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PF deflagra operação de repressão a crimes de abuso sexual infantojuvenil na internet

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São Paulo/SP. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (7/1), a Operação Mujaki, com o objetivo de combater crimes de posse, compartilhamento e venda de material relacionado à exploração e ao abuso sexual de crianças e adolescentes pela internet.

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão na capital paulista. Durante o cumprimento da medida, diligências realizadas — especialmente a análise pericial preliminar de um aparelho celular — indicaram que as condutas investigadas teriam sido praticadas por um morador do local, menor de idade.

Os dispositivos eletrônicos de interesse foram apreendidos e, em razão da menoridade do suspeito, o inquérito policial e o material arrecadado serão encaminhados à Justiça Estadual, para apuração de atos infracionais análogos aos crimes investigados, além de outros que eventualmente venham a ser identificados.

Embora o termo “pornografia” ainda seja utilizado na legislação brasileira, a comunidade internacional adota a nomenclatura “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual de crianças e adolescentes”, por refletir de forma mais adequada a gravidade e a violência desses crimes.

A Polícia Federal alerta pais e responsáveis sobre a importância de monitorar e orientar crianças e adolescentes quanto ao uso da internet, redes sociais, jogos e aplicativos, bem como estar atentos a mudanças de comportamento que possam indicar situações de risco. A prevenção e a informação continuam sendo ferramentas essenciais para a proteção de crianças e adolescentes.

Comunicação Social da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo
Tel.: (11) 3538-5013
E-mail: [email protected]
@pfsaopaulo

Fonte: Polícia Federal

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PF intensifica ações da Missão Redentor II e prende 14 pessoas em três dias no RJ

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Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, entre esta quarta-feira (11/3) e segunda-feira (9/3), três fases da Operação Anomalia, com o objetivo de desarticular núcleos de uma organização criminosa formada por agentes públicos e operadores financeiros que atuavam para favorecer facções do tráfico de drogas e milícias no estado do Rio de Janeiro. A ação se insere no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II.

Ao longo dos três dias, foram cumpridos 14 mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro e em municípios da Região Metropolitana. Entre os presos estão dois delegados – um da Polícia Federal e outro da Polícia Civil do Rio de Janeiro -, dois policiais civis e sete policiais militares. Um dos investigados encontra-se foragido no exterior, com medidas em andamento para inclusão na Difusão Vermelha da Interpol.

Durante as diligências, foram apreendidas armas e acessórios, munições, cerca de R$ 50 mil em espécie, celulares e outros dispositivos eletrônicos, um veículo e documentos diversos. As decisões judiciais também determinaram bloqueio de bens, suspensão de atividades empresariais e o afastamento imediato dos servidores públicos investigados de suas funções.

Operação Anomalia

Cada etapa da Operação Anomalia foi direcionada à desarticulação de diferentes núcleos da organização criminosa identificada pelas investigações:

Primeira fase (9/3) – As ações tiveram como alvo um grupo responsável por negociar vantagens indevidas em troca de informações e influência para beneficiar um traficante internacional de drogas. Na ocasião, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão no Rio de Janeiro.

Segunda fase (10/3) – A investigação avançou sobre um núcleo composto por policiais civis e operadores financeiros, que utilizavam a estrutura estatal para extorquir integrantes de facções criminosas, além de praticar corrupção e lavagem de capitais. Foram cumpridos quatro mandados de prisão e três de busca e apreensão, em adição ao bloqueio de valores em contas bancárias e criptoativos vinculados aos investigados.

Terceira fase (11/3) – A última etapa teve como alvo policiais militares cooptados pelo crime organizado para facilitar a logística de traficantes e milicianos, blindar criminosos e ocultar recursos ilícitos, utilizando as prerrogativas da função para tal. Com apoio da Corregedoria da PMERJ, foram cumpridos sete mandados de prisão e sete de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu e Nilópolis.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de capitais, entre outros delitos. Todo o material apreendido será submetido à análise pericial, com o objetivo de aprofundar as apurações e identificar outros envolvidos no esquema.

Combate ao crime organizado

As apurações são conduzidas no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela Polícia Federal e voltada ao enfrentamento de grupos criminosos violentos no estado do Rio de Janeiro, com foco na desarticulação de suas conexões com agentes públicos, operadores financeiros e estruturas políticas.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da PF
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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