Agricultura
Brasil em Alerta: Primeira Onda de Calor de 2026 Atinge 40°C e Impacta a Agricultura

A primeira onda de calor de 2026 já acende o alerta para as lavouras de soja, especialmente no interior da região Sul e em Mato Grosso do Sul. As temperaturas máximas são esperadas acima dos 35°C, podendo alcançar 40°C em algumas regiões do país.
Impactos na Agricultura e Recomendações
Este cenário preocupa especialmente os produtores que ainda estão no plantio do milho segunda safra, visto que o calor excessivo eleva a temperatura do solo e compromete a germinação. A orientação atual é aguardar a passagem deste período crítico antes de prosseguir com a semeadura.
Cenário Climático Contrastante no País
Enquanto o calor intenso se concentra no Centro-Sul, a região Norte do país experimenta chuvas significativas. Nos próximos dias, volumes entre 50 e 70 mm são previstos para Acre, norte do Pará e centro-norte do Maranhão em apenas cinco dias, evidenciando a dualidade climática e a necessidade de atenção dos produtores ao manejo.
Previsão do Tempo para as Próximas Semanas
Retorno das Chuvas no Centro-Sul
A partir da próxima semana, espera-se uma mudança no padrão climático. Com o enfraquecimento da onda de calor, as chuvas retornarão gradualmente ao Sul a partir de quarta e quinta-feira, com volumes estimados entre 40 e 45 mm. Este retorno também alcançará áreas de São Paulo e o centro-sul de Minas Gerais, favorecendo a recomposição da umidade do solo e as atividades agrícolas.
Intensificação das Chuvas no Norte e Matopiba
No período entre 7 e 11 de abril, a tendência é de intensificação das chuvas no Norte e no Matopiba. Volumes mais expressivos, superando 70 mm em cinco dias, são esperados no norte de Minas Gerais e no norte de Mato Grosso, indicando maior regularidade hídrica e demandando redobrada atenção dos produtores no manejo e planejamento da safra.
<i>Este conteúdo foi adaptado pela nossa redação a partir de informações originais de Canal Rural. Imagens: Reprodução / Créditos originais mantidos na fonte.</i>
Fonte: https://www.canalrural.com.br

Agricultura
Cotações da Soja: Mercado Brasileiro Misto com Volatilidade em Chicago e Dólar

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com cotações mistas, influenciado pela volatilidade na Bolsa de Chicago e no câmbio. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os melhores preços foram registrados pela manhã, acompanhando a alta inicial em Chicago.
No entanto, o cenário mudou ao longo do dia com a queda da Bolsa e do dólar, resultando em variações no mercado físico. Posteriormente, o mercado travou, com agentes cautelosos à espera de novos direcionadores, como o relatório de intenção de plantio da nova safra dos Estados Unidos, aguardado para o dia 31.
A comercialização na semana mostrou um avanço, mas de forma moderada e sem grande intensidade.
Preços Regionais da Soja no Brasil
As cotações da soja apresentaram as seguintes variações regionais: Passo Fundo (RS) recuou de R$ 125,00 para R$ 124,00; Santa Rosa (RS) de R$ 126,00 para R$ 125,00; Cascavel (PR) de R$ 121,00 para R$ 120,00; Rondonópolis (MT) de R$ 110,00 para R$ 109,00. Por outro lado, Dourados (MS) subiu de R$ 113,00 para R$ 114,00 e Rio Verde (GO) de R$ 110,50 para R$ 111,00.
Cenário Internacional: Soja em Chicago
No mercado internacional, os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago fecharam em baixa, anulando os ganhos da semana. O movimento foi impulsionado por realização de lucros, enquanto agentes avaliam as novas regras para a produção de biodiesel nos Estados Unidos e se posicionam antes do relatório do Departamento de Agricultura dos EUA.
A Agência de Proteção Ambiental dos EUA estabeleceu metas mais elevadas para a mistura de biocombustíveis em 2026 e 2027, um fator visto como positivo para a demanda agrícola. Paralelamente, espera-se um aumento na área plantada com soja no país, motivado pelos altos custos de fertilizantes, que podem reduzir a área destinada ao milho.
O relatório de intenção de plantio será divulgado na terça-feira, às 13h, com a expectativa do mercado apontando para uma área de 85,55 milhões de acres, superior aos 81,22 milhões do ano anterior.
Além disso, será publicado o relatório de estoques trimestrais, que projeta 2,077 bilhões de bushels em 1º de março, um volume acima do registrado no mesmo período do ano passado.
Contratos Futuros de Soja em Chicago
Na Bolsa de Chicago, os contratos de maio finalizaram a US$ 11,59 1/4 por bushel, com queda de 1,23%. A posição de julho encerrou a US$ 11,75 1/4, registrando um recuo de 1,19%.
Entre os subprodutos, o farelo desvalorizou 2,11%, para US$ 315,30 por tonelada, enquanto o óleo recuou 0,89%, cotado a 67,41 centavos de dólar por libra-peso.
Câmbio
O dólar comercial fechou em queda de 0,33%, negociado a R$ 5,2382 para venda. Durante o dia, a moeda oscilou entre R$ 5,2174 e R$ 5,2789, acumulando uma desvalorização de 1,38% na semana.
<i>Este conteúdo foi adaptado pela nossa redação a partir de informações originais de Canal Rural. Imagens: Reprodução / Créditos originais mantidos na fonte.</i>
Fonte: https://www.canalrural.com.br
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