Cultura
Vik Muniz defende estímulo à criatividade na infância
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Engana-se quem pensa que a criatividade é um dom restrito a poucas pessoas. Especialistas afirmam que todos podem ser criativos, especialmente durante a infância, fase em que o cérebro está mais aberto para descobertas, experimentações e novas formas de aprender. O artista visual Vik Muniz comentou a própria experiência e como o estímulo mudou o engajamento nas artes.

“A única coisa que uma criança precisa na vida dela, está nesse momento assim super delicado de vulnerabilidade, é alguém aplaudindo ela. Uma vez, muda a vida para sempre.”
Estimular a criatividade ajuda a criança a enfrentar desafios, resolver problemas e lidar melhor com emoções como ansiedade e estresse. Atividades criativas também contribuem para o bem-estar emocional, promovendo o relaxamento, autoestima e satisfação pessoal.
Fernanda Moscom, psicóloga, explica como o apoio dos adultos pode incentivar a criatividade das crianças.
“Eles têm acesso a todas as brincadeiras. A gente senta para brincar com eles, mas a gente também sempre estimulou eles brincarem sozinhos. É importante a gente oferecer oportunidades da criança brincar. Oferecer oportunidade de deixar ela no chão, né, que é onde ela vai poder se desenvolver. Então, no tapetinho, o tempo de chão é uma coisa muito importante para a criança. É essencial. É como se fosse o trabalho da criança. É a ocupação que ela precisa ter, né? Porque é através do brincar que ela vai se desenvolver de todas as formas, né? Desde a área motora até a área da cognição lá na frente. Então o aprendizado da criança, ele também se dá através da brincadeira.”
Tanto no ambiente escolar quanto no convívio familiar, valorizar a criatividade é fundamental para o aprendizado contínuo e para o amadurecimento das crianças, incentivando a autonomia, a curiosidade e a construção de soluções inovadoras para o dia a dia.
Cultura
Festival Internacional de Cinema de Brasília acontece até 3 de maio
Após uma seleção acirrada, com quase 900 filmes inscritos, a capital do país recebe um dos festivais de cinema mais importantes da região, o Festival Internacional de Cinema de Brasília, também chamado de BIFF. O evento foca na divulgação de produções de qualidade, mas que dificilmente entram no circuito tradicional.

Um dos critérios para a escolha dos filmes é o tempo de trabalho de cada diretor, que não pode ter produzido mais de três obras. A ideia é valorizar quem está começando e tem potencial para despontar, como destaca Natasha Prado, diretora executiva do evento.
“É para dar oportunidade a novos diretores que ainda não tiveram a oportunidade de mostrar seu trabalho no mercado que, infelizmente, é ainda fechado. Inclusive, geralmente, esses diretores que estão começando mostram sempre suas melhores obras no início da carreira. Por exemplo, Tarantino, com Cães de Aluguel”.
A programação conta com duas competições principais, a júnior e a de longas-metragens, voltadas para públicos de diferentes idades. Natasha Prado explica cada uma delas.
“O BIFF Júnior é voltado ao público jovem. Então nós temos uma curadoria mirim, que analisa os filmes com o olhar deles junto com a Anna Karina de Carvalho, que é a nossa diretora artística, e eles avaliam roteiro, qualidade, direção. Para que filmes juvenis tenham mais espaço, que eles não costumam ter nas salas de cinema. E a mostra competitiva, eles precisam atender essas mesmas características de qualidade. Os nossos curadores buscam filmes que impactam, que tenham temas relevantes, roteiros bons”.
Nesta edição do evento, a homenageada é a produtora Gullane, responsável por grandes filmes nacionais. Algumas das produções da empresa exibidas no evento são “O ano em que meus pais saíram de férias” e “Que horas ela volta?”. Natasha Prado reforça a relevância da Gullane.
“A produtora Gullane, ela é uma das principais do Brasil e do cinema brasileiro, principalmente do cinema da retomada. Eles têm mais de 80 filmes e também tem muita participação em festivais internacionais, levando o cinema brasileiro para fora, além de ser pioneira em coproduções, isso é muito importante”.
Natasha fala ainda sobre o momento vivido pelo cinema brasileiro, com o país concorrendo ao Oscar por dois anos seguidos, com “O Agente Secreto” e “Ainda estou aqui”, que venceu na categoria Filme internacional.
“É um ano muito especial. Já é o segundo ano consecutivo que o Brasil concorre a prêmios importantes no Oscar, o que dá muita visibilidade. Mas o Brasil sempre teve muita atenção internacional. Tanto que os festivais de cinema no Brasil sempre recebem muitos filmes e muitas inscrições. Então, mais do que nunca, eu acho que o Brasil está nos holofotes, estamos levando os nossos filmes para as salas no mundo inteiro e também trazendo muitos filmes do mundo inteiro para o Brasil”.
Outras atrações do festival são a Mostra de Cinema Negro e o Encontro dos Festivais. A ideia é fortalecer o audiovisual brasileiro, valorizando a diversidade e” promovendo o diálogo entre profissionais da área.
O Festival Internacional de Cinema de Brasília acontece até o dia 3 de maio no Cine Brasília, um dos mais tradicionais da cidade. A entrada é franca!
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