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Literatura potente de Ana Paula Maia é finalista do Booker Prize 2026

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A brasileira Ana Paula Maia, nascida em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, é uma das selecionadas da primeira lista de finalistas do Booker Prize 2026, um dos mais importantes prêmios literários do mundo. A autora e roteirista foi escolhida pelo livro “Assim na terra como embaixo da terra”, vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura em 2018.

A obra narra o cotidiano de uma colônia penal isolada, em vias de desativação. O local, que deveria socializar os detentos para a reinserção na vida em comunidade, acabou se transformando em uma espécie de campo de extermínio.

Ana Paula também é autora de “O Habitante das Falhas Subterrâneas”, “De Gados e Homens” e da trilogia” A Saga dos Brutos”. Seus livros foram publicados na Alemanha, Argentina, França, Itália, Sérvia, Estados Unidos e Espanha. A escritora também tem diversos contos publicados em antologias e trabalhou como roteirista em variados projetos para televisão, cinema e teatro.

Nas redes sociais, a editora Record, responsável pela publicação de “Assim na terra como embaixo da terra”, ressaltou que, com a indicação, Ana Paula Maia ganha destaque internacional e leva para o mundo uma literatura potente.


Fonte: EBC Cultura

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Festival Internacional de Cinema de Brasília acontece até 3 de maio

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Após uma seleção acirrada, com quase 900 filmes inscritos, a capital do país recebe um dos festivais de cinema mais importantes da região, o Festival Internacional de Cinema de Brasília, também chamado de BIFF. O evento foca na divulgação de produções de qualidade, mas que dificilmente entram no circuito tradicional.

Um dos critérios para a escolha dos filmes é o tempo de trabalho de cada diretor, que não pode ter produzido mais de três obras. A ideia é valorizar quem está começando e tem potencial para despontar, como destaca Natasha Prado, diretora executiva do evento.

“É para dar oportunidade a novos diretores que ainda não tiveram a oportunidade de mostrar seu trabalho no mercado que, infelizmente, é ainda fechado. Inclusive, geralmente, esses diretores que estão começando mostram sempre suas melhores obras no início da carreira. Por exemplo, Tarantino, com Cães de Aluguel”.

A programação conta com duas competições principais, a júnior e a de longas-metragens, voltadas para públicos de diferentes idades. Natasha Prado explica cada uma delas.

“O BIFF Júnior é voltado ao público jovem. Então nós temos uma curadoria mirim, que analisa os filmes com o olhar deles junto com a Anna Karina de Carvalho, que é a nossa diretora artística, e eles avaliam roteiro, qualidade, direção. Para que filmes juvenis tenham mais espaço, que eles não costumam ter nas salas de cinema. E a mostra competitiva, eles precisam atender essas mesmas características de qualidade. Os nossos curadores buscam filmes que impactam, que tenham temas relevantes, roteiros bons”.

Nesta edição do evento, a homenageada é a produtora Gullane, responsável por grandes filmes nacionais. Algumas das produções da empresa exibidas no evento são “O ano em que meus pais saíram de férias” e “Que horas ela volta?”. Natasha Prado reforça a relevância da Gullane.

“A produtora Gullane, ela é uma das principais do Brasil e do cinema brasileiro, principalmente do cinema da retomada. Eles têm mais de 80 filmes e também tem muita participação em festivais internacionais, levando o cinema brasileiro para fora, além de ser pioneira em coproduções, isso é muito importante”.

Natasha fala ainda sobre o momento vivido pelo cinema brasileiro, com o país concorrendo ao Oscar por dois anos seguidos, com “O Agente Secreto” e “Ainda estou aqui”, que venceu na categoria Filme internacional.

“É um ano muito especial. Já é o segundo ano consecutivo que o Brasil concorre a prêmios importantes no Oscar, o que dá muita visibilidade. Mas o Brasil sempre teve muita atenção internacional. Tanto que os festivais de cinema no Brasil sempre recebem muitos filmes e muitas inscrições. Então, mais do que nunca, eu acho que o Brasil está nos holofotes, estamos levando os nossos filmes para as salas no mundo inteiro e também trazendo muitos filmes do mundo inteiro para o Brasil”.

Outras atrações do festival são a Mostra de Cinema Negro e o Encontro dos Festivais. A ideia é fortalecer o audiovisual brasileiro, valorizando a diversidade e” promovendo o diálogo entre profissionais da área.

O Festival Internacional de Cinema de Brasília acontece até o dia 3 de maio no Cine Brasília, um dos mais tradicionais da cidade. A entrada é franca!

 


Fonte: EBC Cultura

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