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Festival Criola na Área celebra cultura e identidade preta em São Luís

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Neste mês da Consciência Negra, São Luís, no Maranhão, abre, a partir desta quarta-feira, o “Festival Criola na Área”. O evento gratuito acontece no Quilombo Urbano da Liberdade, considerado o maior do gênero no Brasil, e terá, em seus três dias de programação, oficinas de criações artísticas, batalhas de rima, mostra audiovisual, cultura popular e shows que exaltam a identidade das mulheres pretas e da criação coletiva.

As atividades começam a partir das três da tarde, no Centro de Iniciação ao Trabalho, que fica na Avenida do Reggae, com ações formativas. Tem a oficina “Na trilha da cor: Botânica de Jardim”, ensinando técnicas de criação de tintas naturais a partir de plantas e pigmentos do cotidiano. Já a rapper Pantera Black ministra a oficina infantojuvenil “A Rima do Tambor ao Beat”, a partir das quatro da tarde; às 17h, tem a contação de história “Pereguedé” com a cantora Camila Reis. À noite, o espaço recebe a mostra de cinema Punga, com exibição dos curtas “Trançatlânticas”, “Ginga Reggae na Jamaica Brasileira” e “Maracanã: Território de Resistência”, seguido de bate-papo com as realizadoras.

Na quinta-feira, estão previstas as oficinas “O Som da Caixeira” e “O Toque da Zabumba”, apresentando uma iniciação para o toque de Caixa do Divino Espírito Santo e também da Zabumba; apresentações dos grupos de Tambor de Crioula Filhas de São Benedito e Proteção de Verequete, além da performance “Zabumbeiras”, seletiva e final da Batalha de Rimas da LB, além do reggae da Radiola Leoa Dourada.

Na sexta-feira, a partir das seis da tarde, o espaço cultural “Viva Liberdade” recebe a Salva das Caixeiras, seguida de várias DJs da cena maranhense, além de shows de Afroprata, Bebel Du Guetto e Enme. O encerramento do festival será a partir das onze e meia da noite com o espetáculo “Criola na Área”. A rapper Pantera Black recebe referências da música negra maranhense como Célia Sampaio, Dicy, Núbia e Regiane Araújo.

A programação completa do festival e as inscrições para as ações formativas estão disponíveis no Instagram @criolabeat.




Fonte: EBC Cultura

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Festival Internacional de Cinema de Brasília acontece até 3 de maio

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Após uma seleção acirrada, com quase 900 filmes inscritos, a capital do país recebe um dos festivais de cinema mais importantes da região, o Festival Internacional de Cinema de Brasília, também chamado de BIFF. O evento foca na divulgação de produções de qualidade, mas que dificilmente entram no circuito tradicional.

Um dos critérios para a escolha dos filmes é o tempo de trabalho de cada diretor, que não pode ter produzido mais de três obras. A ideia é valorizar quem está começando e tem potencial para despontar, como destaca Natasha Prado, diretora executiva do evento.

“É para dar oportunidade a novos diretores que ainda não tiveram a oportunidade de mostrar seu trabalho no mercado que, infelizmente, é ainda fechado. Inclusive, geralmente, esses diretores que estão começando mostram sempre suas melhores obras no início da carreira. Por exemplo, Tarantino, com Cães de Aluguel”.

A programação conta com duas competições principais, a júnior e a de longas-metragens, voltadas para públicos de diferentes idades. Natasha Prado explica cada uma delas.

“O BIFF Júnior é voltado ao público jovem. Então nós temos uma curadoria mirim, que analisa os filmes com o olhar deles junto com a Anna Karina de Carvalho, que é a nossa diretora artística, e eles avaliam roteiro, qualidade, direção. Para que filmes juvenis tenham mais espaço, que eles não costumam ter nas salas de cinema. E a mostra competitiva, eles precisam atender essas mesmas características de qualidade. Os nossos curadores buscam filmes que impactam, que tenham temas relevantes, roteiros bons”.

Nesta edição do evento, a homenageada é a produtora Gullane, responsável por grandes filmes nacionais. Algumas das produções da empresa exibidas no evento são “O ano em que meus pais saíram de férias” e “Que horas ela volta?”. Natasha Prado reforça a relevância da Gullane.

“A produtora Gullane, ela é uma das principais do Brasil e do cinema brasileiro, principalmente do cinema da retomada. Eles têm mais de 80 filmes e também tem muita participação em festivais internacionais, levando o cinema brasileiro para fora, além de ser pioneira em coproduções, isso é muito importante”.

Natasha fala ainda sobre o momento vivido pelo cinema brasileiro, com o país concorrendo ao Oscar por dois anos seguidos, com “O Agente Secreto” e “Ainda estou aqui”, que venceu na categoria Filme internacional.

“É um ano muito especial. Já é o segundo ano consecutivo que o Brasil concorre a prêmios importantes no Oscar, o que dá muita visibilidade. Mas o Brasil sempre teve muita atenção internacional. Tanto que os festivais de cinema no Brasil sempre recebem muitos filmes e muitas inscrições. Então, mais do que nunca, eu acho que o Brasil está nos holofotes, estamos levando os nossos filmes para as salas no mundo inteiro e também trazendo muitos filmes do mundo inteiro para o Brasil”.

Outras atrações do festival são a Mostra de Cinema Negro e o Encontro dos Festivais. A ideia é fortalecer o audiovisual brasileiro, valorizando a diversidade e” promovendo o diálogo entre profissionais da área.

O Festival Internacional de Cinema de Brasília acontece até o dia 3 de maio no Cine Brasília, um dos mais tradicionais da cidade. A entrada é franca!

 


Fonte: EBC Cultura

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