Polícia Federal
Diretor-geral da PF é recebido na Korean National Police Agency (KNPA)
Polícia Federal

Seul/Coreia do Sul. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, foi recebido, nesta segunda-feira (23/2), pelo comissário-geral interino da Agência Nacional de Polícia da Coreia (Korean National Police Agency – KNPA), Yoo Jae Seong, em agenda oficial realizada na capital sul-coreana.
Durante o encontro, os dirigentes assinaram um plano estratégico com metas de cooperação para os próximos quatro anos, além de acordos setoriais, entre eles, o Memorando de Entendimento (MdE) entre a Polícia Federal e a KNPA.
Os instrumentos firmados estabelecem diretrizes para o fortalecimento da cooperação bilateral, com foco no enfrentamento da criminalidade organizada transnacional, no intercâmbio de informações e na capacitação técnica.
Após a assinatura do plano estratégico, as autoridades dirigentes participaram de um almoço institucional, ocasião em que foram aprofundados temas relacionados ao aprimoramento da cooperação internacional e ao desenvolvimento de programas de capacitação interinstitucional.
A Korean National Police Agency, também conhecida como Polícia Nacional da Coreia (KNPA), é a principal organização policial da Coreia do Sul, subordinada ao Ministério do Interior e Segurança. Com sede em Seodaemun, Seul, a instituição conta com um efetivo estimado em 135 mil policiais e desempenha papel central na segurança pública do país.
Coordenação-Geral de Comunicação Social
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Fonte: Polícia Federal

Polícia Federal
PF intensifica ações da Missão Redentor II e prende 14 pessoas em três dias no RJ

Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, entre esta quarta-feira (11/3) e segunda-feira (9/3), três fases da Operação Anomalia, com o objetivo de desarticular núcleos de uma organização criminosa formada por agentes públicos e operadores financeiros que atuavam para favorecer facções do tráfico de drogas e milícias no estado do Rio de Janeiro. A ação se insere no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II.
Ao longo dos três dias, foram cumpridos 14 mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro e em municípios da Região Metropolitana. Entre os presos estão dois delegados – um da Polícia Federal e outro da Polícia Civil do Rio de Janeiro -, dois policiais civis e sete policiais militares. Um dos investigados encontra-se foragido no exterior, com medidas em andamento para inclusão na Difusão Vermelha da Interpol.
Durante as diligências, foram apreendidas armas e acessórios, munições, cerca de R$ 50 mil em espécie, celulares e outros dispositivos eletrônicos, um veículo e documentos diversos. As decisões judiciais também determinaram bloqueio de bens, suspensão de atividades empresariais e o afastamento imediato dos servidores públicos investigados de suas funções.
Operação Anomalia
Cada etapa da Operação Anomalia foi direcionada à desarticulação de diferentes núcleos da organização criminosa identificada pelas investigações:
Primeira fase (9/3) – As ações tiveram como alvo um grupo responsável por negociar vantagens indevidas em troca de informações e influência para beneficiar um traficante internacional de drogas. Na ocasião, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão no Rio de Janeiro.
Segunda fase (10/3) – A investigação avançou sobre um núcleo composto por policiais civis e operadores financeiros, que utilizavam a estrutura estatal para extorquir integrantes de facções criminosas, além de praticar corrupção e lavagem de capitais. Foram cumpridos quatro mandados de prisão e três de busca e apreensão, em adição ao bloqueio de valores em contas bancárias e criptoativos vinculados aos investigados.
Terceira fase (11/3) – A última etapa teve como alvo policiais militares cooptados pelo crime organizado para facilitar a logística de traficantes e milicianos, blindar criminosos e ocultar recursos ilícitos, utilizando as prerrogativas da função para tal. Com apoio da Corregedoria da PMERJ, foram cumpridos sete mandados de prisão e sete de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu e Nilópolis.
Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de capitais, entre outros delitos. Todo o material apreendido será submetido à análise pericial, com o objetivo de aprofundar as apurações e identificar outros envolvidos no esquema.
Combate ao crime organizado
As apurações são conduzidas no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela Polícia Federal e voltada ao enfrentamento de grupos criminosos violentos no estado do Rio de Janeiro, com foco na desarticulação de suas conexões com agentes públicos, operadores financeiros e estruturas políticas.
Coordenação-Geral de Comunicação Social da PF
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
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