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Polícia Civil prende condenado por estupro de vulnerável contra a própria filha

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A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (17.2), em Colniza, um homem, de 41 anos, condenado por abusar sexualmente da própria filha, à época com 12 anos.

O preso foi condenado a 23 anos, um mês e três dias de prisão, em regime fechado. O mandado foi expedido pela Vara Única de Colniza, após condenação transitada em julgado, e cumprido por uma equipe da Delegacia de Colniza.

À época do fato, a própria criança ligou para a polícia e denunciou o pai. O Conselho Tutelar foi acionado e equipes dos dois órgãos foram até a casa da família.

Ao chegar na casa, os policiais e as conselheiras encontraram os pais da vítima e, em seguida, chamaram a criança, que relatou novamente como aconteciam os abusos frequentes. Os crimes ocorriam dentro da casa da família.

Diante disso, o pai foi preso e levado para a delegacia, mas respondeu pelo crime em liberdade. Após o indiciamento da Polícia Civil, ele foi julgado, condenado e, nesta terça-feira (17), com o mandado de prisão definitiva, preso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre mandado em laboratório investigado por falsidade ideológica e documental

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A Polícia Civil cumpriu nesta quarta-feira (11.3) mandado de busca e apreensão em um laboratório de Tangará da Serra investigado por fraudar exames laboratoriais de pacientes e receber pagamentos da Prefeitura Municipal por serviços que não teriam sido realizados.

A ordem judicial foi cumprida na sede do laboratório e teve como objetivo a apreensão de documentos, aparelhos celulares e computadores, que serão submetidos à perícia técnica, visando subsidiar o prosseguimento das investigações, que apuram a prática dos crimes de falsidade ideológica e falsidade documental.

As investigações tiveram início no dia 3 de março, após o recebimento de denúncias anônimas indicando que o referido laboratório estaria fraudando exames laboratoriais e apresentando exames supostamente fictícios à Prefeitura de Tangará da Serra, com a finalidade de obter indevidamente pagamentos por serviços não efetivamente realizados, considerando que o estabelecimento mantinha convênio com o Município.

Segundo o delegado Ivan Albuquerque, o laboratório funcionou regularmente até o dia 2 de março e encerrou as atividades de forma repentina, circunstância que chamou a atenção da equipe de investigação.

O caso segue sendo investigado, com a análise do material apreendido e diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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