é citado em bastidores e enquetes para Saúde de VG

Além de articulações internas, enquetes informais apontam o vereador como um dos cotados para assumir a Secretaria de Saúde após saída da ex-gestora.

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Foto: Câmara de Várzea Grande

A saída da ex-secretária de Saúde de Várzea Grande abriu espaço para novas movimentações nos bastidores políticos do município. Entre os nomes que passaram a circular com mais intensidade está o do vereador Enfermeiro Emerson, apontado como um dos possíveis indicados para assumir a pasta.

A citação do nome, no entanto, não se limita apenas às chamadas “conversas de corredor”. Levantamentos informais e enquetes realizadas junto à população, especialmente em redes sociais, também têm incluído o vereador entre os preferidos ou lembrados para ocupar o cargo, o que contribui para ampliar sua visibilidade no processo.

Emerson Cezar de Campos Magalhães, nascido em Cuiabá em 1º de março de 1986, é formado em Enfermagem e tem trajetória ligada à saúde pública. No Legislativo municipal, sua atuação é marcada por pautas relacionadas ao atendimento básico, melhorias estruturais e condições de trabalho de profissionais da área.

A possível indicação ocorre em um momento considerado estratégico para a gestão municipal, diante dos desafios enfrentados pelo sistema de saúde, como alta demanda nas unidades e necessidade de reorganização administrativa.

Nos bastidores, a avaliação é de que a escolha do novo secretário pode levar em conta tanto critérios técnicos quanto políticos. Nesse cenário, o fato de Emerson reunir experiência na área da saúde e presença política ativa o coloca entre os nomes observados.

Apesar da movimentação, não há confirmação oficial sobre quem assumirá a Secretaria de Saúde. A administração municipal ainda não se manifestou sobre o processo de escolha.

Enquanto isso, o nome do vereador segue em evidência, impulsionado tanto por articulações internas quanto pela repercussão em enquetes populares, em meio à expectativa pela definição do novo comando da saúde em Várzea Grande.

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