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Wellington lidera corrida ao Governo de Mato Grosso em todos os cenários

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O senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, aparece na liderança em todos os cenários avaliados pelo Instituto Percent Brasil. O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (23).

Na pesquisa espontânea, quando o eleitor responde em quem votaria sem receber uma lista de nomes, Fagundes registra 9,1% das intenções de voto. Na sequência estão Jayme Campos (União), com 6,4%, e Otaviano Pivetta (Republicanos), com 6,3%. Nesse cenário, 64,5% dos entrevistados se declararam indecisos.

No cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores, Wellington amplia a vantagem e alcança 25,0%. Jayme Campos aparece em segundo lugar, com 15,0%, seguido por Pivetta, com 14,0%. Natasha Slhessarenko soma 7,0%. O percentual de indecisos cai para 25,4%.

Em uma simulação sem a presença de Jayme Campos, o senador do PL cresce ainda mais, atingindo 28,8% das intenções de voto. Otaviano Pivetta ocupa a segunda colocação, com 15,1%, enquanto Natasha aparece com 8,0%. Os indecisos representam 32,0% nesse cenário.

A pesquisa foi realizada entre os dias 9 e 17 de fevereiro, com 1.200 eleitores de Mato Grosso. O levantamento está registrado sob os números BR 08543/2026 e MT 06846/2026 no TSE. A margem de erro é de 2,83 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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Polícia Civil desarticula esquema que desviou mais de 700 toneladas de soja em Campo Novo do Parecis

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (17.3), a Operação Joio para o cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido no furto qualificado de mais de R$ 1,1 milhão em cargas de soja em uma fazenda localizada no município de Campo Novo do Parecis.

As ordens judiciais, sendo 11 mandados de prisão preventiva, 11 de buscas e apreensão, além de 12 sequestro de veículos, 11 bloqueios de contas bancárias e quebra de sigilos telemáticos, são cumpridas nas cidades de Barra do Bugres, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Tangará da Serra, Guarantã do Norte e Diamantino.

As investigações, conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco), apontam que o grupo criminoso está envolvidos, em pelo menos 14 carregamentos irregulares de grãos, que resultaram no desvio de cerca de 701 toneladas de soja.

Os desvios ocorreram entre os dias 02 e 09 de maio de 2025, em uma fazenda em Campo Novo do Parecis, causando prejuízo estimado em R$ 1,1 milhão à empresa vítima.

Esquema de desvio

Para desviar as cargas, o grupo atuava de forma estruturada, contando com a participação de funcionários ligados ao processo de carregamento de grãos, classificadores (balanceiros) e motoristas.

Segundo a investigação, caminhões ingressavam na propriedade rural com ordens de carregamento falsificadas, sem a devida conferência documental e sem a realização da classificação obrigatória da carga. Após o carregamento irregular, os veículos deixavam o local transportando a soja desviada para destino desconhecido.

O esquema criminoso envolvia o pagamento de vantagens indevidas a integrantes responsáveis pelo controle de acesso e classificação dos grãos, que permitiam a saída dos caminhões sem os procedimentos exigidos.

Os valores eram repassados por meio de transferências bancárias, muitas vezes utilizando contas de terceiros, com o objetivo de ocultar a origem ilícita do dinheiro e dificultar o rastreamento das transações.

Diante dos elementos reunidos no inquérito policial, o delegado responsável pelas investigações, Mário Santiago, representou pelas ordens judiciais contra os investigados, com o objetivo de aprofundar as investigações, interromper a atuação do grupo e garantir eventual ressarcimento dos prejuízos causados.

Nome da operação:

Joio faz referência à necessidade de separar o que é legítimo do que é fraudulento dentro da cadeia produtiva, simbolizando o trabalho investigativo de identificar e retirar do sistema os envolvidos no esquema criminoso.

A ação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Redecarga

A operação da Polícia Civil do Estado de Mato Grosso participa da ‘1ª Operação Redecarga, iniciativa de alcance nacional voltada ao combate de organizações criminosas envolvidas em roubo, furto e receptação de cargas. A ação é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Redecarga – Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento ao Roubo e Furto de Cargas.

Fonte: Governo MT – MT

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