Saúde
Reino Unido alerta para pancreatite associada a canetas emagrecedoras
Saúde
A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) do Reino Unido emitiu alerta para o risco, ainda que pequeno, de casos de pancreatite aguda grave em pacientes que utilizam medicamentos agonistas GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

Em nota, a agência destacou que a pancreatite aguda é um efeito colateral conhecido, porém pouco frequente, do uso desse tipo de medicamento.
“Em alguns casos extremamente raros, as complicações da pancreatite aguda podem ser particularmente graves”.
De acordo com o comunicado, médicos e pacientes devem estar atentos aos sintomas iniciais de pancreatite aguda para que o quadro não evolua para forma grave, incluindo dor abdominal intensa e persistente que pode irradiar para as costas e ser acompanhada de náuseas e vômitos.
A diretora de Segurança da MHRA, Alison Cave, destacou que, para a grande maioria dos pacientes que recebem prescrição médica para utilizar medicamentos agonistas GLP-1, eles se mostram seguros e eficazes, “proporcionando benefícios significativos para a saúde”.
“O risco de desenvolver esses efeitos colaterais graves é muito pequeno, mas é importante que pacientes e profissionais de saúde estejam cientes e atentos aos sintomas associados”, completou Alison.
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Entenda
Os medicamentos agonistas GLP-1 são prescritos para o tratamento de diabetes tipo 2 e, no caso de produtos específicos, para o controle de peso e a redução do risco cardiovascular em indivíduos com doença estabelecida e alto índice de massa corpórea (IMC).
Pesquisa recente publicada pela University College London estima que 1,6 milhão de adultos na Inglaterra, no País de Gales e na Escócia usaram as chamadas canetas emagrecedoras, incluindo a semaglutida (Wegovy e Ozempic) e a tirzepatida (Mounjaro), entre o início de 2024 e o início de 2025, com o objetivo de perda de peso.
Saúde
Líder indígena Raoni tem melhora do quadro de saúde
O líder indígena Raoni Metuktire, de 94 anos de idade, permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital e Maternidade Dois Pinheiros, em Sinop, no Mato Grosso, apresentando melhora progressiva de seu quadro de saúde. 

Diante disso, a equipe médica avalia a possibilidade de transferência de Raoni para o Hospital São Paulo, hospital universitário da Escola Paulista de Medicina, na capital paulista.
Segundo o boletim médico divulgado nesta quinta-feira (18), nas últimas 24 horas houve melhora progressiva dos parâmetros clínicos, das funções intestinais e renais. O cacique segue recebendo suporte nutricional por meio de nutrição parenteral.
“O paciente mantém-se lúcido, consciente e orientado, respirando espontaneamente, sem necessidade de suporte ventilatório mecânico. Encontra-se hemodinamicamente estável, com boa saturação de oxigênio e sob monitoramento contínuo da equipe multiprofissional”, informa o boletim.
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