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Cultura

Festival Kebrada começa nesta quarta-feira (17) em São Luís

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O maior festival de cultura de rua do Maranhão começa nesta quarta-feira (17). É a 8ª edição do Festival Kebrada, que acontece em São Luís, no Centro Cultural Vale Maranhão, que fica no Centro Histórico da capital.

Até o próximo sábado, o espaço cultural recebe uma intensa programação gratuita com shows, batalhas, slams, dança, discotecagem e tudo mais que a cultura urbana periférica maranhense agrega na sua identidade.

A abertura nesta quarta-feira (17) começa a partir das 19h. Estão previstas a apresentação do DJ MTS, seguido de batalha de MCs e encerrando com o show do rapper e produtor musical, Adys.

Outro destaque do evento é o mural de grafite, que é produzido durante os quatro dias do evento e que vai emoldurar o pátio do Centro Cultural até a próxima edição do Kebrada, no final de 2026. Este ano, foram convidados cinco artistas da arte urbana maranhense, entre eles o multiartista Caju Moura e as grafiteiras Geiza Soares e Lea Pac.

Quem faz o show de encerramento no sábado, a partir das 21h30, é o rapper Rapadura, pioneiro ao unir rap e cultura tradicional nordestina. O artista construiu um estilo singular que o levou a parcerias com O Rappa, Alok, BaianaSystem e à indicação ao Grammy Latino.

A programação do 8º Festival Kebrada está disponível no Instagram @centroculturalvalemaranhao.




Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria entrevista Cristina Serra sobre a geopolítica do futebol

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Oi, Oi, gente amiga desse nosso programa, que de olho na TV Brasil, acompanhou com grande interesse a edição inédita do programa Brasil No Mundo que conversou com o cientista político e professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Carlos Eduardo Martins e Cristina Serra, que é a titular desse programa ao lado dos grandes Yan Boechat e Jamil Chade. A geopolítica do futebol no contexto da Copa do Mundo de 2026 foi objeto da análise desses craques. 

Sem dúvida, uma visão completamente diferenciada do que a mídia, em geral, vem fazendo em relação a Copa do Mundo de 2026. Então, é com enorme prazer que nós vamos conversar agora com a jornalista, escritora e referência nacionalpelo compromisso com a verdade e, acima de tudo, pela coragem que ela tem de enfrentar os temas mais desafiadores da nossa sociedade.  Seja mais do que bem-vinda, minha querida, Cristina Serra.

Pois é, e como nós vamos falar de Copa, a bola é sua, minha amiga.  Eu achei que o professor, como não podia deixar de ser, deu uma verdadeira aula de geopolítica destacando, inclusive, a discriminação e o preconceito com que a seleção do Irã, por exemplo, está sendo tratada nessa Copa dos Estados Unidos, que, sob todos os aspectos, é muito diferente de todas as demais que a gente já teve a oportunidade de acompanhar, não é  verdade?

É verdade, essa é uma Copa, de fato, com muitas peculiaridades.  É uma Copa sendo realizada em três países da América do Norte, sendo os Estados Unidos,  o que vai receber o maior número de jogos, e os Estados Unidos, que são um país que até dias atrásestava em guerra com o Irã, (nós estamos falando no momento em que foi anunciado que Estados Unidos e Irã)chegaram a um acordo que ainda vai ser assinado, vamos aguardar nos próximos dias.  Mas seja como for, quando a Copa começou, ela começou com essa situação absolutamente inédita:  um país agressor recebendo um país agredido com muitas hostilidades. A Copa do Mundo, Mara, todo mundo sabe, é uma oportunidade para qualquer país mostrar a sua hospitalidade, a sua simpatia.  Você quer abrir as suas portas para os países, para as seleções visitantes. E Trump fez o contrário. Nos dias que antecederam o começo da Copa do Mundo, algumas seleções sendo submetidas a humilhações, e sobretudo a gente vê, essas seleções que passaram por situações investigatórias são seleções do Oriente Médio,como foi o caso do Irã e do Iraque, e seleções do continente africano.  Isso espelha muito bem o que é o governo Trump, um governo racista, que recebe bem a uns e recebe muito mal e agressivamente a outros. 

 Então eu espero você, Jamil Chade  e Yan Boechat , já no próximo domingo,  para a gente correr para o abraço celebrando a vitória do Brasil e esperar que esse acordo, esse prometido acordo de paz possa ser celebrado também nesse seu programa,  que vai ao ar sempre aos domingos às 7h30 da noite.


Fonte: EBC Cultura

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