Ameaça via WhatsApp
Filho da prefeita de Várzea Grande é citado em boletim de ocorrência por suposta ameaça a vereador
Polícia

O vereador Samir Japonês (PL) registrou um boletim de ocorrência contra Rafael Moretti Ourives, filho da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, após receber uma mensagem considerada ameaçadora.
De acordo com o documento policial nº 2025.352246, Samir compareceu à Delegacia de Polícia relatando que, após fazer críticas públicas à gestão municipal, recebeu via WhatsApp uma mensagem atribuída a Rafael. No texto, o autor afirma:
“Bom dia. Escolheu sua calçada, agora anda nela! Se pisar fora, sabe. Se eu ouvir algo de você, já sabe.”

Segundo o registro, a mensagem veio acompanhada de um símbolo identificado pelo vereador como “demônio da morte”. O parlamentar declarou que interpretou o conteúdo como intimidação direta em razão de sua atuação política e decidiu formalizar o fato para garantir sua segurança e a continuidade de seu mandato “sem constrangimentos ou pressões externas”.
Rafael Moretti é filho da atual prefeita e figura frequentemente associada aos bastidores da administração municipal. A ocorrência joga luz sobre a relação entre membros do Executivo e críticos da gestão, levantando debate sobre o ambiente político na cidade e o respeito às prerrogativas parlamentares.
Samir solicitou que todas as medidas legais cabíveis sejam adotadas. Até o momento, a Prefeitura e o citado não se manifestaram oficialmente sobre o caso.

Polícia
Polícia Civil cumpre mandado em laboratório investigado por falsidade ideológica e documental

A Polícia Civil cumpriu nesta quarta-feira (11.3) mandado de busca e apreensão em um laboratório de Tangará da Serra investigado por fraudar exames laboratoriais de pacientes e receber pagamentos da Prefeitura Municipal por serviços que não teriam sido realizados.
A ordem judicial foi cumprida na sede do laboratório e teve como objetivo a apreensão de documentos, aparelhos celulares e computadores, que serão submetidos à perícia técnica, visando subsidiar o prosseguimento das investigações, que apuram a prática dos crimes de falsidade ideológica e falsidade documental.
As investigações tiveram início no dia 3 de março, após o recebimento de denúncias anônimas indicando que o referido laboratório estaria fraudando exames laboratoriais e apresentando exames supostamente fictícios à Prefeitura de Tangará da Serra, com a finalidade de obter indevidamente pagamentos por serviços não efetivamente realizados, considerando que o estabelecimento mantinha convênio com o Município.
Segundo o delegado Ivan Albuquerque, o laboratório funcionou regularmente até o dia 2 de março e encerrou as atividades de forma repentina, circunstância que chamou a atenção da equipe de investigação.
O caso segue sendo investigado, com a análise do material apreendido e diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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