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Polícia Civil prende homem por furto de energia e estelionato em Poconé

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A Polícia Civil prendeu um homem por furto de energia, nesta quinta-feira (12.2), em Poconé. A prisão é resultado da Operação Rede Segura, desencadeada por meio da Delegacia de Especializada de Estelionato de Várzea Grande, com objetivo de apurar denúncias de irregularidades envolvendo o consumo de energia elétrica.

Segundo apurado, o furto estava sendo praticado por uma empresa de mineração, situada do Distrito de Cangas. No local, a equipe policial, com auxílio da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), constatou o desvio na rede de energia sem autorização, configurando o crime de furto de energia elétrica e ausência relógio de medição, caracterizando o delito de estelionato.

Diante dos fatos, o proprietário da empresa foi preso em flagrante e, posteriormente, conduzido até a Delegacia de Polícia Civil de Poconé, onde foram realizados os procedimentos legais cabíveis.

O suspeito deve responder por furto qualificado, previsto no art. 155, § 3º, do Código Penal e estelionato (art. 171, do CP).

Toda ação contou com apoio em conjunto da Politec e do Grupo Energisa.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre mandado em laboratório investigado por falsidade ideológica e documental

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A Polícia Civil cumpriu nesta quarta-feira (11.3) mandado de busca e apreensão em um laboratório de Tangará da Serra investigado por fraudar exames laboratoriais de pacientes e receber pagamentos da Prefeitura Municipal por serviços que não teriam sido realizados.

A ordem judicial foi cumprida na sede do laboratório e teve como objetivo a apreensão de documentos, aparelhos celulares e computadores, que serão submetidos à perícia técnica, visando subsidiar o prosseguimento das investigações, que apuram a prática dos crimes de falsidade ideológica e falsidade documental.

As investigações tiveram início no dia 3 de março, após o recebimento de denúncias anônimas indicando que o referido laboratório estaria fraudando exames laboratoriais e apresentando exames supostamente fictícios à Prefeitura de Tangará da Serra, com a finalidade de obter indevidamente pagamentos por serviços não efetivamente realizados, considerando que o estabelecimento mantinha convênio com o Município.

Segundo o delegado Ivan Albuquerque, o laboratório funcionou regularmente até o dia 2 de março e encerrou as atividades de forma repentina, circunstância que chamou a atenção da equipe de investigação.

O caso segue sendo investigado, com a análise do material apreendido e diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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