Agricultura
ALMT Homenageia Cabo da PM por Evitar Tragédia Maior em Feminicídio de Cuiabá
Agricultura

A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) concedeu moção de aplausos ao cabo R. Silva, da Força Tática do 1º Comando Regional de Cuiabá. A homenagem reconhece sua atuação decisiva, que preveniu novas mortes após o feminicídio da professora Luciene Naves Correia, de 51 anos, ocorrido em 16 de outubro no bairro Osmar Cabral.
Reconhecimento Institucional à Ação Heroica
O presidente da ALMT, deputado Max Russi, destacou a importância de reconhecer institucionalmente atitudes que salvam vidas. Ele enfatizou que, mesmo fora do horário de serviço, o policial agiu com rapidez e eficácia para impedir que a tragédia tivesse desdobramentos ainda mais graves. Russi também reforçou a necessidade de colaboração entre poderes e instituições para combater a violência contra a mulher.
Para o coronel Lima Júnior, comandante do 1º Comando Regional da Polícia Militar, a moção simboliza o reconhecimento ao compromisso contínuo dos policiais com a defesa da sociedade, independentemente de estarem em serviço ou de folga.
A Tragédia e a Intervenção Policial
Conforme informações do 1º Comando Regional, o crime foi perpetrado por Paulo Neves Bispo, 61 anos, ex-marido da vítima, que não aceitava o término do relacionamento. Após atirar em Luciene em frente à sua residência, ele tentou invadir um quarto para agredir a filha do casal, que está grávida e conseguiu se trancar, evitando o ataque.
Incapaz de arrombar a porta, o agressor deixou o local, declarando que procuraria a outra filha com intenção de matá-la. Durante seu deslocamento, foi localizado pelo cabo R. Silva. Ao receber voz de prisão, Bispo reagiu, apontando a arma para o policial. Diante da ameaça iminente, o militar efetuou disparos para conter a agressão. O homem foi atingido e não resistiu aos ferimentos.
O Legado de Luciene e o Compromisso Contra a Violência
Luciene Naves Correia atuava na rede pública municipal de ensino desde 2009, exercendo a função de Cuidadora de Aluno com Deficiência (CAD) na Escola Municipal Constança Palma Bem-Bem neste ano. Era amplamente reconhecida pela dedicação aos alunos, postura ética, por sustentar sua família e manter forte vínculo com a comunidade escolar.
Com a aprovação da moção, o Parlamento Estadual reitera seu compromisso com a valorização das forças de segurança e com o fortalecimento de políticas públicas essenciais no enfrentamento à violência contra a mulher.
<i>Este conteúdo foi adaptado pela nossa redação a partir de informações originais de O Atual. Imagens: Reprodução / Créditos originais mantidos na fonte.</i>
Fonte: https://oatual.com.br

Agricultura
Governo inicia levantamento nacional para mapear avanço de javalis no campo

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) iniciou, na última semana, uma pesquisa nacional para identificar a presença de javalis e dimensionar os prejuízos causados pela espécie à produção agropecuária. O levantamento, aberto a produtores rurais e manejadores autorizados, vai ate 31 de maio e deve embasar, pela primeira vez com dados consolidados, políticas públicas voltadas ao controle do animal no País.
A iniciativa surge em um cenário de expansão contínua do javali no território brasileiro. Os prejuízos são estimados em centenas de milhões, podendo ultrapassar R$ 1 bilhão anualmente. A ausência de números consolidados é justamente o principal gargalo enfrentado pelo setor: há relatos recorrentes de danos severos em lavouras e pastagens, mas sem base estatística nacional que permita quantificar o impacto e orientar medidas mais efetivas.
De origem europeia, asiática e do norte da África, o javali (Sus scrofa) é uma espécie altamente adaptável, introduzida no Brasil décadas atrás e que encontrou condições favoráveis para se expandir. Sem predadores naturais relevantes e com elevada taxa reprodutiva — fêmeas podem entrar em reprodução ainda jovens e ter até três ninhadas por ano, com até uma dezena de filhotes —, a população cresce em ritmo acelerado.
No campo, os efeitos são diretos e, em muitos casos, imediatos. O ataque às lavouras ocorre desde o plantio, com o consumo de sementes, até fases mais avançadas, com o pisoteio e a destruição de plantas. O comportamento de escavação, utilizado na busca por alimento, revolve o solo, compromete sua estrutura e eleva o risco de erosão, afetando não apenas a safra atual, mas também o potencial produtivo das áreas nas temporadas seguintes.
Além das perdas agrícolas, há impactos sobre a pecuária e o meio ambiente. O javali compete por alimento com espécies nativas, predam pequenos animais, degradam áreas de vegetação e podem atuar como vetores de doenças, elevando o risco sanitário nas propriedades.
Desde 2013, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis classifica o javali como espécie exótica invasora e autoriza seu controle por meio do abate, desde que realizado por manejadores cadastrados. Na prática, no entanto, a contenção tem eficácia limitada. A combinação de hábitos noturnos, inteligência e capacidade de adaptação torna o animal difícil de capturar, exigindo estratégias combinadas que nem sempre são viáveis em grandes áreas.
Entre as medidas adotadas pelos produtores estão a caça controlada, o uso de armadilhas e a instalação de cercas elétricas. Todas, porém, apresentam limitações operacionais ou custos elevados, o que dificulta a adoção em larga escala.
Para o produtor rural, o impacto vai além da perda pontual de produtividade. Áreas invadidas por javalis frequentemente demandam replantio, correção do solo e aumento do uso de insumos, elevando o custo de produção e comprometendo a rentabilidade. Em casos recorrentes, o prejuízo se estende por várias safras.
A expectativa do governo é que os dados coletados até maio permitam identificar as regiões mais afetadas, os sistemas produtivos mais vulneráveis e a intensidade média dos danos. Os resultados devem ser divulgados no segundo semestre e servir de base para ações coordenadas de controle populacional e mitigação dos impactos.
PARA PARTICIPAR DA PESQUISA CLICANDO AQUI
CARTILHA – Paralelamente ao levantamento, o Sistema FAEP/SENAR-PR lançou uma cartilha técnica que detalha os riscos econômicos, ambientais e sanitários associados à presença do animal.
O material foi elaborado com a participação de órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná e o Exército Brasileiro, além de entidades do setor produtivo (clique aqui).
Fonte: Pensar Agro
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