Cultura
Carnaval em Salvador: 700 atrações em circuitos oficiais e 520 shows
Cultura
Em Salvador, neste ano, serão mais de 700 atrações nos circuitos oficiais e mais de 520 shows distribuídos pelos palcos da cidade.

O tema deste ano, já anunciado, é “O samba nasceu aqui”, em homenagem aos 110 anos do ritmo mais brasileiro de todos. O tema é o samba, mas o carnaval continua sendo a festa da diversidade, inclusive musical.
Um dos artistas que tem lugar de honra na folia é Armandinho Macedo, que revela o poder da guitarra baiana para a história do carnaval.
“A guitarra baiana é o meu microfone. É com ela que eu falo, é com ela que eu me comunico e é ela que eu venho trazendo. Ela foi a razão de existir o trio Elétrico. O instrumento do meu pai, ele é criado por Dodô, então isso aí é uma história maravilhosa e eu tenho muito orgulho em trazer isso.”
Entre os artistas que vão se apresentar no Circuito Osmar estão Ivete Sangalo, BaianaSystem, Saulo, Carlinhos Brown, Daniela Mercury, Timbalada e Margareth Menezes.
Já no Circuito Dodô, a festa vai contar com nomes como Léo Santana, Psirico, Aline Rosa, Ara Ketu e Solange Almeida.
Também foram anunciadas as programações do Furdunço, que acontece neste sábado, e do Fuzuê, no domingo. Além da chamada melhor segunda-feira do mundo, com o Harmonia do Samba, o Pipoco com Léo Santana, o desfile do bloco Alerta Geral, o desfile do bloco Olodum e a torre de música eletrônica instalada no Farol da Barra.
A programação completa pode ser conferida no site e nas redes sociais da Prefeitura de Salvador.
Cultura
Festival Internacional de Cinema de Brasília acontece até 3 de maio
Após uma seleção acirrada, com quase 900 filmes inscritos, a capital do país recebe um dos festivais de cinema mais importantes da região, o Festival Internacional de Cinema de Brasília, também chamado de BIFF. O evento foca na divulgação de produções de qualidade, mas que dificilmente entram no circuito tradicional.

Um dos critérios para a escolha dos filmes é o tempo de trabalho de cada diretor, que não pode ter produzido mais de três obras. A ideia é valorizar quem está começando e tem potencial para despontar, como destaca Natasha Prado, diretora executiva do evento.
“É para dar oportunidade a novos diretores que ainda não tiveram a oportunidade de mostrar seu trabalho no mercado que, infelizmente, é ainda fechado. Inclusive, geralmente, esses diretores que estão começando mostram sempre suas melhores obras no início da carreira. Por exemplo, Tarantino, com Cães de Aluguel”.
A programação conta com duas competições principais, a júnior e a de longas-metragens, voltadas para públicos de diferentes idades. Natasha Prado explica cada uma delas.
“O BIFF Júnior é voltado ao público jovem. Então nós temos uma curadoria mirim, que analisa os filmes com o olhar deles junto com a Anna Karina de Carvalho, que é a nossa diretora artística, e eles avaliam roteiro, qualidade, direção. Para que filmes juvenis tenham mais espaço, que eles não costumam ter nas salas de cinema. E a mostra competitiva, eles precisam atender essas mesmas características de qualidade. Os nossos curadores buscam filmes que impactam, que tenham temas relevantes, roteiros bons”.
Nesta edição do evento, a homenageada é a produtora Gullane, responsável por grandes filmes nacionais. Algumas das produções da empresa exibidas no evento são “O ano em que meus pais saíram de férias” e “Que horas ela volta?”. Natasha Prado reforça a relevância da Gullane.
“A produtora Gullane, ela é uma das principais do Brasil e do cinema brasileiro, principalmente do cinema da retomada. Eles têm mais de 80 filmes e também tem muita participação em festivais internacionais, levando o cinema brasileiro para fora, além de ser pioneira em coproduções, isso é muito importante”.
Natasha fala ainda sobre o momento vivido pelo cinema brasileiro, com o país concorrendo ao Oscar por dois anos seguidos, com “O Agente Secreto” e “Ainda estou aqui”, que venceu na categoria Filme internacional.
“É um ano muito especial. Já é o segundo ano consecutivo que o Brasil concorre a prêmios importantes no Oscar, o que dá muita visibilidade. Mas o Brasil sempre teve muita atenção internacional. Tanto que os festivais de cinema no Brasil sempre recebem muitos filmes e muitas inscrições. Então, mais do que nunca, eu acho que o Brasil está nos holofotes, estamos levando os nossos filmes para as salas no mundo inteiro e também trazendo muitos filmes do mundo inteiro para o Brasil”.
Outras atrações do festival são a Mostra de Cinema Negro e o Encontro dos Festivais. A ideia é fortalecer o audiovisual brasileiro, valorizando a diversidade e” promovendo o diálogo entre profissionais da área.
O Festival Internacional de Cinema de Brasília acontece até o dia 3 de maio no Cine Brasília, um dos mais tradicionais da cidade. A entrada é franca!
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