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Batalhão de Trânsito registra 1.223 infrações durante o Carnaval no Estado

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O Batalhão de Polícia Militar Trânsito Urbano e Rodoviário de Mato Grosso (BPMTran) registrou 1.223 Autos de Infração de Trânsito (AIT) durante a Operação Carnaval 2026, nas principais rodovias estaduais. As ações de policiamento tático e ostensivo, no período festivo, integrava o Programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.

Entre os dias 13 a 17 de fevereiro, os policiais militares da unidade especializada abordaram 848 veículos, realizaram 209 testes de etilômetro e 37 motoristas foram detidos por embriaguez ao volante, em 35 pontos de bloqueios e barreiras.

As ações aconteceram nas rodovias que passam pela baixada cuiabana: Emanuel Pinheiro (MT-251), que liga a Capital à Chapada dos Guimarães, Helder Cândia (MT-010/Estrada da Guia), Palmiro Paes de Barros (MT-040), que liga Cuiabá ao município de Santo Antônio do Leverger), assim como também na rodovia MT-130, no entroncamento entre as cidades de Primavera do Leste e Rondonópolis.

Das infrações notificadas, 1.149 foram registradas no perímetro rodoviário e outras 74 no perímetro urbano. Ainda entre as principais infrações aplicadas pelo Batalhão, 109 foram por licenciamento atrasado de veículo, 87 por não uso de cinto de segurança e 33 infrações por conduzir veículo sem Carteira Nacional de Habilitação.

Também foram registradas infrações por uso de celular ao volante, ultrapassagem irregular, escapamento indevido, transporte irregular de criança e falta de itens obrigatórios no veículo. Durante o período festivo, os policiais militares registraram 14 boletins de ocorrências de naturezas diversas, localizaram três foragidos da Justiça e registraram 13 Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Três acidentes com vítimas foram atendidos pelas equipes, sem nenhum óbito nas estradas.

O comandante do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran), tenente-coronel Fábio Ricas, destacou como um saldo bastante positivo das ações de policiamento no trânsito em Mato Grosso.

“Esse resultado representa os avanços e investimentos do Governo do Estado à Polícia Militar, dentro do Programa Tolerância Zero. Neste período festivo, intensificamos o policiamento nas rodovias estaduais, bem como na Baixada Cuiabana, com aumento do fluxo no trânsito. As ações ocorreram de foram simultânea para que os condutores pudessem trafegar com segurança, seja para aproveitar o Carnaval ou poder viajar em família”, destacou Fábio Ricas.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil cumpre 21 ordens judiciais contra núcleo de facção liderado por mulher em Cáceres

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (7.4), a Operação Coroa Quebrada, para cumprir 21 ordens judiciais contra uma facção criminosa envolvida em diversos crimes, como tráfico ilícito de drogas, associação para o tráfico, homicídios qualificados, além da disputa territorial com uma facção rival, no município de Cáceres e região.

São cumpridos, na operação, quatro mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, após manifestação favorável do Ministério Público de Cáceres.

As ordens judiciais são cumpridas nas cidades de Cáceres, Cuiabá, Rondonópolis e Nova Mutum. Entre os alvos, está uma mulher apontada como liderança da facção na região e que atualmente se encontra reclusa na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá.

A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Cáceres, com apoio da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) de Cuiabá, identificou que o grupo criminoso possui estrutura hierarquizada, divisão clara de tarefas e envolvimento de, pelo menos, 28 pessoas.

A operação conta com o apoio de equipes da Delegacia Regional de Cáceres, Denarc de Cuiabá, Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis e Delegacia de Polícia de Nova Mutum.

Atuação da facção

Com funções específicas entre seus integrantes, o grupo criminoso era voltado à prática de tráfico ilícito de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e homicídios qualificados, ocorridos em meio à disputa territorial com outra facção criminosa rival.

Por meio das investigações, foi possível elucidar o modo de atuação do grupo investigado, com liderança exercida por uma mulher, que orquestrava mortes, determinava punições e distribuía armas. Mesmo detida, em razão de prisão anterior pela prática de homicídio qualificado, a faccionada continuava a decretar execuções contra membros da facção rival e a gerenciar o tráfico em Cáceres, mantendo contato contínuo com superiores hierárquicos.

Os demais alvos identificados atuavam em diferentes funções, como armeiros da facção, responsáveis por fornecer armas e munições; executores de homicídios, que atuavam sob comando da líder; responsáveis pela logística de drogas e armas; e envolvidos no roubo de veículos em benefício da organização.

“A estrutura demonstra sofisticação e periculosidade, com utilização de aplicativos de mensagens para coordenar ataques e ordenar execuções”, explicou o delegado da Draco de Cáceres, Fabrício Alencar, responsável pelas investigações.

Coroa Quebrada

O nome da operação faz referência à líder, conhecida pelo apelido de “Princesa”, que teve a sua “coroa quebrada”, ou seja, sua atuação foi desarticulada com a operação da Polícia Civil.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Renorcrim

A operação também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e do Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (Diopi) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência para o combate duradouro à criminalidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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