Cultura
MEC livros: plataforma dá acesso gratuito a 8 mil livros digitais
Cultura
Lançado no início deste mês, o MEC Livros já tem 566 mil pessoas cadastradas e 263 mil aluguéis de obras.

A biblioteca digital do Governo Federal oferece cerca de oito mil livros gratuitos em formato digital, que podem ser alugados por usuários com conta Gov.br.
A plataforma reúne obras de romance, ficção, histórias em quadrinhos, entre outras, de autores nacionais e internacionais.
Os livros mais lidos na plataforma são: Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski; A Cabeça do Santo, de Socorro Acioli; Sem Despedidas e A Vegetariana, de Han Kang; e Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J.K. Rowling.
Usuária do MEC Livros, a psicóloga Rosa Paula acredita que a plataforma democratiza o acesso à literatura no país, já que, segundo ela, as obras tiveram uma alta nos preços nos últimos anos.
Rosa também destaca a diversidade de livros disponíveis para leitura na plataforma, como obras novas, clássicas, lançamentos, entre outras.
Para alugar uma obra, é preciso acessar o site meclivros.mec.gov.br e entrar com a conta Gov.br.
A plataforma também pode ser baixada em celulares. Basta procurar por MEC Livros na loja de aplicativos. Logo depois, é só escolher um livro e clicar em “Obter empréstimo e ler”. O usuário tem até 14 dias para realizar a leitura, e após esse prazo, a devolução ou a renovação do empréstimo podem ser feitos.
A iniciativa incentiva a leitura e apoia a prática pedagógica, podendo ser usada por professores durante a educação básica.
*Com supervisão de Bianca Paiva
Cultura
Viva Maria entrevista Cristina Serra sobre a geopolítica do futebol
Oi, Oi, gente amiga desse nosso programa, que de olho na TV Brasil, acompanhou com grande interesse a edição inédita do programa Brasil No Mundo que conversou com o cientista político e professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Carlos Eduardo Martins e Cristina Serra, que é a titular desse programa ao lado dos grandes Yan Boechat e Jamil Chade. A geopolítica do futebol no contexto da Copa do Mundo de 2026 foi objeto da análise desses craques. 

Sem dúvida, uma visão completamente diferenciada do que a mídia, em geral, vem fazendo em relação a Copa do Mundo de 2026. Então, é com enorme prazer que nós vamos conversar agora com a jornalista, escritora e referência nacionalpelo compromisso com a verdade e, acima de tudo, pela coragem que ela tem de enfrentar os temas mais desafiadores da nossa sociedade. Seja mais do que bem-vinda, minha querida, Cristina Serra.
Pois é, e como nós vamos falar de Copa, a bola é sua, minha amiga. Eu achei que o professor, como não podia deixar de ser, deu uma verdadeira aula de geopolítica destacando, inclusive, a discriminação e o preconceito com que a seleção do Irã, por exemplo, está sendo tratada nessa Copa dos Estados Unidos, que, sob todos os aspectos, é muito diferente de todas as demais que a gente já teve a oportunidade de acompanhar, não é verdade?
É verdade, essa é uma Copa, de fato, com muitas peculiaridades. É uma Copa sendo realizada em três países da América do Norte, sendo os Estados Unidos, o que vai receber o maior número de jogos, e os Estados Unidos, que são um país que até dias atrásestava em guerra com o Irã, (nós estamos falando no momento em que foi anunciado que Estados Unidos e Irã)chegaram a um acordo que ainda vai ser assinado, vamos aguardar nos próximos dias. Mas seja como for, quando a Copa começou, ela começou com essa situação absolutamente inédita: um país agressor recebendo um país agredido com muitas hostilidades. A Copa do Mundo, Mara, todo mundo sabe, é uma oportunidade para qualquer país mostrar a sua hospitalidade, a sua simpatia. Você quer abrir as suas portas para os países, para as seleções visitantes. E Trump fez o contrário. Nos dias que antecederam o começo da Copa do Mundo, algumas seleções sendo submetidas a humilhações, e sobretudo a gente vê, essas seleções que passaram por situações investigatórias são seleções do Oriente Médio,como foi o caso do Irã e do Iraque, e seleções do continente africano. Isso espelha muito bem o que é o governo Trump, um governo racista, que recebe bem a uns e recebe muito mal e agressivamente a outros.
Então eu espero você, Jamil Chade e Yan Boechat , já no próximo domingo, para a gente correr para o abraço celebrando a vitória do Brasil e esperar que esse acordo, esse prometido acordo de paz possa ser celebrado também nesse seu programa, que vai ao ar sempre aos domingos às 7h30 da noite.
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