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Congresso Técnico da 13ª Copa Marcelinho Boiadeiro Reúne 46 Equipes em Sinop

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo, sediou nesta sexta-feira (20) o Congresso Técnico da 13ª Copa Marcelinho Boiadeiro. O encontro, crucial para a definição dos confrontos, teve início às 19h30 no Estádio Municipal Massami Uriú – Gigante do Norte, contando com a participação de 46 equipes e um total de 799 atletas.

Definição dos Confrontos e Chaveamento

O principal objetivo do Congresso Técnico foi realizar o sorteio e definir o chaveamento da competição, estabelecendo os confrontos iniciais. A participação de representantes das equipes e atletas inscritos foi fundamental para acompanhar a distribuição dos grupos e a formação da tabela de jogos, que ocorrerão no Estádio Municipal Massami Uriú.

Impacto e Objetivos da Copa Marcelinho Boiadeiro

Considerada uma das competições mais tradicionais de Sinop, a Copa Marcelinho Boiadeiro visa impulsionar o cenário esportivo local. Seus objetivos centrais incluem promover a prática do futebol de campo, fomentar a integração entre atletas, dirigentes, torcedores e a comunidade, além de incentivar o intercâmbio esportivo entre os diversos bairros da cidade.

A Valorização do Esporte Amador

Segundo Rudy Roger, Diretor de Esporte, o torneio busca ainda valorizar o esporte amador e proporcionar um ambiente de disputa saudável e organizado. Ele ressalta a importância de tais competições na construção do espírito competitivo e na revelação de novos talentos, que podem ascender a níveis estadual e nacional, citando Rogério Ceni como um exemplo histórico.

Período de Inscrições e Divulgação da Tabela

O processo de inscrições para a 13ª Copa Marcelinho Boiadeiro teve início em 29 de janeiro e foi encerrado pontualmente às 17h de 20 de fevereiro. Rudy Roger informou que, caso alguma equipe ainda tivesse interesse, poderia solicitá-lo até o horário de fechamento. A organização assegura que a tabela completa de jogos será amplamente divulgada assim que for finalizada.

<i>Este conteúdo foi adaptado pela nossa redação a partir de informações originais de Prefeitura de Sinop – MT. Imagens: Reprodução / Créditos originais mantidos na fonte.</i>

Fonte: https://oatual.com.br

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Governo inicia levantamento nacional para mapear avanço de javalis no campo

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) iniciou, na última semana, uma pesquisa nacional para identificar a presença de javalis e dimensionar os prejuízos causados pela espécie à produção agropecuária. O levantamento, aberto a produtores rurais e manejadores autorizados, vai ate 31 de maio e deve embasar, pela primeira vez com dados consolidados, políticas públicas voltadas ao controle do animal no País.

A iniciativa surge em um cenário de expansão contínua do javali no território brasileiro. Os prejuízos são estimados em centenas de milhões, podendo ultrapassar R$ 1 bilhão anualmente. A ausência de números consolidados é justamente o principal gargalo enfrentado pelo setor: há relatos recorrentes de danos severos em lavouras e pastagens, mas sem base estatística nacional que permita quantificar o impacto e orientar medidas mais efetivas.

De origem europeia, asiática e do norte da África, o javali (Sus scrofa) é uma espécie altamente adaptável, introduzida no Brasil décadas atrás e que encontrou condições favoráveis para se expandir. Sem predadores naturais relevantes e com elevada taxa reprodutiva — fêmeas podem entrar em reprodução ainda jovens e ter até três ninhadas por ano, com até uma dezena de filhotes —, a população cresce em ritmo acelerado.

No campo, os efeitos são diretos e, em muitos casos, imediatos. O ataque às lavouras ocorre desde o plantio, com o consumo de sementes, até fases mais avançadas, com o pisoteio e a destruição de plantas. O comportamento de escavação, utilizado na busca por alimento, revolve o solo, compromete sua estrutura e eleva o risco de erosão, afetando não apenas a safra atual, mas também o potencial produtivo das áreas nas temporadas seguintes.

Além das perdas agrícolas, há impactos sobre a pecuária e o meio ambiente. O javali compete por alimento com espécies nativas, predam pequenos animais, degradam áreas de vegetação e podem atuar como vetores de doenças, elevando o risco sanitário nas propriedades.

Desde 2013, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis classifica o javali como espécie exótica invasora e autoriza seu controle por meio do abate, desde que realizado por manejadores cadastrados. Na prática, no entanto, a contenção tem eficácia limitada. A combinação de hábitos noturnos, inteligência e capacidade de adaptação torna o animal difícil de capturar, exigindo estratégias combinadas que nem sempre são viáveis em grandes áreas.

Entre as medidas adotadas pelos produtores estão a caça controlada, o uso de armadilhas e a instalação de cercas elétricas. Todas, porém, apresentam limitações operacionais ou custos elevados, o que dificulta a adoção em larga escala.

Para o produtor rural, o impacto vai além da perda pontual de produtividade. Áreas invadidas por javalis frequentemente demandam replantio, correção do solo e aumento do uso de insumos, elevando o custo de produção e comprometendo a rentabilidade. Em casos recorrentes, o prejuízo se estende por várias safras.

A expectativa do governo é que os dados coletados até maio permitam identificar as regiões mais afetadas, os sistemas produtivos mais vulneráveis e a intensidade média dos danos. Os resultados devem ser divulgados no segundo semestre e servir de base para ações coordenadas de controle populacional e mitigação dos impactos.

PARA PARTICIPAR DA PESQUISA CLICANDO AQUI

CARTILHA – Paralelamente ao levantamento, o Sistema FAEP/SENAR-PR lançou uma cartilha técnica que detalha os riscos econômicos, ambientais e sanitários associados à presença do animal.

O material foi elaborado com a participação de órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná e o Exército Brasileiro, além de entidades do setor produtivo (clique aqui).

Fonte: Pensar Agro

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