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PF, PMMG, IBAMA, SEMAD e ANM combatem garimpo ilegal no Rio Araçuaí, em Minas Gerais

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Polícia Federal

Belo Horizonte/MG. A Polícia Federal, a Polícia Militar de Minas Gerais, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais e a Agência Nacional de Mineração deflagraram, em conjunto, nesta quarta-feira (5/11), a Operação Falcão Dourado no combate ao garimpo ilegal no Rio Araçuaí, localizado no Vale do Jequitinhonha, região nordeste de Minas Gerais.

Durante a ação, diversas dragas destinadas à extração ilegal de minérios foram inutilizadas. Os equipamentos operavam sem qualquer tipo de licenciamento ambiental ou autorização legal, em flagrante violação à legislação vigente. Outros maquinários e materiais empregados na atividade criminosa foram apreendidos, e alguns responsáveis pela exploração ilegal foram presos em flagrante.

A operação, que ainda está em andamento, ocorre em uma semana de destaque internacional para o Brasil, que participa da COP-30, conferência global sobre mudanças climáticas. A ação reforça o compromisso das instituições brasileiras com a proteção ambiental e o combate aos crimes contra o meio ambiente.

O garimpo ilegal, especialmente em áreas fluviais, representa uma grave ameaça ao ecossistema e à saúde humana. O uso de mercúrio metálico na separação do ouro é uma prática comum e extremamente nociva, capaz de contaminar rios, solos e organismos aquáticos. Essa substância tóxica pode causar danos neurológicos irreversíveis em seres humanos, afetando principalmente comunidades ribeirinhas e indígenas.

Além da contaminação química, o garimpo compromete a biodiversidade e a qualidade da água em toda a bacia hidrográfica, gerando impactos ambientais duradouros e de difícil reversão.

As instituições participantes têm intensificado suas ações de inteligência e fiscalização para coibir o avanço do garimpo ilegal em todo o território nacional. A operação no Rio Araçuaí é mais um exemplo da atuação integrada e estratégica entre forças de segurança e órgãos ambientais no enfrentamento aos crimes ambientais, com foco na preservação dos recursos naturais e na responsabilização dos infratores.

As investigações prosseguem para identificar todos os envolvidos na atividade criminosa. Os suspeitos poderão responder por crimes ambientais, usurpação de bens da União e associação criminosa.

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
@pfminasgerais
[email protected] 

Fonte: Polícia Federal

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FICCO/AC atua contra operadores financeiros de grupo criminoso

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Rio Branco/AC. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Acre (FICCO/AC) desencadeou, nesta terça-feira (7/4), a Operação Pax II, para desarticular a estrutura administrativa e financeira de uma organização criminosa com ramificações no Acre.

A investigação revelou que o grupo mantinha mecanismos de arrecadação baseados em mensalidades, em rifas e em caixinhas.

A operação cumpre 45 mandados de prisão preventiva e 4 de busca e apreensão domiciliar, em endereços localizados no estado do Acre, nas cidades de Rio Branco e de Sena Madureira; e, no estado de Goiás, em Goianira.

Os investigados poderão responder pelo crime de integrar organização criminosa, além de outros delitos que porventura forem identificados ao final da diligência.

A FICCO/AC é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Militar e pela Polícia Penal do Estado do Acre.

Comunicação Social da Polícia Federal no Acre
E-mail: [email protected]
Fone: (68) 99912-8812

Fonte: Polícia Federal

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