Polícia Federal
PF deflagra operação contra o tráfico de aves silvestres na Bahia
Polícia Federal

Salvador/BA. Nesta segunda-feira (03/11), a Polícia Federal, com o apoio do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA), deflagrou a Operação Anilha Fria, com objetivo de cumprir mandado judicial relacionado à investigação sobre a comercialização ilegal de anilhas do SISPASS para uso em aves oriundas do tráfico de animais silvestre.
A ação teve início após a apreensão de anilhas falsificadas, que estavam sendo comercializadas por meio dos Correios para serem utilizadas em passeriformes da fauna silvestre nacional.
O SISPASS (Sistema de Controle e Monitoramento da Atividade de Criação Amadora de Pássaros) é uma ferramenta do IBAMA e do ICMBio destinada ao registro de criadores, aves e criadouros amadores de espécies da fauna silvestre brasileira. O sistema tem como objetivo controlar e fiscalizar a criação legal de pássaros. Cada ave registrada no SISPASS recebe uma anilha de identificação — um anel metálico ou de alumínio colocado na perna do pássaro ainda filhote.
No total, foram apreendidas 32 aves durante a operação, em Salvador. Os animais foram encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), do INEMA, onde passarão por reabilitação para possível devolução à natureza.
O tráfico de animais silvestres causa grandes prejuízos à fauna brasileira, gerando graves desequilíbrios ambientais em ecossistemas protegidos. Em casos extremos, esses crimes podem ameaçar algumas espécies de extinção. A legislação brasileira permite a criação de animais silvestres apenas quando adquiridos de criadouros comerciais devidamente registrados no IBAMA, com Cadastro Técnico Federal (CFT) e autorização no Sistema Nacional de Gestão de Fauna (SisFauna).
A falsificação de anilhas é amplamente usada por traficantes de animais como um mecanismo para inflar ilegalmente seus plantéis, burlando o sistema de controle. Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico e maus-tratos de animais, receptação e falsificação de selo ou sinal público.
Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
(71) 3319-6002
cs.srba@pf.gov.br
Fonte: Polícia Federal

Polícia Federal
PF intensifica ações da Missão Redentor II e prende 14 pessoas em três dias no RJ

Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, entre esta quarta-feira (11/3) e segunda-feira (9/3), três fases da Operação Anomalia, com o objetivo de desarticular núcleos de uma organização criminosa formada por agentes públicos e operadores financeiros que atuavam para favorecer facções do tráfico de drogas e milícias no estado do Rio de Janeiro. A ação se insere no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II.
Ao longo dos três dias, foram cumpridos 14 mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro e em municípios da Região Metropolitana. Entre os presos estão dois delegados – um da Polícia Federal e outro da Polícia Civil do Rio de Janeiro -, dois policiais civis e sete policiais militares. Um dos investigados encontra-se foragido no exterior, com medidas em andamento para inclusão na Difusão Vermelha da Interpol.
Durante as diligências, foram apreendidas armas e acessórios, munições, cerca de R$ 50 mil em espécie, celulares e outros dispositivos eletrônicos, um veículo e documentos diversos. As decisões judiciais também determinaram bloqueio de bens, suspensão de atividades empresariais e o afastamento imediato dos servidores públicos investigados de suas funções.
Operação Anomalia
Cada etapa da Operação Anomalia foi direcionada à desarticulação de diferentes núcleos da organização criminosa identificada pelas investigações:
Primeira fase (9/3) – As ações tiveram como alvo um grupo responsável por negociar vantagens indevidas em troca de informações e influência para beneficiar um traficante internacional de drogas. Na ocasião, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão no Rio de Janeiro.
Segunda fase (10/3) – A investigação avançou sobre um núcleo composto por policiais civis e operadores financeiros, que utilizavam a estrutura estatal para extorquir integrantes de facções criminosas, além de praticar corrupção e lavagem de capitais. Foram cumpridos quatro mandados de prisão e três de busca e apreensão, em adição ao bloqueio de valores em contas bancárias e criptoativos vinculados aos investigados.
Terceira fase (11/3) – A última etapa teve como alvo policiais militares cooptados pelo crime organizado para facilitar a logística de traficantes e milicianos, blindar criminosos e ocultar recursos ilícitos, utilizando as prerrogativas da função para tal. Com apoio da Corregedoria da PMERJ, foram cumpridos sete mandados de prisão e sete de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu e Nilópolis.
Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de capitais, entre outros delitos. Todo o material apreendido será submetido à análise pericial, com o objetivo de aprofundar as apurações e identificar outros envolvidos no esquema.
Combate ao crime organizado
As apurações são conduzidas no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela Polícia Federal e voltada ao enfrentamento de grupos criminosos violentos no estado do Rio de Janeiro, com foco na desarticulação de suas conexões com agentes públicos, operadores financeiros e estruturas políticas.
Coordenação-Geral de Comunicação Social da PF
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
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