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Mutirão de Cirurgias Oftalmológicas em Sinop Acelera Atendimento e Reduz Filas

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está realizando um mutirão de cirurgias oftalmológicas no Núcleo Avançado de Especialidades (NAE) entre os dias 20 e 25 de fevereiro. A iniciativa visa beneficiar 510 pacientes com procedimentos essenciais para catarata e pterígio.

Detalhes dos Procedimentos

Desse total, 270 pacientes passarão pela cirurgia Faco+LIO (Facoemulsificação com implante de Lente Intraocular), método padrão-ouro para o tratamento da catarata. Estes procedimentos ocorrem de 20 a 22 de fevereiro, com 45 pacientes sendo atendidos em cada período, manhã e tarde.

Para o tratamento de pterígio, 240 pacientes serão operados entre os dias 23 e 25 de fevereiro, com a realização de 80 procedimentos diários.

Compromisso com o Atendimento Humanizado

O secretário de Saúde, Érico Gonçalves, celebrou a realização do mutirão, destacando o cuidado humanizado com a população. Ele afirmou: “Estamos garantindo acesso rápido a procedimentos que impactam diretamente na qualidade de vida das pessoas. Nosso compromisso não é apenas reduzir filas, mas atender cada paciente com respeito, acolhimento e dignidade. A humanização no atendimento tem sido e sempre será prioridade em todos os serviços de saúde de Sinop”.

O Papel do NAE

Inaugurado em 4 de fevereiro, o NAE tem a finalidade de ampliar o acesso da população a médicos especialistas, contratados pela Prefeitura via convênio. Essa estrutura permite à gestão atual realizar investimentos concretos na média e alta complexidade, complementando a atenção primária à saúde.

Estratégia de Saúde Pública

A ação do mutirão integra a estratégia de expandir a oferta de especialidades médicas, visando diminuir a demanda reprimida por cirurgias eletivas. O objetivo final é proporcionar mais conforto, autonomia e bem-estar aos pacientes da rede pública.

<i>Este conteúdo foi adaptado pela nossa redação a partir de informações originais de Prefeitura de Sinop. Imagens: Reprodução / Créditos originais mantidos na fonte.</i>

Fonte: https://oatual.com.br

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Governo inicia levantamento nacional para mapear avanço de javalis no campo

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) iniciou, na última semana, uma pesquisa nacional para identificar a presença de javalis e dimensionar os prejuízos causados pela espécie à produção agropecuária. O levantamento, aberto a produtores rurais e manejadores autorizados, vai ate 31 de maio e deve embasar, pela primeira vez com dados consolidados, políticas públicas voltadas ao controle do animal no País.

A iniciativa surge em um cenário de expansão contínua do javali no território brasileiro. Os prejuízos são estimados em centenas de milhões, podendo ultrapassar R$ 1 bilhão anualmente. A ausência de números consolidados é justamente o principal gargalo enfrentado pelo setor: há relatos recorrentes de danos severos em lavouras e pastagens, mas sem base estatística nacional que permita quantificar o impacto e orientar medidas mais efetivas.

De origem europeia, asiática e do norte da África, o javali (Sus scrofa) é uma espécie altamente adaptável, introduzida no Brasil décadas atrás e que encontrou condições favoráveis para se expandir. Sem predadores naturais relevantes e com elevada taxa reprodutiva — fêmeas podem entrar em reprodução ainda jovens e ter até três ninhadas por ano, com até uma dezena de filhotes —, a população cresce em ritmo acelerado.

No campo, os efeitos são diretos e, em muitos casos, imediatos. O ataque às lavouras ocorre desde o plantio, com o consumo de sementes, até fases mais avançadas, com o pisoteio e a destruição de plantas. O comportamento de escavação, utilizado na busca por alimento, revolve o solo, compromete sua estrutura e eleva o risco de erosão, afetando não apenas a safra atual, mas também o potencial produtivo das áreas nas temporadas seguintes.

Além das perdas agrícolas, há impactos sobre a pecuária e o meio ambiente. O javali compete por alimento com espécies nativas, predam pequenos animais, degradam áreas de vegetação e podem atuar como vetores de doenças, elevando o risco sanitário nas propriedades.

Desde 2013, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis classifica o javali como espécie exótica invasora e autoriza seu controle por meio do abate, desde que realizado por manejadores cadastrados. Na prática, no entanto, a contenção tem eficácia limitada. A combinação de hábitos noturnos, inteligência e capacidade de adaptação torna o animal difícil de capturar, exigindo estratégias combinadas que nem sempre são viáveis em grandes áreas.

Entre as medidas adotadas pelos produtores estão a caça controlada, o uso de armadilhas e a instalação de cercas elétricas. Todas, porém, apresentam limitações operacionais ou custos elevados, o que dificulta a adoção em larga escala.

Para o produtor rural, o impacto vai além da perda pontual de produtividade. Áreas invadidas por javalis frequentemente demandam replantio, correção do solo e aumento do uso de insumos, elevando o custo de produção e comprometendo a rentabilidade. Em casos recorrentes, o prejuízo se estende por várias safras.

A expectativa do governo é que os dados coletados até maio permitam identificar as regiões mais afetadas, os sistemas produtivos mais vulneráveis e a intensidade média dos danos. Os resultados devem ser divulgados no segundo semestre e servir de base para ações coordenadas de controle populacional e mitigação dos impactos.

PARA PARTICIPAR DA PESQUISA CLICANDO AQUI

CARTILHA – Paralelamente ao levantamento, o Sistema FAEP/SENAR-PR lançou uma cartilha técnica que detalha os riscos econômicos, ambientais e sanitários associados à presença do animal.

O material foi elaborado com a participação de órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná e o Exército Brasileiro, além de entidades do setor produtivo (clique aqui).

Fonte: Pensar Agro

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