Polícia Federal
PF deflagra Operação Solosanto para desarticular tráfico interestadual de drogas
Polícia Federal

Vila Velha/ES – A Polícia Federal no Espírito Santo deflagrou, na manhã desta quarta-feira (4/2), a Operação Solosanto, destinada ao combate ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro por organização criminosa atuante no litoral capixaba – em especial no município de Guarapari/ES, com conexões no estado de São Paulo.
No curso do inquérito policial ficou evidenciado que as drogas teriam origem na região fronteiriça de Cáceres/MT e estariam sendo enviadas para o Espírito Santo por pessoas contratadas para realizar o transporte por via aérea e terrestre.
Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Criminal de Guarapari/ES, em ações simultâneas no município e também em Santos/SP. O objetivo da ação é a apreensão de dispositivos eletrônicos, documentos e outros elementos de convicção em endereços vinculados aos responsáveis pela logística e pelo suporte financeiro do grupo.
No cumprimento das medidas em Guarapari/ES, um dos investigados foi preso em flagrante. Durante as buscas na residência, os policiais localizaram munições de arma de fogo em um dos quartos da residência, o que motivou a prisão imediata.
Os investigados responderão pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Assessoria de Comunicação Social
GAB/SR/PF/ES
E-mail: [email protected]
Instagram: @pfespiritosanto
Fonte: Polícia Federal

Polícia Federal
PF intensifica ações da Missão Redentor II e prende 14 pessoas em três dias no RJ

Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, entre esta quarta-feira (11/3) e segunda-feira (9/3), três fases da Operação Anomalia, com o objetivo de desarticular núcleos de uma organização criminosa formada por agentes públicos e operadores financeiros que atuavam para favorecer facções do tráfico de drogas e milícias no estado do Rio de Janeiro. A ação se insere no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II.
Ao longo dos três dias, foram cumpridos 14 mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro e em municípios da Região Metropolitana. Entre os presos estão dois delegados – um da Polícia Federal e outro da Polícia Civil do Rio de Janeiro -, dois policiais civis e sete policiais militares. Um dos investigados encontra-se foragido no exterior, com medidas em andamento para inclusão na Difusão Vermelha da Interpol.
Durante as diligências, foram apreendidas armas e acessórios, munições, cerca de R$ 50 mil em espécie, celulares e outros dispositivos eletrônicos, um veículo e documentos diversos. As decisões judiciais também determinaram bloqueio de bens, suspensão de atividades empresariais e o afastamento imediato dos servidores públicos investigados de suas funções.
Operação Anomalia
Cada etapa da Operação Anomalia foi direcionada à desarticulação de diferentes núcleos da organização criminosa identificada pelas investigações:
Primeira fase (9/3) – As ações tiveram como alvo um grupo responsável por negociar vantagens indevidas em troca de informações e influência para beneficiar um traficante internacional de drogas. Na ocasião, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão no Rio de Janeiro.
Segunda fase (10/3) – A investigação avançou sobre um núcleo composto por policiais civis e operadores financeiros, que utilizavam a estrutura estatal para extorquir integrantes de facções criminosas, além de praticar corrupção e lavagem de capitais. Foram cumpridos quatro mandados de prisão e três de busca e apreensão, em adição ao bloqueio de valores em contas bancárias e criptoativos vinculados aos investigados.
Terceira fase (11/3) – A última etapa teve como alvo policiais militares cooptados pelo crime organizado para facilitar a logística de traficantes e milicianos, blindar criminosos e ocultar recursos ilícitos, utilizando as prerrogativas da função para tal. Com apoio da Corregedoria da PMERJ, foram cumpridos sete mandados de prisão e sete de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu e Nilópolis.
Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de capitais, entre outros delitos. Todo o material apreendido será submetido à análise pericial, com o objetivo de aprofundar as apurações e identificar outros envolvidos no esquema.
Combate ao crime organizado
As apurações são conduzidas no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela Polícia Federal e voltada ao enfrentamento de grupos criminosos violentos no estado do Rio de Janeiro, com foco na desarticulação de suas conexões com agentes públicos, operadores financeiros e estruturas políticas.
Coordenação-Geral de Comunicação Social da PF
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
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