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Polícia Civil deflagra operação contra facção criminosa em Lucas do Rio Verde

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (7.11), a Operação Ruptura, com o objetivo de desarticular uma célula de uma facção criminosa atuante em Mato Grosso responsável por coordenar o tráfico de drogas na região de Lucas do Rio Verde.

Foram cumpridas 28 ordens judiciais, 17 de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão domiciliar, na área urbana de Lucas do Rio Verde, sob coordenação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Lucas do Rio Verde, com apoio das delegacias subordinadas à Regional de Nova Mutum.

Os alvos são investigados pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas e associação para o tráfico.

De acordo com as investigações, todos os alvos integram uma facção criminosa e exercem a função de “lojistas”, termo usado para designar traficantes responsáveis pela venda direta de entorpecentes. Os criminosos obtinham lucro com a comercialização das drogas e repassavam parte dos valores arrecadados à facção, fortalecendo sua estrutura financeira e operacional.

A operação recebeu o nome “Ruptura” justamente por ter como meta romper a cadeia de abastecimento e distribuição de drogas que vinha se consolidando na região.

“A Operação Ruptura representa mais uma importante ofensiva da Polícia Civil de Mato Grosso no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas. O sucesso da ação é resultado de trabalho investigativo minucioso, conduzido pela equipe da Derf, que vem monitorando há meses a atuação da facção criminosa na região”, afirmou o delegado Artur Andrade de Almeida.

As investigações seguem em andamento e novas prisões não estão descartadas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre mandado em laboratório investigado por falsidade ideológica e documental

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A Polícia Civil cumpriu nesta quarta-feira (11.3) mandado de busca e apreensão em um laboratório de Tangará da Serra investigado por fraudar exames laboratoriais de pacientes e receber pagamentos da Prefeitura Municipal por serviços que não teriam sido realizados.

A ordem judicial foi cumprida na sede do laboratório e teve como objetivo a apreensão de documentos, aparelhos celulares e computadores, que serão submetidos à perícia técnica, visando subsidiar o prosseguimento das investigações, que apuram a prática dos crimes de falsidade ideológica e falsidade documental.

As investigações tiveram início no dia 3 de março, após o recebimento de denúncias anônimas indicando que o referido laboratório estaria fraudando exames laboratoriais e apresentando exames supostamente fictícios à Prefeitura de Tangará da Serra, com a finalidade de obter indevidamente pagamentos por serviços não efetivamente realizados, considerando que o estabelecimento mantinha convênio com o Município.

Segundo o delegado Ivan Albuquerque, o laboratório funcionou regularmente até o dia 2 de março e encerrou as atividades de forma repentina, circunstância que chamou a atenção da equipe de investigação.

O caso segue sendo investigado, com a análise do material apreendido e diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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