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Polícia Civil e Vigilância Sanitária fecham comércio ilegal de pescado vivo em Cuiabá
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A Polícia Civil e a Vigilância Sanitária de Cuiabá interditaram, na manhã desta quarta-feira (14.1), um comércio ilegal de pescado vivo localizado na Avenida Agrícola Paes de Barros, em Cuiabá.
Equipes da Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema) e da Vigilância Sanitária de Cuiabá foram ao local e constataram a existência de um tanque do tipo piscina, no qual estavam acondicionados aproximadamente 30 peixes da espécie tambaqui.
Os peixes estavam mantidos com baixo nível de água e oxigenação e, segundo avaliação técnica da médica veterinária da Vigilância Sanitária, possivelmente, sendo submetidos a maus-tratos.
O estabelecimento já havia sido notificado em junho de 2025 e, na vistoria de retorno, foi constatada a continuidade da prática de abates clandestinos de pescado, que os peixes permaneciam no tanque sem condições adequadas de oxigenação, e não foi apresentada Guia de Trânsito Animal (GTA), ou qualquer outra documentação dos órgãos fiscalizadores.
Como o estabelecimento não cumpriu nenhuma das exigências da notificação, a Vigilância Sanitária decretou a interdição do local, que permanecerá nessa condição até a completa regularização junto aos órgãos competentes.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para realizar a perícia ambiental, que apontará se houve maus-tratos e se os peixes estavam com falta de oxigênio, em condições precárias e as demais irregularidades.
O proprietário do local, de 67 anos, foi conduzido para a Delegacia de Meio Ambiente para prestar esclarecimentos. A Dema continuará as investigações do caso.
Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre mandado em laboratório investigado por falsidade ideológica e documental

A Polícia Civil cumpriu nesta quarta-feira (11.3) mandado de busca e apreensão em um laboratório de Tangará da Serra investigado por fraudar exames laboratoriais de pacientes e receber pagamentos da Prefeitura Municipal por serviços que não teriam sido realizados.
A ordem judicial foi cumprida na sede do laboratório e teve como objetivo a apreensão de documentos, aparelhos celulares e computadores, que serão submetidos à perícia técnica, visando subsidiar o prosseguimento das investigações, que apuram a prática dos crimes de falsidade ideológica e falsidade documental.
As investigações tiveram início no dia 3 de março, após o recebimento de denúncias anônimas indicando que o referido laboratório estaria fraudando exames laboratoriais e apresentando exames supostamente fictícios à Prefeitura de Tangará da Serra, com a finalidade de obter indevidamente pagamentos por serviços não efetivamente realizados, considerando que o estabelecimento mantinha convênio com o Município.
Segundo o delegado Ivan Albuquerque, o laboratório funcionou regularmente até o dia 2 de março e encerrou as atividades de forma repentina, circunstância que chamou a atenção da equipe de investigação.
O caso segue sendo investigado, com a análise do material apreendido e diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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