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Polícia

PM prende prefeito maranhense e mais três envolvidos em extração e transporte ilegal de minério e ouro

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Polícia

A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu três homens e uma mulher por extração e transporte ilegal de minério e ouro, na tarde desta terça-feira (12.11), em Confresa. Com a quadrilha, foram apreendidas sacolas contendo fragmentos de minérios e 10 gramas de ouro. Um dos presos foi identificado como prefeito na cidade de Centro Novo, no Estado do Maranhão.

A prisão ocorreu durante fiscalização de trânsito em apoio a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra-MT), na MT-430. Em uma das abordagens, os policiais pararam uma caminhonete Ranger preta, ocupada pelos quatro suspeitos.

Durante a abordagem, os suspeitos apresentaram informações contraditórias sobre origem e destino da viagem. Por fim, um dos homens, identificado como prefeito da cidade de Centro Novo, no Maranhão, e com passagem policial por extração irregular de recursos minerais da União, revelou que eles estavam vindo de uma região de garimpo, na cidade de Paranaíta.

Diante da suspeita, os militares iniciaram vistoria minuciosa no carro e localizaram sacolas contendo materiais terrosos semelhantes a minérios e uma sacola contendo fragmentos de ouro.

Também foram encontradas notas fiscais de outras compras e de consumo de combustível, celulares, aparelhos eletrônicos e cinco rádios comunicadores e uma agenda contendo informações e lista de materiais de extrações de minérios em idioma indígena, sinalizando que as retiradas poderiam ocorrer em território indígena.

Os suspeitos foram conduzidos para a Delegacia de Confresa, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências. As sacolas apreendidas foram encaminhadas para Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para a perícia necessária e confirmação sobre os tipos de minérios transportados.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia

Polícia Civil cumpre 21 ordens judiciais contra núcleo de facção liderado por mulher em Cáceres

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (7.4), a Operação Coroa Quebrada, para cumprir 21 ordens judiciais contra uma facção criminosa envolvida em diversos crimes, como tráfico ilícito de drogas, associação para o tráfico, homicídios qualificados, além da disputa territorial com uma facção rival, no município de Cáceres e região.

São cumpridos, na operação, quatro mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, após manifestação favorável do Ministério Público de Cáceres.

As ordens judiciais são cumpridas nas cidades de Cáceres, Cuiabá, Rondonópolis e Nova Mutum. Entre os alvos, está uma mulher apontada como liderança da facção na região e que atualmente se encontra reclusa na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá.

A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Cáceres, com apoio da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) de Cuiabá, identificou que o grupo criminoso possui estrutura hierarquizada, divisão clara de tarefas e envolvimento de, pelo menos, 28 pessoas.

A operação conta com o apoio de equipes da Delegacia Regional de Cáceres, Denarc de Cuiabá, Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis e Delegacia de Polícia de Nova Mutum.

Atuação da facção

Com funções específicas entre seus integrantes, o grupo criminoso era voltado à prática de tráfico ilícito de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e homicídios qualificados, ocorridos em meio à disputa territorial com outra facção criminosa rival.

Por meio das investigações, foi possível elucidar o modo de atuação do grupo investigado, com liderança exercida por uma mulher, que orquestrava mortes, determinava punições e distribuía armas. Mesmo detida, em razão de prisão anterior pela prática de homicídio qualificado, a faccionada continuava a decretar execuções contra membros da facção rival e a gerenciar o tráfico em Cáceres, mantendo contato contínuo com superiores hierárquicos.

Os demais alvos identificados atuavam em diferentes funções, como armeiros da facção, responsáveis por fornecer armas e munições; executores de homicídios, que atuavam sob comando da líder; responsáveis pela logística de drogas e armas; e envolvidos no roubo de veículos em benefício da organização.

“A estrutura demonstra sofisticação e periculosidade, com utilização de aplicativos de mensagens para coordenar ataques e ordenar execuções”, explicou o delegado da Draco de Cáceres, Fabrício Alencar, responsável pelas investigações.

Coroa Quebrada

O nome da operação faz referência à líder, conhecida pelo apelido de “Princesa”, que teve a sua “coroa quebrada”, ou seja, sua atuação foi desarticulada com a operação da Polícia Civil.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Renorcrim

A operação também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e do Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (Diopi) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência para o combate duradouro à criminalidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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