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Polícia Civil prende donos de madeireira e de mercado por furto de energia em Santa Carmem

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A Polícia Civil prendeu, nessa quinta-feira (22.1), dois empresários, proprietários de uma madeireira e de um mercado em Santa Carmem, suspeitos de furtar energia elétrica enquanto estão com grandes débitos com a concessionária de energia.

A ação foi realizada em conjunto entre a Delegacia de Santa Carmem, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e a Energisa.

Durante a fiscalização, a madeireira foi flagrada com um transformador de 112,5 KVA ligado direto na rede, com um medidor “fictício”. A empresa possui um débito de R$ 519.350,90 com a concessionária de energia e segue usando energia.

Fiscais do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) também estiveram no local e identificaram madeiras ilegais para uso. Diante disso, além do furto de energia, o dono do local também poderá responder por crime ambiental contra a flora.

Em seguida, as equipes foram ao mercado, onde também foi identificada a ligação direta na rede de energia. O estabelecimento possui um débito com a concessionária de energia de R$ 217.890,27.

Os dois empresários foram presos em flagrante e levados para a Delegacia de Santa Carmem.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre mandado em laboratório investigado por falsidade ideológica e documental

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A Polícia Civil cumpriu nesta quarta-feira (11.3) mandado de busca e apreensão em um laboratório de Tangará da Serra investigado por fraudar exames laboratoriais de pacientes e receber pagamentos da Prefeitura Municipal por serviços que não teriam sido realizados.

A ordem judicial foi cumprida na sede do laboratório e teve como objetivo a apreensão de documentos, aparelhos celulares e computadores, que serão submetidos à perícia técnica, visando subsidiar o prosseguimento das investigações, que apuram a prática dos crimes de falsidade ideológica e falsidade documental.

As investigações tiveram início no dia 3 de março, após o recebimento de denúncias anônimas indicando que o referido laboratório estaria fraudando exames laboratoriais e apresentando exames supostamente fictícios à Prefeitura de Tangará da Serra, com a finalidade de obter indevidamente pagamentos por serviços não efetivamente realizados, considerando que o estabelecimento mantinha convênio com o Município.

Segundo o delegado Ivan Albuquerque, o laboratório funcionou regularmente até o dia 2 de março e encerrou as atividades de forma repentina, circunstância que chamou a atenção da equipe de investigação.

O caso segue sendo investigado, com a análise do material apreendido e diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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