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SP: Mostra Internacional de Cinema tem edição com 85 filmes nacionais

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A Mostra Internacional de Cinema em São Paulo segue até o dia 30 de outubro com 373 filmes de 80 países, exibidos em mais de 50 salas de cinema, espaços culturais e centros educacionais unificados, na capital paulista. 

Na abertura da edição de número 49, o evento homenageou o quadrinista Mauricio de Sousa com o troféu Leon Cakoff, por sua contribuição para a cultura e o mercado audiovisual do Brasil. 

O criador da Turma da Mônica, que completa 90 anos no dia 27 de outubro, não pôde participar da cerimônia, mas foi representado pelo filho, Mauro Sousa, que interpreta o pai no filme que estreia na Mostra. Mauro Sousa falou sobre a homenagem ao quadrinista, destacando que a obra de Maurício saiu dos quadrinhos e se espalhou.

Esta é a edição do evento com o maior número de filmes nacionais: são 85 títulos. A diretora da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, Renata de Almeida destacou a importância das cópias restauradas em cartaz no evento. 

Além dos filmes restaurados, a Mostra também apresenta os longas nacionais “O Filho de Mil Homens” de Daniel Rezende, inspirado no livro do escritor português Valter Hugo Mãe e “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, aposta do Brasil para concorrer a uma vaga na disputa por melhor filme estrangeiro no Oscar do ano que vem.

A programação completa pode ser consultada no site mostra.org 


Fonte: EBC Cultura

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Festival Internacional de Cinema de Brasília acontece até 3 de maio

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Após uma seleção acirrada, com quase 900 filmes inscritos, a capital do país recebe um dos festivais de cinema mais importantes da região, o Festival Internacional de Cinema de Brasília, também chamado de BIFF. O evento foca na divulgação de produções de qualidade, mas que dificilmente entram no circuito tradicional.

Um dos critérios para a escolha dos filmes é o tempo de trabalho de cada diretor, que não pode ter produzido mais de três obras. A ideia é valorizar quem está começando e tem potencial para despontar, como destaca Natasha Prado, diretora executiva do evento.

“É para dar oportunidade a novos diretores que ainda não tiveram a oportunidade de mostrar seu trabalho no mercado que, infelizmente, é ainda fechado. Inclusive, geralmente, esses diretores que estão começando mostram sempre suas melhores obras no início da carreira. Por exemplo, Tarantino, com Cães de Aluguel”.

A programação conta com duas competições principais, a júnior e a de longas-metragens, voltadas para públicos de diferentes idades. Natasha Prado explica cada uma delas.

“O BIFF Júnior é voltado ao público jovem. Então nós temos uma curadoria mirim, que analisa os filmes com o olhar deles junto com a Anna Karina de Carvalho, que é a nossa diretora artística, e eles avaliam roteiro, qualidade, direção. Para que filmes juvenis tenham mais espaço, que eles não costumam ter nas salas de cinema. E a mostra competitiva, eles precisam atender essas mesmas características de qualidade. Os nossos curadores buscam filmes que impactam, que tenham temas relevantes, roteiros bons”.

Nesta edição do evento, a homenageada é a produtora Gullane, responsável por grandes filmes nacionais. Algumas das produções da empresa exibidas no evento são “O ano em que meus pais saíram de férias” e “Que horas ela volta?”. Natasha Prado reforça a relevância da Gullane.

“A produtora Gullane, ela é uma das principais do Brasil e do cinema brasileiro, principalmente do cinema da retomada. Eles têm mais de 80 filmes e também tem muita participação em festivais internacionais, levando o cinema brasileiro para fora, além de ser pioneira em coproduções, isso é muito importante”.

Natasha fala ainda sobre o momento vivido pelo cinema brasileiro, com o país concorrendo ao Oscar por dois anos seguidos, com “O Agente Secreto” e “Ainda estou aqui”, que venceu na categoria Filme internacional.

“É um ano muito especial. Já é o segundo ano consecutivo que o Brasil concorre a prêmios importantes no Oscar, o que dá muita visibilidade. Mas o Brasil sempre teve muita atenção internacional. Tanto que os festivais de cinema no Brasil sempre recebem muitos filmes e muitas inscrições. Então, mais do que nunca, eu acho que o Brasil está nos holofotes, estamos levando os nossos filmes para as salas no mundo inteiro e também trazendo muitos filmes do mundo inteiro para o Brasil”.

Outras atrações do festival são a Mostra de Cinema Negro e o Encontro dos Festivais. A ideia é fortalecer o audiovisual brasileiro, valorizando a diversidade e” promovendo o diálogo entre profissionais da área.

O Festival Internacional de Cinema de Brasília acontece até o dia 3 de maio no Cine Brasília, um dos mais tradicionais da cidade. A entrada é franca!

 


Fonte: EBC Cultura

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