Política
Coronel Assis alerta sobre impacto da redução da jornada 6×1 e crítica artimanha eleitoral da esquerda
Política

Em entrevista à Jovem Pan News, nesta quarta-feira (18), o deputado federal Coronel Assis (União-MT), vice-líder da oposição na Câmara, alertou sobre o impacto da redução da escala 6×1 e enfatizou estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), que revela estimativa de aumento do custo médio do trabalho de carteira assinada em 7,84% no caso de uma jornada de 40 horas semanais.
“Entendo que a esquerda tenta trazer um caráter eleitoreiro para um assunto que a sociedade entende que precisa ser discutido. Mais estudos de impacto precisam ser feitos, porque já existe análise de que aumentará o custo em quase 8% por empregado a ser contratado por meio de uma nova escala a ser definida. Na economia não existe almoço grátis. Se aumentar esse custo, esse valor será repassado a quem realmente paga a conta, no preço final, seja do produto ou do serviço”, explicou o parlamentar.
Outro tema tratado pelo deputado na Jovem Pan News foi a grande repercussão provocada pelo desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que no último domingo (15), desfilou com enredo em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Nós fizemos uma reunião com a liderança da oposição e vamos assinar um grande manifesto contra essa autopromoção feita pelo Governo Federal com dinheiro público, em ano de eleição, ele que vai concorrer à reeleição. Isso mostra ao brasileiro que não existe respeito com o dinheiro público. Se eles queriam fazer a promoção do nome do presidente Lula, o tiro acabou saindo pela culatra, porque o prejuízo está sendo muito maior. Esse ataque à família brasileira tem reflexo, porque o brasileiro é um povo conservador que quer honrar pai e mãe, produzir o pão de cada dia e colocar em sua mesa”, afirmou.
Em suas redes sociais, o deputado apontou ainda que o líder do PT na Câmara, o deputado Lindbergh Farias, já havia anunciado, em janeiro, que o carnaval deste ano seria uma resposta da esquerda à mobilização da direita pela anistia e pela libertação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Assis lembrou que, após a realização da Caminhada pela Liberdade, ocorrida entre 19 e 25 de janeiro e articulada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), com participação de diversos parlamentares e lideranças da direita — inclusive do deputado federal Coronel Assis —, o líder do PT publicou vídeo no qual afirmou que a resposta à caminhada seria dada durante o carnaval. “Vocês vão ter a resposta do povo no carnaval. Eu garanto, vocês vão ter uma resposta do povo no carnaval. Vai ser o carnaval do grito do povo: sem anistia e pelo fim da escala 6 por 1.”
Na avaliação de Coronel Assis, a declaração de Lindbergh antecipava o que a oposição tem chamado de “lulafolia”, que, além da exaltação explícita a Lula, também teria contido deboche ao ex-presidente Jair Bolsonaro e desrespeito a cristãos e conservadores.
“A esquerda fez tudo de forma planejada e antecipada. O próprio Lindbergh sinalizou que, no carnaval, viria a resposta à Caminhada pela Liberdade. O cidadão acorda cedo para trabalhar, paga seu imposto em dia para ver o Estado financiar espetáculo político contra os cidadãos”, asseverou o deputado federal Coronel Assis.

Várzea Grande
Enfermeiro Emerson é citado em bastidores e enquetes para Saúde de VG
Além de articulações internas, enquetes informais apontam o vereador como um dos cotados para assumir a Secretaria de Saúde após saída da ex-gestora.

A saída da ex-secretária de Saúde de Várzea Grande abriu espaço para novas movimentações nos bastidores políticos do município. Entre os nomes que passaram a circular com mais intensidade está o do vereador Enfermeiro Emerson, apontado como um dos possíveis indicados para assumir a pasta.
A citação do nome, no entanto, não se limita apenas às chamadas “conversas de corredor”. Levantamentos informais e enquetes realizadas junto à população, especialmente em redes sociais, também têm incluído o vereador entre os preferidos ou lembrados para ocupar o cargo, o que contribui para ampliar sua visibilidade no processo.
Emerson Cezar de Campos Magalhães, nascido em Cuiabá em 1º de março de 1986, é formado em Enfermagem e tem trajetória ligada à saúde pública. No Legislativo municipal, sua atuação é marcada por pautas relacionadas ao atendimento básico, melhorias estruturais e condições de trabalho de profissionais da área.
A possível indicação ocorre em um momento considerado estratégico para a gestão municipal, diante dos desafios enfrentados pelo sistema de saúde, como alta demanda nas unidades e necessidade de reorganização administrativa.
Nos bastidores, a avaliação é de que a escolha do novo secretário pode levar em conta tanto critérios técnicos quanto políticos. Nesse cenário, o fato de Emerson reunir experiência na área da saúde e presença política ativa o coloca entre os nomes observados.
Apesar da movimentação, não há confirmação oficial sobre quem assumirá a Secretaria de Saúde. A administração municipal ainda não se manifestou sobre o processo de escolha.
Enquanto isso, o nome do vereador segue em evidência, impulsionado tanto por articulações internas quanto pela repercussão em enquetes populares, em meio à expectativa pela definição do novo comando da saúde em Várzea Grande.
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