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Desenvolve MT ajuda empreendedores a melhorar estrutura de ponto turístico em Lucas do Rio Verde

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O Carnaval é um dos períodos do ano que mais gera impacto econômico em diversos setores. Restaurantes, bares, hotéis e espaços de lazer precisam se organizar para receber um público maior, que busca experiências de qualidade durante o feriado prolongado. Em Lucas do Rio Verde, Vinicius e Mayany Fernandes expandiram e reformaram o restaurante Refúgio do Lago para atender a população no cartão-postal do município, o Lago Ernani José Machado.

Vinicius, engenheiro de produção, trabalhava em um cargo de coordenação em uma empresa de logística, enquanto sua esposa, engenheira civil, atuava na fazenda da família, cuidando da parte financeira. O casal assumiu o espaço em 2019, enfrentando desafios como a pandemia e a necessidade de tornar o restaurante sua principal fonte de renda.

“Foi uma decisão de olhar mais para dentro de casa. Difícil por deixar para trás essa carreira, mas foi uma escolha assertiva para tocar as coisas de casa mesmo”, afirma Vinicius sobre deixar a carreira para empreender.

Durante o processo de licitação para operar no local, receberam a indicação da prefeitura, parceira da Desenvolve MT, para buscar uma linha de crédito que ofereceu condições acessíveis e adequadas ao perfil do negócio.


Com o financiamento, o restaurante conseguiu expandir e reformar suas instalações, criando um espaço maior e mais moderno para atender a população. Além do restaurante, os empreendedores estão implantando um quiosque anexo para oferecer opções rápidas, como água, açaí e sorvete, suprindo uma demanda que antes não existia no parque.

Para os sócios, o crédito foi essencial para transformar o negócio em uma fonte sólida de renda e para garantir que o restaurante esteja pronto para atender durante os feriados, incluindo o Carnaval.

“É um apoio mútuo, o governo do Estado ajuda o município, que ajuda o empreendedor, e no fim quem ganha é toda a população. Uma teia que beneficia todos, porque estamos com um espaço gigante para atender a população. Trouxemos coisas que não existiam para o lago. Estaremos atendendo todos os dias para quem estiver aqui na cidade durante o Carnaval”, destacou o empreendedor.

A história do Refúgio do Lago mostra como o crédito pode ser um aliado estratégico para que empresas se preparem para períodos de maior movimento, garantindo qualidade no atendimento e fortalecendo a economia local.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil desarticula esquema que desviou mais de 700 toneladas de soja em Campo Novo do Parecis

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (17.3), a Operação Joio para o cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido no furto qualificado de mais de R$ 1,1 milhão em cargas de soja em uma fazenda localizada no município de Campo Novo do Parecis.

As ordens judiciais, sendo 11 mandados de prisão preventiva, 11 de buscas e apreensão, além de 12 sequestro de veículos, 11 bloqueios de contas bancárias e quebra de sigilos telemáticos, são cumpridas nas cidades de Barra do Bugres, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Tangará da Serra, Guarantã do Norte e Diamantino.

As investigações, conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco), apontam que o grupo criminoso está envolvidos, em pelo menos 14 carregamentos irregulares de grãos, que resultaram no desvio de cerca de 701 toneladas de soja.

Os desvios ocorreram entre os dias 02 e 09 de maio de 2025, em uma fazenda em Campo Novo do Parecis, causando prejuízo estimado em R$ 1,1 milhão à empresa vítima.

Esquema de desvio

Para desviar as cargas, o grupo atuava de forma estruturada, contando com a participação de funcionários ligados ao processo de carregamento de grãos, classificadores (balanceiros) e motoristas.

Segundo a investigação, caminhões ingressavam na propriedade rural com ordens de carregamento falsificadas, sem a devida conferência documental e sem a realização da classificação obrigatória da carga. Após o carregamento irregular, os veículos deixavam o local transportando a soja desviada para destino desconhecido.

O esquema criminoso envolvia o pagamento de vantagens indevidas a integrantes responsáveis pelo controle de acesso e classificação dos grãos, que permitiam a saída dos caminhões sem os procedimentos exigidos.

Os valores eram repassados por meio de transferências bancárias, muitas vezes utilizando contas de terceiros, com o objetivo de ocultar a origem ilícita do dinheiro e dificultar o rastreamento das transações.

Diante dos elementos reunidos no inquérito policial, o delegado responsável pelas investigações, Mário Santiago, representou pelas ordens judiciais contra os investigados, com o objetivo de aprofundar as investigações, interromper a atuação do grupo e garantir eventual ressarcimento dos prejuízos causados.

Nome da operação:

Joio faz referência à necessidade de separar o que é legítimo do que é fraudulento dentro da cadeia produtiva, simbolizando o trabalho investigativo de identificar e retirar do sistema os envolvidos no esquema criminoso.

A ação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Redecarga

A operação da Polícia Civil do Estado de Mato Grosso participa da ‘1ª Operação Redecarga, iniciativa de alcance nacional voltada ao combate de organizações criminosas envolvidas em roubo, furto e receptação de cargas. A ação é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Redecarga – Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento ao Roubo e Furto de Cargas.

Fonte: Governo MT – MT

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