Search
Close this search box.

Política

Comunicação da ALMT avança, amplia transparência e aproxima Parlamento da população em 2025

Publicado em

Política

A comunicação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) avançou de maneira significativa no ano 2025. A TV Assembleia ampliou o sinal para mais municípios, o site da Casa de Leis ganhou o “Plenário no Ar” com atualizações em tempo real das sessões plenárias, a assistente virtual “Alê” criada pela equipe de Publicidade foi reconhecida nacionalmente e a Rádio Assembleia garantiu mais participação na Rede Legislativa de Rádio.

Esses são apenas alguns dos destaques. No fim de 2025, a Assembleia recebeu, pelo terceiro ano consecutivo, o Selo Diamante de Transparência Pública 2025, certificação máxima do Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP). Também no ano passado, foi lançado o 1º Prêmio de Jornalismo – Troféu Parlamento. O concurso elegeu os 15 melhores trabalhos da imprensa e de universitários do estado, divididos em cinco categorias, e distribuiu R$ 175 mil em premiação em janeiro deste ano.

“Fortalecemos a relação com a imprensa. O 1º Prêmio ALMT de Jornalismo já nasceu grande, com 293 trabalhos inscritos, de 54 veículos, quatro faculdades e participação de 19 municípios. Isso comprova a credibilidade da iniciativa e o respeito da Assembleia pelo jornalismo profissional e pelos estudantes de comunicação. Nós também criamos a carteira de identificação para jornalistas, facilitando o acesso ao Parlamento”, cita o secretário de comunicação da ALMT, Henrique Santos.

O chefe da Secretaria de Comunicação avalia que 2025 foi um ano extremamente positivo, marcado por avanços e modernização, principalmente pelo fortalecimento da aproximação entre a Casa de Leis e a população mato-grossense. “Hoje, qualquer cidadão pode acompanhar o plenário ao vivo, pela TVAL ou pelo site, vendo as discussões e votações em tempo real. Outro avanço importante foi a tradução em Libras, tanto na TV quanto nas redes sociais. Informação pública precisa chegar a todos, e inclusão não é discurso, é prática”, comenta Santos.

No período, a TV Assembleia realizou 550 transmissões ao vivo em 82 cidades. “É importante pontuar que o carro-chefe da televisão são as transmissões ao vivo, uma vez que elas impactam diretamente no acesso à informação. A TV Assembleia se diferencia dos demais veículos ao transmitir a informação em tempo real, sem cortes. As imagens e o áudio gerados pela TV são utilizados por outras mídias para reprodução, produção de reportagens e de conteúdos para redes sociais”, ressalta a gerente de jornalismo da emissora, Franchesca Bogo.

A profissional ainda frisa que a capacitação técnica dos profissionais da TV Assembleia é fundamental para garantir transmissões ao vivo seguras, ágeis e claras. Segundo Bogo, o domínio do conteúdo legislativo dos servidores permite o acompanhamento de todas as atividades da Casa. Assim, os jornalistas asseguram a qualidade da informação, contribuindo para uma comunicação acessível e confiável à população.

Em 2025, a emissora do legislativo estadual produziu mais de 900 reportagens e cerca de 250 programas próprios. Foram 230 entrevistas ao vivo no “Direto do Plenário”, transmissões feitas nos dias de sessão plenária. O sinal aberto da TV Assembleia já está presente em 48 municípios do estado.

Rádio Assembleia e Redes Sociais – A Rádio da Assembleia 89,5 FM também terminou o ano passado com avanços significativos na programação e na sua conexão com a sociedade. Entre os destaques, o gerente Eduardo Ferreira ressalta a criação do programa “Viva Voz”. “Faltava essa voz pública. O ‘Viva Voz’ mostra como a sociedade acontece, dando espaço aos movimentos sociais, políticos e de minorias, de todos os segmentos”, explica.

Outro marco do ano foi a transmissão da “Voz do Brasil”, que ganhou dimensão histórica ao sai de Brasília, pela primeira vez em 90 anos, para uma transmissão conjunta com quatro praças da Rede Legislativa. “Foi uma experiência inédita e muito rica, que envolveu a comunidade acadêmica e os ouvintes. A ‘Voz do Brasil’ faz parte do nosso legado cultural sonoro”, afirmou. Ainda foi importante a participação da emissora no Encontro de Rádios, em Brasília, como uma confirmação da qualidade jornalística e da vocação da rádio para a interatividade, o que abriu portas para parcerias com a Rádio Câmara e outras emissoras da rede nacional.

A gerente de Publicidade da ALMT, Noêmia Almeida, destacou que a comunicação institucional da Casa tem avançado de forma integrada, com as redes sociais consolidadas como canais estratégicos de informação pública. Segundo ela, esse trabalho está articulado a um conjunto mais amplo de campanhas institucionais veiculadas na TV, no rádio, nos jornais impressos e também em mídias não tradicionais. “Esse movimento representa uma renovação significativa das campanhas publicitárias, com foco em linguagem clara, conteúdos objetivos e narrativas alinhadas ao ambiente digital, o que amplia a compreensão do papel do Parlamento no cotidiano da população”, afirma.

Ela também ressaltou iniciativas voltadas à inclusão, à inovação e à transparência como pilares desse processo. “A presença permanente da intérprete de Libras nas redes sociais garante acesso qualificado à informação para a comunidade surda, enquanto a integração dos canais e o uso de ferramentas inovadoras, como a assistente virtual Alê, facilitam o acesso direto a leis, projetos e notícias”, diz. Para a gerente, esse formato de comunicação fortalece a transparência, democratiza o acesso aos conteúdos legislativos e aproxima a ALMT da sociedade, reafirmando o compromisso da instituição com a cidadania, a inclusão e o respeito à diversidade.

Uma das conquistas da ALMT na comunicação durante o ano passado foi a segunda colocação da assistente virtual Alê na avaliação dos melhores trabalhos desenvolvidos por órgãos públicos na área da comunicação no evento nacional WeGov. O encontro aconteceu em abril de 2025 em Florianópolis (SC).

Novidades – O secretário-adjunto de Comunicação, José Marques, afirmou que o planejamento para 2026 prevê uma série de ações voltadas à qualificação profissional e ao fortalecimento dos processos internos. Entre as iniciativas estão ações de capacitação, incluindo a implantação, em parceria com o Ministério Público, de um curso sobre inteligência artificial e novas tecnologias, direcionado à equipe da Comunicação e aos assessores dos gabinetes. Também estão previstos treinamentos específicos, em conjunto com a Procuradoria, sobre a legislação eleitoral e os limites de divulgação no período eleitoral. Além disso, está confirmada a realização da segunda edição do Prêmio de Jornalismo Troféu Parlamento.

A gerente da TV Assembleia, Franchesca Bogo destacou que a emissora avançará em 2026 na ampliação do sinal, com a inclusão de mais 14 municípios. “Rondonópolis, Tangará da Serra e Lucas do Rio Verde devem receber o sinal ainda no primeiro semestre”, adianta. A expectativa, segundo ela, é alcançar mais de 70% da população de Mato Grosso até o final do ano. A gerente também informou que está em andamento um plano de maior integração entre a Rádio Assembleia e a TV Assembleia, com foco na otimização de conteúdos e na ampliação do alcance das produções institucionais.

Para a Rádio Assembleia, as perspectivas também são positivas. De acordo com Eduardo Ferreira, o fechamento de 2025 abriu caminho para um 2026 promissor, com projetos estruturantes em andamento. “Encerramos o ano abrindo caminho para um 2026 maravilhoso”, disse, ao anunciar que já estão trabalhando num festival de música e no projeto Rádio Rua, que levará a emissora para fora do estúdio. “Queremos estar mais perto das pessoas”, afirmou, destacando o início previsto para 1º de maio, durante o Festival Internacional de Grafite, em Cuiabá. Ele conclui avaliando que, além da programação, a rádio evoluiu internamente, com fluxos mais organizados e profissionais, consolidando um novo patamar de atuação.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo
Propaganda

Política

ALMT debate violência contra a mulher e destaca avanço no combate ao feminicídio em Cáceres

Publicados

em

Por

O município de Cáceres está desde maio de 2025 sem registro de feminicídio. A informação foi apresentada ao deputado estadual Gilberto Cattani (PL) durante audiência pública realizada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), no plenário da Câmara Municipal, nesta segunda-feira (6), e marcou o debate sobre os índices de violência contra a mulher no município e na região.

“Hoje tivemos a informação de que a realidade mudou aqui em Cáceres e que o município está há aproximadamente um ano sem registro de feminicídio, o que representa uma vitória. Precisamos entender o que foi feito aqui e levar essas ações para outras regiões do estado”, afirmou o parlamentar.

Durante o encontro, foram apresentados apontamentos sobre a realidade da violência contra a mulher e a necessidade de mobilização conjunta entre o poder público, instituições e sociedade para garantir proteção às vítimas e promover a conscientização sobre o tema.

A delegada da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cáceres, Cinthia Gomes da Rocha Cupido, apresentou dados atualizados sobre os índices de feminicídio no município e esclareceu que, desde 18 de maio de 2025, não há registro desse tipo de crime na cidade. Segundo ela, a redução foi reconhecida pelo governo do estado, que premiou o município pelo resultado positivo no enfrentamento à violência contra a mulher.

“A cidade de Cáceres está desde maio de 2025 sem registro de feminicídio. No ano passado, não tivemos nenhum caso, e isso é um resultado importante. Inclusive, fomos reconhecidos pelo governo do estado pela redução desses índices”, afirmou.

A delegada também destacou que é necessário analisar com cuidado os dados divulgados sobre violência, especialmente quando comparações são feitas com base na população dos municípios, o que pode gerar interpretações equivocadas.

“Quando falamos de segurança pública e de vidas, precisamos olhar para os números reais. Às vezes, uma estatística relativa pode dar a impressão de que uma cidade está em pior situação, mas é preciso entender o contexto e a base desses dados”, explicou.

Segundo ela, o enfrentamento ao feminicídio exige políticas públicas integradas e apoio efetivo às mulheres em situação de violência, para que consigam romper o ciclo de agressões. “Muitas vezes, a mulher quer sair da situação de violência, mas não tem para onde ir ou como sustentar a família. Por isso, é fundamental garantir proteção integral e políticas públicas que ofereçam condições reais para que ela consiga recomeçar”, destacou a delegada.

O deputado Gilberto Cattani destacou a importância de compreender as causas da violência e buscar soluções efetivas para reduzir os casos de feminicídio em Mato Grosso. Segundo ele, o objetivo da audiência é justamente ouvir as instituições e identificar experiências que possam contribuir para a formulação de políticas públicas mais eficazes.

“Nós queremos tirar do nosso estado essa marca negativa relacionada ao feminicídio. Precisamos entender o que está funcionando e o que ainda precisa ser melhorado para que possamos construir políticas públicas realmente eficazes”, afirmou.

O presidente da Câmara Municipal de Cáceres, vereador Flávio Negação (MDB), ressaltou que a violência contra a mulher muitas vezes começa de forma silenciosa e pode evoluir para situações mais graves, o que reforça a importância da atuação conjunta da sociedade e do poder público.

“É fundamental que toda a sociedade esteja atenta, que as denúncias sejam encorajadas e que as vítimas encontrem apoio, proteção e acolhimento”, afirmou.

Ele também destacou a necessidade de fortalecer a rede de proteção e ampliar políticas públicas voltadas à prevenção da violência. “Precisamos promover uma mudança de consciência, para que o respeito às mulheres seja um valor inegociável em nossa sociedade”, disse.

O coordenador do Núcleo da Defensoria Pública de Mato Grosso em Cáceres, defensor Antônio Góes de Araújo, enfatizou a importância de garantir proteção integral às vítimas de violência doméstica, com atuação articulada entre as áreas criminal e cível.

“A defesa da vítima de violência precisa ser integral. É necessário garantir que a mulher tenha autonomia para dizer não diante de qualquer comportamento que a desrespeite, sem sofrer agressões físicas, psicológicas, patrimoniais ou sexuais”, destacou.

O defensor público também ressaltou a relevância da Lei Maria da Penha no fortalecimento dos direitos das mulheres e no incentivo às denúncias. “A Lei Maria da Penha foi uma das legislações mais efetivas que acompanhei ao longo da minha carreira. Hoje, a mulher tem mais poder para denunciar e dizer não, e isso contribui para que a violência venha à tona e seja enfrentada pela sociedade”, pontuou.

Participaram da audiência vereadores, lideranças políticas, representantes de associações, das polícias Civil e Militar e membros da comunidade.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA