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3.ª edição da cartilha “Agricultura irrigada no Cerrado” será lançada na sexta-feira, 05

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Agricultura irrigada no Cerrado. Esse é o tópico de uma palestra no dia 05 de dezembro no Centro de Eventos Ari José Riedi com início às 18h30. Na oportunidade também será lançada a 3.ª edição da cartilha “Agricultura irrigada no Cerrado: desvendando o caminho para a sustentabilidade” escrito por Lineu Neiva Rodrigues e publicado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O debate será conduzido pelo pesquisador Lineu Neiva Rodrigues.

De acordo com o levantamento de Rodrigues, o Brasil ocupa uma posição estratégica no enfrentamento da fome e da pobreza, especialmente diante da crescente demanda mundial por alimentos. O caminho para superar tais desafios passa, necessariamente, pela capacidade de estabelecer um planejamento estratégico sólido, com metas bem definidas, integração intersetorial e projeções fundamentadas sobre o crescimento das demandas em diferentes setores da economia. No campo da segurança alimentar, o bioma Cerrado destaca-se como uma região de importância geopolítica crescente.

A cartilha pontua ainda que com aproximadamente 204 milhões de hectares, dos quais cerca de 70% apresentam aptidão para a agricultura, o Cerrado é o segundo maior bioma brasileiro em extensão e representa a principal fronteira agrícola do país. Atualmente, responde por mais de 40% da produção nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas, consolidando-se como peça-chave para garantir a segurança alimentar não apenas no Brasil, mas também no cenário global.

Quem é o autor

Com mais de 100 artigos publicados em revistas científicas de alto impacto, 10 livros e 29 capítulos de livros, Lineu Neiva Rodrigues é mestre e doutor em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), com pós-doutorado em Engenharia de Irrigação e Manejo de Água pela Universidade de Nebraska-Lincoln, EUA. Atualmente, atua como pesquisador em recursos hídricos e irrigação na Embrapa Cerrados.

Além de sua atuação como pesquisador, é orientador nos Programas de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola da UFV e em Agronomia (Irrigação e Drenagem) da Faculdade de Ciências Agronômicas – Campus de Botucatu. É também diretor de Políticas Públicas da Associação Brasileira de Engenharia Agrícola (SBEA). Presta consultoria a agências de fomento à pesquisa e revistas científicas renomadas, além de coordenar o grupo de pesquisa Rede Agrohidro, vinculado ao CNPq.

Ao longo de sua carreira, Lineu foi editor associado do Journal of Hydrology: Regional Studies e consultor da Organização dos Estados Americanos (OEA). Atuou como pesquisador visitante no Imperial College London, no Departamento de Estudos de Terra, Ar e Recursos Hídricos da Universidade da Califórnia-Davis (EUA), e no Departamento de Geoinformática, Hidrologia e Modelagem da Universidade Friedrich-Schiller, na Alemanha.

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GGI debate alterações no trânsito

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Gabinete de Gestão Integrada (GGI) debateu hoje, 11 de março, alterações necessárias no trânsito sorrisense. Responsável pela 37ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran-MT) e integrante da comissão de trânsito, Edson de Carvalho, apresentou o plano de trabalho da comissão. Dentre os itens estão alteração de sentido de ruas, o estudo para implantação de binários e regulamentação dos veículos autopropelidos.

Uma das situações envolve a alteração de acessos da Avenida Noêmia, o que irá redefinir o acesso ao bairro Pinheiros. Outro item é a viabilidade de implantação de sistema binário da Rua Graciliano Ramos com a Jorge Amado, bem como a travessia até o loteamento Brasil Norte e os demais em implantação no local. “Também é essencial que demos início ao processo de regulamentação dos veículos autopropelidos, temos observado um grande aumento na circulação desses veículos”, diz. Por fim, a lista alerta para a necessidade de estudo de mobilidade urbana visando a reformulação da logística viária de Sorriso.

Líder do GGI Municipal, o prefeito Alei Fernandes, destacou que o Município cresce e o crescimento reflete de forma automática no trânsito. “Uma das missões da Prefeitura, por meio da Secretaria de Segurança, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) e do próprio GGI é garantir a segurança do ir e vir, por isso essas são demandas essenciais”, avalia.

O colegiado, vale lembrar, é formado por representantes de instituições ligadas às forças de Segurança, à Justiça e aos poderes Legislativo e Executivo.

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