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PF prende foragido e passageiro com cocaína no Aeroporto de Guarulhos

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Guarulhos/SP. A Polícia Federal cumpriu diversas medidas judiciais e efetuou duas prisões, nos dias 22 e 23 de outubro, em ações que resultaram na captura de um procurado pela Justiça e na apreensão de cocaína oculta no fundo falso de uma mala.

Na manhã desta quinta-feira (23/10), em desdobramento de investigações anteriores, a Polícia Federal cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Guarulhos. As medidas estão relacionadas à prisão de dois indivíduos ocorrida no dia 15 de outubro, quando foram apreendidos mais de 16 kg de cocaína ocultos no fundo falso de uma lixeira destinada à área restrita do aeroporto. Na ocasião, outros 17 kg da mesma droga foram encontrados em um armário de uso de um dos presos.

As investigações seguem em andamento e apuram o possível envolvimento do grupo em outra apreensão de 18 kg de cocaína, registrada no dia 1º de outubro, também no aeroporto, em circunstâncias semelhantes.

Já na quarta-feira, durante controle migratório no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos, policiais federais prenderam um homem procurado pela Justiça do Estado de São Paulo, sendo posteriormente encaminhado à autoridade competente.

No mesmo dia, durante fiscalização de bagagens despachadas com auxílio de equipamentos de raios-X, policiais federais identificaram indícios de substância orgânica na estrutura de uma mala. A bagagem pertencia a um brasileiro, com histórico de viagens internacionais, que embarcaria em voo com destino a Paris, na França.

O passageiro foi localizado no portão de embarque e conduzido à delegacia da PF para acompanhar a revista. Exame pericial confirmou que a mala possuía fundo falso, no qual estavam ocultos volumes contendo mais de 5 kg de cocaína em forma pastosa. Diante dos fatos, o homem foi preso em flagrante por tráfico internacional de drogas e encaminhado à Justiça Federal.

Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo
Tel.: (11) 2445-2212

Fonte: Polícia Federal

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PF intensifica ações da Missão Redentor II e prende 14 pessoas em três dias no RJ

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Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, entre esta quarta-feira (11/3) e segunda-feira (9/3), três fases da Operação Anomalia, com o objetivo de desarticular núcleos de uma organização criminosa formada por agentes públicos e operadores financeiros que atuavam para favorecer facções do tráfico de drogas e milícias no estado do Rio de Janeiro. A ação se insere no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II.

Ao longo dos três dias, foram cumpridos 14 mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro e em municípios da Região Metropolitana. Entre os presos estão dois delegados – um da Polícia Federal e outro da Polícia Civil do Rio de Janeiro -, dois policiais civis e sete policiais militares. Um dos investigados encontra-se foragido no exterior, com medidas em andamento para inclusão na Difusão Vermelha da Interpol.

Durante as diligências, foram apreendidas armas e acessórios, munições, cerca de R$ 50 mil em espécie, celulares e outros dispositivos eletrônicos, um veículo e documentos diversos. As decisões judiciais também determinaram bloqueio de bens, suspensão de atividades empresariais e o afastamento imediato dos servidores públicos investigados de suas funções.

Operação Anomalia

Cada etapa da Operação Anomalia foi direcionada à desarticulação de diferentes núcleos da organização criminosa identificada pelas investigações:

Primeira fase (9/3) – As ações tiveram como alvo um grupo responsável por negociar vantagens indevidas em troca de informações e influência para beneficiar um traficante internacional de drogas. Na ocasião, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão no Rio de Janeiro.

Segunda fase (10/3) – A investigação avançou sobre um núcleo composto por policiais civis e operadores financeiros, que utilizavam a estrutura estatal para extorquir integrantes de facções criminosas, além de praticar corrupção e lavagem de capitais. Foram cumpridos quatro mandados de prisão e três de busca e apreensão, em adição ao bloqueio de valores em contas bancárias e criptoativos vinculados aos investigados.

Terceira fase (11/3) – A última etapa teve como alvo policiais militares cooptados pelo crime organizado para facilitar a logística de traficantes e milicianos, blindar criminosos e ocultar recursos ilícitos, utilizando as prerrogativas da função para tal. Com apoio da Corregedoria da PMERJ, foram cumpridos sete mandados de prisão e sete de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu e Nilópolis.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de capitais, entre outros delitos. Todo o material apreendido será submetido à análise pericial, com o objetivo de aprofundar as apurações e identificar outros envolvidos no esquema.

Combate ao crime organizado

As apurações são conduzidas no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela Polícia Federal e voltada ao enfrentamento de grupos criminosos violentos no estado do Rio de Janeiro, com foco na desarticulação de suas conexões com agentes públicos, operadores financeiros e estruturas políticas.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da PF
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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