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FICCO/PR prende dois suspeitos por contrabando de mais de 600 caixas de cigarros em Santa Terezinha de Itaipu

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Foz do Iguaçu/PR. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Paraná (FICCO/PR), em ação conjunta com o 14º Batalhão da Polícia Militar (equipes POP e GOTAMOTRAM), com o Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron), por meio da equipe COBRA e da 1ª CIA de Foz do Iguaçu, e com apoio aéreo do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA), prendeu dois homens por contrabando de cigarros no município de Santa Terezinha de Itaipu.

A ação ocorreu nessa quinta-feira (29/1) e foi desencadeada a partir de informações de inteligência da FICCO/PR, que indicavam que um caminhão de origem paraguaia estaria transportando mercadorias ilícitas, sendo precedido por outro veículo que atuaria como batedor. Em decorrência da análise dessas informações e do planejamento operacional, as equipes realizaram um cerco estratégico na BR-277 e identificaram duas carretas trafegando em comboio.

Durante a abordagem simultânea, constatou-se que os condutores, de nacionalidade paraguaia, agiam de forma coordenada. No compartimento de carga da carreta foram localizadas 603 caixas de cigarros de origem estrangeira, desacompanhadas de documentação fiscal. A outra carreta, conduzida por um dos indivíduos, era utilizada como veículo batedor, trafegando à frente e mantendo contato com o condutor do caminhão carregado, com a finalidade de alertá-lo sobre a presença da fiscalização.

Diante dos indícios de atuação conjunta, os dois homens, os veículos e as cargas foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu para a realização dos procedimentos legais cabíveis.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Paraná (FICCO/PR) é composta pela Polícia Federal (PF), pela Polícia Militar do Paraná (PMPR) e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN).


Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR – CS/PF/Foz

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Fonte: Polícia Federal

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PF intensifica ações da Missão Redentor II e prende 14 pessoas em três dias no RJ

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Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, entre esta quarta-feira (11/3) e segunda-feira (9/3), três fases da Operação Anomalia, com o objetivo de desarticular núcleos de uma organização criminosa formada por agentes públicos e operadores financeiros que atuavam para favorecer facções do tráfico de drogas e milícias no estado do Rio de Janeiro. A ação se insere no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II.

Ao longo dos três dias, foram cumpridos 14 mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro e em municípios da Região Metropolitana. Entre os presos estão dois delegados – um da Polícia Federal e outro da Polícia Civil do Rio de Janeiro -, dois policiais civis e sete policiais militares. Um dos investigados encontra-se foragido no exterior, com medidas em andamento para inclusão na Difusão Vermelha da Interpol.

Durante as diligências, foram apreendidas armas e acessórios, munições, cerca de R$ 50 mil em espécie, celulares e outros dispositivos eletrônicos, um veículo e documentos diversos. As decisões judiciais também determinaram bloqueio de bens, suspensão de atividades empresariais e o afastamento imediato dos servidores públicos investigados de suas funções.

Operação Anomalia

Cada etapa da Operação Anomalia foi direcionada à desarticulação de diferentes núcleos da organização criminosa identificada pelas investigações:

Primeira fase (9/3) – As ações tiveram como alvo um grupo responsável por negociar vantagens indevidas em troca de informações e influência para beneficiar um traficante internacional de drogas. Na ocasião, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão no Rio de Janeiro.

Segunda fase (10/3) – A investigação avançou sobre um núcleo composto por policiais civis e operadores financeiros, que utilizavam a estrutura estatal para extorquir integrantes de facções criminosas, além de praticar corrupção e lavagem de capitais. Foram cumpridos quatro mandados de prisão e três de busca e apreensão, em adição ao bloqueio de valores em contas bancárias e criptoativos vinculados aos investigados.

Terceira fase (11/3) – A última etapa teve como alvo policiais militares cooptados pelo crime organizado para facilitar a logística de traficantes e milicianos, blindar criminosos e ocultar recursos ilícitos, utilizando as prerrogativas da função para tal. Com apoio da Corregedoria da PMERJ, foram cumpridos sete mandados de prisão e sete de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu e Nilópolis.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de capitais, entre outros delitos. Todo o material apreendido será submetido à análise pericial, com o objetivo de aprofundar as apurações e identificar outros envolvidos no esquema.

Combate ao crime organizado

As apurações são conduzidas no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela Polícia Federal e voltada ao enfrentamento de grupos criminosos violentos no estado do Rio de Janeiro, com foco na desarticulação de suas conexões com agentes públicos, operadores financeiros e estruturas políticas.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da PF
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Fonte: Polícia Federal

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