Agricultura
Cuiabá: Prainha terá interdição e desvios para obras do BRT
Agricultura

Um trecho da Avenida Tenente-Coronel Duarte, conhecida como Prainha, no Centro de Cuiabá, será totalmente interditado a partir da próxima segunda-feira, 23 de fevereiro. A medida é necessária para o prosseguimento das obras de implantação do Sistema BRT na capital.
O bloqueio ocorrerá na pista sentido Centro-Porto, abrangendo o trecho entre a esquina da Avenida Dom Bosco com a Prainha, onde se localiza uma loja de móveis de madeira, e a Avenida XV de Novembro. Esta interdição é fundamental para a continuidade dos trabalhos de correção do sistema de drenagem e reparo de erosões existentes sob o asfalto. Durante o período, a concessionária Águas Cuiabá também executará serviços de drenagem. A previsão é que a interdição dure até o dia 28 de fevereiro.
É importante notar que, com o início deste novo bloqueio, a pista no sentido Porto-Centro, que atualmente está interditada com tráfego desviado, será liberada.
Alternativas de Tráfego
Para os motoristas que desejarem seguir em direção à região do Porto durante a interdição da Prainha, a alternativa recomendada é virar à direita na Avenida Dom Bosco. Em seguida, deve-se prosseguir pela Rua 13 de Junho e, então, virar à esquerda na Rua Major Gama para acessar a Avenida XV de Novembro.
Andamento das Obras em Outras Regiões
Centro da Capital
Na região central de Cuiabá, a programação da próxima semana inclui a concretagem da sub-base no trecho entre a Avenida Dom Bosco e a XV de Novembro, além das travessias de tubulações. Entre a Igreja do Rosário e a Praça Ipiranga, as travessias de tubulações provocarão estreitamento da pista, sendo esta etapa seguida pelo recapeamento do asfalto. Serviços de drenagem também continuam sendo executados próximo ao Shopping Popular e na Avenida XV de Novembro.
Avenida do CPA
As obras avançam na Avenida do CPA, onde haverá interdições parciais de faixas para a passagem de equipamentos subterrâneos em frente às lojas Havan e Comper, ambos na pista que vai em direção ao centro da cidade. Os trabalhos também seguem na implantação do Parque Linear, com a concretagem da ciclovia, plantio de grama e aterro do canteiro central.
Complexo Viário do Leblon
No Complexo Viário do Leblon, não estão previstas novas alterações no trânsito para a próxima semana. Os trabalhos em andamento incluem a perfuração e instalação de tirantes da trincheira, perfuração de estacas do viaduto, escavações, aterros e contenções.
<i>Este conteúdo foi adaptado pela nossa redação a partir de informações originais de Governo MT. Imagens: Reprodução / Créditos originais mantidos na fonte.</i>
Fonte: https://oatual.com.br

Agricultura
Governo inicia levantamento nacional para mapear avanço de javalis no campo

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) iniciou, na última semana, uma pesquisa nacional para identificar a presença de javalis e dimensionar os prejuízos causados pela espécie à produção agropecuária. O levantamento, aberto a produtores rurais e manejadores autorizados, vai ate 31 de maio e deve embasar, pela primeira vez com dados consolidados, políticas públicas voltadas ao controle do animal no País.
A iniciativa surge em um cenário de expansão contínua do javali no território brasileiro. Os prejuízos são estimados em centenas de milhões, podendo ultrapassar R$ 1 bilhão anualmente. A ausência de números consolidados é justamente o principal gargalo enfrentado pelo setor: há relatos recorrentes de danos severos em lavouras e pastagens, mas sem base estatística nacional que permita quantificar o impacto e orientar medidas mais efetivas.
De origem europeia, asiática e do norte da África, o javali (Sus scrofa) é uma espécie altamente adaptável, introduzida no Brasil décadas atrás e que encontrou condições favoráveis para se expandir. Sem predadores naturais relevantes e com elevada taxa reprodutiva — fêmeas podem entrar em reprodução ainda jovens e ter até três ninhadas por ano, com até uma dezena de filhotes —, a população cresce em ritmo acelerado.
No campo, os efeitos são diretos e, em muitos casos, imediatos. O ataque às lavouras ocorre desde o plantio, com o consumo de sementes, até fases mais avançadas, com o pisoteio e a destruição de plantas. O comportamento de escavação, utilizado na busca por alimento, revolve o solo, compromete sua estrutura e eleva o risco de erosão, afetando não apenas a safra atual, mas também o potencial produtivo das áreas nas temporadas seguintes.
Além das perdas agrícolas, há impactos sobre a pecuária e o meio ambiente. O javali compete por alimento com espécies nativas, predam pequenos animais, degradam áreas de vegetação e podem atuar como vetores de doenças, elevando o risco sanitário nas propriedades.
Desde 2013, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis classifica o javali como espécie exótica invasora e autoriza seu controle por meio do abate, desde que realizado por manejadores cadastrados. Na prática, no entanto, a contenção tem eficácia limitada. A combinação de hábitos noturnos, inteligência e capacidade de adaptação torna o animal difícil de capturar, exigindo estratégias combinadas que nem sempre são viáveis em grandes áreas.
Entre as medidas adotadas pelos produtores estão a caça controlada, o uso de armadilhas e a instalação de cercas elétricas. Todas, porém, apresentam limitações operacionais ou custos elevados, o que dificulta a adoção em larga escala.
Para o produtor rural, o impacto vai além da perda pontual de produtividade. Áreas invadidas por javalis frequentemente demandam replantio, correção do solo e aumento do uso de insumos, elevando o custo de produção e comprometendo a rentabilidade. Em casos recorrentes, o prejuízo se estende por várias safras.
A expectativa do governo é que os dados coletados até maio permitam identificar as regiões mais afetadas, os sistemas produtivos mais vulneráveis e a intensidade média dos danos. Os resultados devem ser divulgados no segundo semestre e servir de base para ações coordenadas de controle populacional e mitigação dos impactos.
PARA PARTICIPAR DA PESQUISA CLICANDO AQUI
CARTILHA – Paralelamente ao levantamento, o Sistema FAEP/SENAR-PR lançou uma cartilha técnica que detalha os riscos econômicos, ambientais e sanitários associados à presença do animal.
O material foi elaborado com a participação de órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná e o Exército Brasileiro, além de entidades do setor produtivo (clique aqui).
Fonte: Pensar Agro
Entretenimento6 dias atrásMalvino Salvador passa por transformação para viver ‘Jesus’ em Paixão de Cristo 2026
Entretenimento6 dias atrásRayane Figliuzzi exibe shape após drenagem e se declara para Belo
Mato Grosso6 dias atrásPolícia Civil rastreia dinheiro da morte de advogado e comprova pagamento de R$ 215 mil pelo crime
Mato Grosso3 dias atrásOperações Lei Seca resultam na prisão de 19 condutores por embriaguez em Cuiabá e mais duas cidades do interior
Mato Grosso3 dias atrásPolícia Civil prende casal por tráfico de drogas durante investigação de duplo homicídio em General Carneiro
Mato Grosso7 dias atrásPolícia Militar prende dois homens em flagrante suspeitos por furto em Barra do Garças
Mato Grosso7 dias atrásInvestigados pela Polícia Civil recebem condenação superior a 90 anos de reclusão
Mato Grosso7 dias atrásPorto dos Gaúchos recebe mais R$ 75 milhões em investimentos: “momento ímpar”, afirma prefeito













