Agricultura
Secretaria de Educação de Várzea Grande: RH e Legislação com Atendimento Provisório no NET VG
Agricultura
A Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande anunciou a realocação provisória dos setores de Recursos Humanos (RH) e Legislação (responsável por matrículas). A medida é necessária devido às obras de reforma na sede da Pasta e visa manter a qualidade do atendimento à população e aos servidores.
Novo Local e Justificativa da Mudança
Os serviços de RH e Legislação passam a operar no Núcleo de Tecnologia Educacional (NET VG), um local de fácil acesso próximo ao Terminal André Maggi. O secretário da pasta, Igor Cunha, explicou que a escolha desses setores para realocação temporária se deu pelo intenso fluxo de atendimento que possuem. A iniciativa busca proporcionar um ambiente mais confortável e adequado para os munícipes e servidores durante o período de obras, conforme a meta de melhoria contínua da infraestrutura.
Escopo da Reforma na Sede
A engenheira responsável pelo projeto, Ana Paula Botelho da Silva, detalhou as intervenções na antiga sede da Secretaria de Educação. As obras de infraestrutura incluem a substituição do telhado de cimento-amianto por telhas isotérmicas, troca do forro de PVC por mineral, renovação completa das redes elétrica e lógica, adaptação dos banheiros para Pessoas com Deficiência (PCDs), revitalização da fachada, adequação de portas de vidro, instalação de corrimões e reestruturação organizacional de setores administrativos. A reforma está sendo executada com recursos próprios do município.
<i>Este conteúdo foi adaptado pela nossa redação a partir de informações originais de Prefeitura de Várzea Grande – MT. Imagens: Reprodução / Créditos originais mantidos na fonte.</i>
Fonte: https://oatual.com.br
Agricultura
Alta dos insumos e eventos climáticos ampliam pressão sobre o agronegócio
O avanço dos custos de produção e a maior frequência de eventos climáticos extremos estão entre os principais desafios enfrentados pelo agronegócio mineiro em 2026. A avaliação é de que o setor convive simultaneamente com os reflexos das tensões geopolíticas internacionais, que afetam o mercado global de insumos, e com fenômenos climáticos cada vez mais imprevisíveis, capazes de comprometer a produtividade no campo.
Segundo dados apresentados durante evento realizado em Belo Horizonte, os custos dos insumos agrícolas acumularam alta de cerca de 70% desde 2019. O aumento atinge diretamente a rentabilidade dos produtores rurais e acaba repercutindo ao longo da cadeia, influenciando os preços dos alimentos que chegam ao consumidor.
A pressão sobre os custos ocorre em um contexto de forte dependência de fertilizantes e outros insumos importados. Conflitos internacionais, restrições comerciais e oscilações nos mercados globais têm provocado instabilidade nos preços e aumentado a preocupação de produtores e entidades do setor.
Diante desse cenário, uma das apostas para reduzir a vulnerabilidade das propriedades rurais tem sido a ampliação do uso de bioinsumos e o desenvolvimento de tecnologias adaptadas às condições brasileiras. A estratégia busca diminuir a dependência de produtos importados e aumentar a eficiência produtiva das lavouras.
O incentivo ao uso de variedades mais resistentes também integra esse movimento. A expectativa é que cultivares com maior tolerância a estresses climáticos e menor exigência de determinados insumos possam contribuir para reduzir custos e ampliar a resiliência das atividades agrícolas.
Minas Gerais ocupa posição de destaque na agropecuária nacional, com forte participação em cadeias como café, leite, batata, citros e diversas outras culturas. Essa diversidade produtiva ajuda a distribuir riscos e fortalece a participação do agronegócio na economia estadual.
Nos últimos anos, o setor registrou crescimento das exportações e ampliou sua contribuição para a geração de renda e empregos. Ainda assim, produtores continuam enfrentando desafios relacionados ao acesso ao crédito, à incorporação de novas tecnologias e à gestão das propriedades diante de um ambiente de negócios cada vez mais complexo.
Entre as preocupações mais imediatas está a influência do clima sobre as lavouras. Em regiões produtoras de café, episódios recentes de chuva de granizo têm gerado apreensão entre agricultores devido ao potencial de danos às plantações. Além das perdas diretas, eventos desse tipo aumentam a incerteza sobre a produção e podem afetar a qualidade dos grãos.
A combinação entre custos elevados e instabilidade climática reforça a necessidade de investimentos em inovação, pesquisa e gestão de risco. Para especialistas do setor, a capacidade de adaptação será cada vez mais determinante para manter a competitividade da agropecuária brasileira nos próximos anos.
Mesmo diante das dificuldades, o agronegócio segue como um dos principais motores da economia mineira. A expectativa é que o avanço de tecnologias, a adoção de práticas sustentáveis e a busca por maior eficiência produtiva permitam ao setor enfrentar um cenário marcado por desafios globais e mudanças cada vez mais rápidas no ambiente de produção.
Fonte: Pensar Agro
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