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PF faz operação contra abuso sexual infantojuvenil Barbacena/MG

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Juiz de Fora/MG. Nesta quarta-feira (10/12), a PF cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Barbacena, expedidos no âmbito de investigações que apuram a aquisição, o compartilhamento e a produção de arquivos contendo cenas de abuso sexual infantojuvenil.

De acordo com as apurações, um dos investigados compartilhava pela internet fotos e vídeos com cenas de abuso sexual via internet. Durante as buscas, foram apreendidos um smartphone, um computador e diversos dispositivos de armazenamento.

Embora o termo “pornografia infantil” ainda apareça na legislação brasileira — conforme o artigo 241-E do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990) —, a comunidade internacional tem adotado expressões como “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual infantojuvenil”. Essa mudança de terminologia busca evidenciar a gravidade e o caráter violento desses crimes, reconhecendo o sofrimento imposto às vítimas.

A Polícia Federal reforça o alerta a pais e responsáveis sobre a importância de acompanhar e orientar o uso da internet por crianças e adolescentes. Conversas francas sobre os riscos do ambiente virtual, explicações sobre o uso seguro de redes sociais, jogos e aplicativos, e o monitoramento das atividades online são medidas essenciais de proteção.

Mudanças repentinas de comportamento, como isolamento ou segredo em relação ao uso do celular e do computador, podem indicar situações de risco. É fundamental que os jovens saibam como agir diante de contatos inadequados e sintam-se encorajados a pedir ajuda.

A prevenção continua sendo a forma mais eficaz de garantir a segurança e o bem-estar de crianças e adolescentes — e a informação é uma ferramenta poderosa para salvar vidas.

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
@pfminasgerais | (31) 3168-6342 | [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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PF intensifica ações da Missão Redentor II e prende 14 pessoas em três dias no RJ

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Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, entre esta quarta-feira (11/3) e segunda-feira (9/3), três fases da Operação Anomalia, com o objetivo de desarticular núcleos de uma organização criminosa formada por agentes públicos e operadores financeiros que atuavam para favorecer facções do tráfico de drogas e milícias no estado do Rio de Janeiro. A ação se insere no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II.

Ao longo dos três dias, foram cumpridos 14 mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro e em municípios da Região Metropolitana. Entre os presos estão dois delegados – um da Polícia Federal e outro da Polícia Civil do Rio de Janeiro -, dois policiais civis e sete policiais militares. Um dos investigados encontra-se foragido no exterior, com medidas em andamento para inclusão na Difusão Vermelha da Interpol.

Durante as diligências, foram apreendidas armas e acessórios, munições, cerca de R$ 50 mil em espécie, celulares e outros dispositivos eletrônicos, um veículo e documentos diversos. As decisões judiciais também determinaram bloqueio de bens, suspensão de atividades empresariais e o afastamento imediato dos servidores públicos investigados de suas funções.

Operação Anomalia

Cada etapa da Operação Anomalia foi direcionada à desarticulação de diferentes núcleos da organização criminosa identificada pelas investigações:

Primeira fase (9/3) – As ações tiveram como alvo um grupo responsável por negociar vantagens indevidas em troca de informações e influência para beneficiar um traficante internacional de drogas. Na ocasião, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão no Rio de Janeiro.

Segunda fase (10/3) – A investigação avançou sobre um núcleo composto por policiais civis e operadores financeiros, que utilizavam a estrutura estatal para extorquir integrantes de facções criminosas, além de praticar corrupção e lavagem de capitais. Foram cumpridos quatro mandados de prisão e três de busca e apreensão, em adição ao bloqueio de valores em contas bancárias e criptoativos vinculados aos investigados.

Terceira fase (11/3) – A última etapa teve como alvo policiais militares cooptados pelo crime organizado para facilitar a logística de traficantes e milicianos, blindar criminosos e ocultar recursos ilícitos, utilizando as prerrogativas da função para tal. Com apoio da Corregedoria da PMERJ, foram cumpridos sete mandados de prisão e sete de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu e Nilópolis.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de capitais, entre outros delitos. Todo o material apreendido será submetido à análise pericial, com o objetivo de aprofundar as apurações e identificar outros envolvidos no esquema.

Combate ao crime organizado

As apurações são conduzidas no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela Polícia Federal e voltada ao enfrentamento de grupos criminosos violentos no estado do Rio de Janeiro, com foco na desarticulação de suas conexões com agentes públicos, operadores financeiros e estruturas políticas.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da PF
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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