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Polícia Federal

PF investiga esquema de contrabando de ouro e lavagem de dinheiro em Oiapoque/AP

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Polícia Federal

Oiapoque/AP. Na manhã desta quinta-feira (4/12), a Polícia Federal deflagrou a Operação Cartucho de Midas, com o objetivo de desarticular um esquema criminoso envolvendo contrabando de ouro, corrupção e lavagem de capitais. A ação cumpriu 13 mandados de busca e apreensão nos municípios de Oiapoque/AP, Macapá/AP e Rio de Janeiro/RJ, além do afastamento cautelar de dois servidores públicos do Estado do Amapá.

As investigações tiveram início após a identificação de movimentações bancárias atípicas e incompatíveis com a renda formal dos investigados, indicando a possível atuação de empresários e agentes públicos na região de fronteira para ocultar valores ilícitos.

Durante o trabalho investigativo, a PF identificou transferências expressivas realizadas por joalherias de diversos estados para um posto de combustíveis localizado em Oiapoque/AP. Em seguida, o estabelecimento teria repassado recursos a um agente público lotado no município, levantando fortes indícios de ocultação e dissimulação de ativos provenientes do comércio ilegal de ouro.

Os policiais também encontraram elementos que apontam movimentações superiores a R$ 4,5 milhões por parte de servidores sem justificativa econômica plausível, bem como a utilização de empresas de fachada para lavar recursos ilícitos.

Os investigados poderão responder por diversos crimes, incluindo corrupção passiva, lavagem de dinheiro, participação em organização criminosa e peculato. Caso condenados, as penas podem ultrapassar 60 anos de reclusão.

A operação contou com o apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Civil do Estado do Amapá no cumprimento dos mandados judiciais.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
Instagram: @pfamapa

Fonte: Polícia Federal

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Polícia Federal

FICCO/AC atua contra operadores financeiros de grupo criminoso

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Rio Branco/AC. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Acre (FICCO/AC) desencadeou, nesta terça-feira (7/4), a Operação Pax II, para desarticular a estrutura administrativa e financeira de uma organização criminosa com ramificações no Acre.

A investigação revelou que o grupo mantinha mecanismos de arrecadação baseados em mensalidades, em rifas e em caixinhas.

A operação cumpre 45 mandados de prisão preventiva e 4 de busca e apreensão domiciliar, em endereços localizados no estado do Acre, nas cidades de Rio Branco e de Sena Madureira; e, no estado de Goiás, em Goianira.

Os investigados poderão responder pelo crime de integrar organização criminosa, além de outros delitos que porventura forem identificados ao final da diligência.

A FICCO/AC é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Militar e pela Polícia Penal do Estado do Acre.

Comunicação Social da Polícia Federal no Acre
E-mail: [email protected]
Fone: (68) 99912-8812

Fonte: Polícia Federal

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