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PF detém estrangeiro por ato obsceno, prende dois homens por tráfico internacional de drogas e cumpre um mandado de prisão

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São Paulo/SP. A Polícia Federal, no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos realizou, entre os dias 16 e 19 de janeiro de 2026, uma série de ações que resultaram na detenção de um estrangeiro por ato obsceno, na prisão em flagrante de dois homens por tráfico internacional de drogas e no cumprimento de um mandado de prisão. As ocorrências decorreram de fiscalizações de rotina com apoio dos sistemas de inteligência da PF e de acionamento por equipes de segurança do aeroporto.

Na sexta-feira (16/1), policiais federais foram acionados por funcionários da GRU Airport que atuam no controle e fiscalização de segurança, na operação do pórtico detector de metais, no acesso de entrada de funcionários do aeroporto. Um homem de nacionalidade estrangeira, piloto de uma companhia aérea, teria praticado ato obsceno em público ao ser submetido ao detector, sendo conduzido à Delegacia da Polícia Federal, onde foi autuado e se comprometeu a prestar contas à Justiça brasileira, sendo posteriormente liberado.

Nos dias 17 e 18 de janeiro, durante fiscalização de passageiros, documentos de viagem e bagagens no controle migratório, com auxílio dos sistemas de inteligência da PF, policiais federais prenderam dois homens que embarcariam em voos distintos, ambos com destino à França. Após a constatação de cápsulas de cocaína no interior do organismo dos suspeitos, eles foram encaminhados para atendimento médico em hospital, permanecendo sob custódia da Polícia Penal do Estado de São Paulo.

No domingo (18/1), no controle migratório, policiais federais prenderam preventivamente uma mulher estrangeira investigada por envolvimento em esquema de tráfico de pessoas.

Comunicação Social da Delegacia Especial no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos
Tel.: (11) 2445-2212

Fonte: Polícia Federal

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PF intensifica ações da Missão Redentor II e prende 14 pessoas em três dias no RJ

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Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, entre esta quarta-feira (11/3) e segunda-feira (9/3), três fases da Operação Anomalia, com o objetivo de desarticular núcleos de uma organização criminosa formada por agentes públicos e operadores financeiros que atuavam para favorecer facções do tráfico de drogas e milícias no estado do Rio de Janeiro. A ação se insere no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II.

Ao longo dos três dias, foram cumpridos 14 mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro e em municípios da Região Metropolitana. Entre os presos estão dois delegados – um da Polícia Federal e outro da Polícia Civil do Rio de Janeiro -, dois policiais civis e sete policiais militares. Um dos investigados encontra-se foragido no exterior, com medidas em andamento para inclusão na Difusão Vermelha da Interpol.

Durante as diligências, foram apreendidas armas e acessórios, munições, cerca de R$ 50 mil em espécie, celulares e outros dispositivos eletrônicos, um veículo e documentos diversos. As decisões judiciais também determinaram bloqueio de bens, suspensão de atividades empresariais e o afastamento imediato dos servidores públicos investigados de suas funções.

Operação Anomalia

Cada etapa da Operação Anomalia foi direcionada à desarticulação de diferentes núcleos da organização criminosa identificada pelas investigações:

Primeira fase (9/3) – As ações tiveram como alvo um grupo responsável por negociar vantagens indevidas em troca de informações e influência para beneficiar um traficante internacional de drogas. Na ocasião, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão no Rio de Janeiro.

Segunda fase (10/3) – A investigação avançou sobre um núcleo composto por policiais civis e operadores financeiros, que utilizavam a estrutura estatal para extorquir integrantes de facções criminosas, além de praticar corrupção e lavagem de capitais. Foram cumpridos quatro mandados de prisão e três de busca e apreensão, em adição ao bloqueio de valores em contas bancárias e criptoativos vinculados aos investigados.

Terceira fase (11/3) – A última etapa teve como alvo policiais militares cooptados pelo crime organizado para facilitar a logística de traficantes e milicianos, blindar criminosos e ocultar recursos ilícitos, utilizando as prerrogativas da função para tal. Com apoio da Corregedoria da PMERJ, foram cumpridos sete mandados de prisão e sete de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu e Nilópolis.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de capitais, entre outros delitos. Todo o material apreendido será submetido à análise pericial, com o objetivo de aprofundar as apurações e identificar outros envolvidos no esquema.

Combate ao crime organizado

As apurações são conduzidas no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela Polícia Federal e voltada ao enfrentamento de grupos criminosos violentos no estado do Rio de Janeiro, com foco na desarticulação de suas conexões com agentes públicos, operadores financeiros e estruturas políticas.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da PF
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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