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Mulher Foragida do Maranhão é Presa em Mato Grosso Após Agressão ao Marido

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A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, em 16 de fevereiro de 2026, um mandado de prisão em Guiratinga contra uma mulher de 38 anos, foragida da Justiça do Maranhão. A prisão ocorreu após a suspeita se envolver em uma ocorrência de agressão contra seu marido na mesma cidade.

Detalhes da Investigação e da Agressão

As diligências sobre a agressão tiveram início em 8 de fevereiro de 2026, quando a Delegacia de Polícia de Guiratinga recebeu denúncia de que um homem, também de 38 anos, havia sido esfaqueado pela esposa. Ao se deslocarem ao Pronto Atendimento Municipal, os policiais foram informados que a própria vítima alegou ter se ferido em uma churrasqueira, embora apresentasse uma lesão aberta na região abdominal.

Mandado de Prisão em Aberto por Tráfico de Drogas

Durante a continuidade das investigações sobre a suspeita, a equipe policial realizou pesquisas que revelaram a existência de um mandado de prisão em aberto, expedido pelo Estado do Maranhão. A ordem judicial correspondia a uma condenação definitiva (transitada em julgado) de 9 anos, 11 meses e 15 dias de reclusão pelo crime de associação para o tráfico de drogas, emitida pela 1ª Vara das Execuções Penais de São Luís (MA).

Localização e Captura da Foragida

Após dias de buscas ininterruptas, a mulher foi finalmente localizada e presa enquanto estava escondida em uma residência no bairro Novo Horizonte, em Guiratinga. Ela foi conduzida à autoridade policial competente para as devidas providências legais.

<i>Este conteúdo foi adaptado pela nossa redação a partir de informações originais de Polícia Civil MT. Imagens: Reprodução / Créditos originais mantidos na fonte.</i>

Fonte: https://oatual.com.br

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Governo inicia levantamento nacional para mapear avanço de javalis no campo

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) iniciou, na última semana, uma pesquisa nacional para identificar a presença de javalis e dimensionar os prejuízos causados pela espécie à produção agropecuária. O levantamento, aberto a produtores rurais e manejadores autorizados, vai ate 31 de maio e deve embasar, pela primeira vez com dados consolidados, políticas públicas voltadas ao controle do animal no País.

A iniciativa surge em um cenário de expansão contínua do javali no território brasileiro. Os prejuízos são estimados em centenas de milhões, podendo ultrapassar R$ 1 bilhão anualmente. A ausência de números consolidados é justamente o principal gargalo enfrentado pelo setor: há relatos recorrentes de danos severos em lavouras e pastagens, mas sem base estatística nacional que permita quantificar o impacto e orientar medidas mais efetivas.

De origem europeia, asiática e do norte da África, o javali (Sus scrofa) é uma espécie altamente adaptável, introduzida no Brasil décadas atrás e que encontrou condições favoráveis para se expandir. Sem predadores naturais relevantes e com elevada taxa reprodutiva — fêmeas podem entrar em reprodução ainda jovens e ter até três ninhadas por ano, com até uma dezena de filhotes —, a população cresce em ritmo acelerado.

No campo, os efeitos são diretos e, em muitos casos, imediatos. O ataque às lavouras ocorre desde o plantio, com o consumo de sementes, até fases mais avançadas, com o pisoteio e a destruição de plantas. O comportamento de escavação, utilizado na busca por alimento, revolve o solo, compromete sua estrutura e eleva o risco de erosão, afetando não apenas a safra atual, mas também o potencial produtivo das áreas nas temporadas seguintes.

Além das perdas agrícolas, há impactos sobre a pecuária e o meio ambiente. O javali compete por alimento com espécies nativas, predam pequenos animais, degradam áreas de vegetação e podem atuar como vetores de doenças, elevando o risco sanitário nas propriedades.

Desde 2013, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis classifica o javali como espécie exótica invasora e autoriza seu controle por meio do abate, desde que realizado por manejadores cadastrados. Na prática, no entanto, a contenção tem eficácia limitada. A combinação de hábitos noturnos, inteligência e capacidade de adaptação torna o animal difícil de capturar, exigindo estratégias combinadas que nem sempre são viáveis em grandes áreas.

Entre as medidas adotadas pelos produtores estão a caça controlada, o uso de armadilhas e a instalação de cercas elétricas. Todas, porém, apresentam limitações operacionais ou custos elevados, o que dificulta a adoção em larga escala.

Para o produtor rural, o impacto vai além da perda pontual de produtividade. Áreas invadidas por javalis frequentemente demandam replantio, correção do solo e aumento do uso de insumos, elevando o custo de produção e comprometendo a rentabilidade. Em casos recorrentes, o prejuízo se estende por várias safras.

A expectativa do governo é que os dados coletados até maio permitam identificar as regiões mais afetadas, os sistemas produtivos mais vulneráveis e a intensidade média dos danos. Os resultados devem ser divulgados no segundo semestre e servir de base para ações coordenadas de controle populacional e mitigação dos impactos.

PARA PARTICIPAR DA PESQUISA CLICANDO AQUI

CARTILHA – Paralelamente ao levantamento, o Sistema FAEP/SENAR-PR lançou uma cartilha técnica que detalha os riscos econômicos, ambientais e sanitários associados à presença do animal.

O material foi elaborado com a participação de órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná e o Exército Brasileiro, além de entidades do setor produtivo (clique aqui).

Fonte: Pensar Agro

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