Política
TV Assembleia celebra marco histórico: 500 transmissões ao vivo apenas em 2025
Política
A TV Assembleia (TVAL), emissora pública do Legislativo estadual, alcançou, nesta semana, um marco que demonstra a força de sua presença na vida dos mato-grossenses: 500 transmissões ao vivo realizadas somente em 2025. O número, além de expressivo, evidencia o crescimento de um canal que acompanha de perto o trabalho do Parlamento e leva ao cidadão, em tempo real, debates, sessões, audiências e eventos que ajudam a compreender as decisões que movem o estado.
Seja pelos canais 30.1 (Baixada Cuiabana) e 9.2 (interior), ou pelas transmissões simultâneas no site (www.al.mt.gov.br) e no YouTube da ALMT, a TV Assembleia amplia o acesso à informação pública e aproxima a população do que acontece dentro da Casa de Leis.
Para o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), o avanço marca mais do que um feito técnico. Representa o compromisso de manter a população informada com qualidade e imparcialidade.
“É um marco importante. A TV Assembleia é um canal público que leva a notícia na hora, de forma séria, para mais de 47 municípios, mais da metade da nossa população e continuamos expandindo o sinal. Tudo o que acontece no estado, problemas e avanços, passa pela Assembleia em algum momento. A tevê tem esse papel fundamental de informar, dar voz ao cidadão e ajudar a levantar temas que permitem construir soluções para Mato Grosso”, destaca.
Foto: Bruna Obadowski/ADUNEMAT
O parlamentar lembra que a emissora mantém uma característica rara no universo das transmissões ao vivo: não ter ficado fora do ar em nenhuma cobertura. “Sempre encontramos um jeito de transmitir. Isso é motivo de orgulho. Temos bons profissionais, bons equipamentos e a certeza de que vamos conseguir chegar a qualquer região dos 142 municípios com informação precisa e em tempo real”, afirma.
Engrenagem – Responsável pela coordenação da emissora, o superintendente Jaime Neto explica que cada transmissão envolve uma operação complexa, que mobiliza equipes técnicas, profissionais de jornalismo, logística, tecnologia e comunicação.
“Quando falamos em transmissão ao vivo, falamos de toda a estrutura da tevê: da subida de sinal via satélite às transmissões pela internet. Seja em Cuiabá ou no interior, o processo exige preparação, testes de som, de imagem e de conectividade. É um trabalho que começa muito antes de entrar no ar”, detalha.
O crescimento do alcance também é reflexo de investimentos contínuos. Antes, as transmissões se concentravam em Cuiabá e Várzea Grande, hoje, o sinal da emissora já chega a 47 municípios, número que continuará aumentando. Com o novo programa do governo federal, a previsão é que até o fim de 2026 mais 15 municípios recebam o sinal, ampliando a cobertura para 74% da população de Mato Grosso.
Além da expansão geográfica, a TVAL também avançou em acessibilidade. Jaime lembra que a TV Assembleia foi pioneira ao incluir intérpretes de Libras nas transmissões, prática iniciada há seis anos.
“No começo, eram poucos profissionais. Hoje, temos oito intérpretes contratados, atuando diretamente na Assembleia, inclusive em conteúdos exclusivos para redes sociais”, afirma.
A meta, segundo ele, é garantir que toda informação pública seja compreendida por todos os públicos. “A inclusão vai além de colocar o intérprete na tela. É criar meios para que qualquer pessoa participe da vida legislativa. Isso é democracia”, reforça.
Em tempo real – O secretário de Comunicação da Assembleia Legislativa, coronel Henrique Santos, destaca que a força do jornalismo ao vivo está justamente na entrega imediata da informação.
“O ao vivo traz a notícia real, no tempo em que ela acontece. Essas 500 transmissões mostram a capacidade técnica da TV e o talento dos nossos profissionais. Temos apresentadores experientes, que conseguem traduzir os fatos com credibilidade, e equipes que trabalham com excelência. A intenção é ampliar ainda mais e levar informação de confiança para a população”, afirma.
A rotina de quem atua na linha de frente reforça a dimensão do trabalho. A intérprete de Libras Carine Campos descreve o desafio com simplicidade: “No ao vivo, o frio na barriga nunca passa. É corrido, surpreendente, mas sempre dá certo. É uma experiência única”, comenta.
Na área técnica, o servidor Joãozinho Fernandes explica que a emissora já consegue transmitir de qualquer ponto do estado. “Com a unidade móvel não temos barreiras. Podemos estar em uma comunidade quilombola, em uma aldeia indígena ou em uma cidade pequena. Se houver satélite ou internet, a transmissão acontece. Tivemos 100% de sucesso nas coberturas”, explica.
O gerente técnico Jovânio de Assis lembra que, nos bastidores, o ritmo é intenso. “Uma transmissão ao vivo envolve vários setores da Casa. Em uma audiência pública no interior, por exemplo, levamos cinegrafistas, repórter, técnicos, equipe de montagem e direção de imagem. Há dias em que fazemos até seis transmissões, algumas simultâneas. Trabalhamos rápido, com responsabilidade, para garantir transparência ao cidadão”, relata.
Missão – A marca de 500 transmissões ao vivo simboliza mais que um número. Mostra que a TV Assembleia se consolidou como um dos principais instrumentos de transparência pública no estado. Com expansão de sinal, equipe especializada, tecnologia avançada e compromisso com a acessibilidade, a emissora fortalece o diálogo entre o Parlamento e a sociedade e mantém viva a missão institucional da ALMT: informar com precisão, clareza e responsabilidade.
(Com informações do repórter Anderson Sartori, da TV Assembleia).
Fonte: ALMT – MT
Política
ALMT debate violência contra a mulher e destaca avanço no combate ao feminicídio em Cáceres
O município de Cáceres está desde maio de 2025 sem registro de feminicídio. A informação foi apresentada ao deputado estadual Gilberto Cattani (PL) durante audiência pública realizada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), no plenário da Câmara Municipal, nesta segunda-feira (6), e marcou o debate sobre os índices de violência contra a mulher no município e na região.
“Hoje tivemos a informação de que a realidade mudou aqui em Cáceres e que o município está há aproximadamente um ano sem registro de feminicídio, o que representa uma vitória. Precisamos entender o que foi feito aqui e levar essas ações para outras regiões do estado”, afirmou o parlamentar.
Durante o encontro, foram apresentados apontamentos sobre a realidade da violência contra a mulher e a necessidade de mobilização conjunta entre o poder público, instituições e sociedade para garantir proteção às vítimas e promover a conscientização sobre o tema.
A delegada da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cáceres, Cinthia Gomes da Rocha Cupido, apresentou dados atualizados sobre os índices de feminicídio no município e esclareceu que, desde 18 de maio de 2025, não há registro desse tipo de crime na cidade. Segundo ela, a redução foi reconhecida pelo governo do estado, que premiou o município pelo resultado positivo no enfrentamento à violência contra a mulher.
“A cidade de Cáceres está desde maio de 2025 sem registro de feminicídio. No ano passado, não tivemos nenhum caso, e isso é um resultado importante. Inclusive, fomos reconhecidos pelo governo do estado pela redução desses índices”, afirmou.
A delegada também destacou que é necessário analisar com cuidado os dados divulgados sobre violência, especialmente quando comparações são feitas com base na população dos municípios, o que pode gerar interpretações equivocadas.
“Quando falamos de segurança pública e de vidas, precisamos olhar para os números reais. Às vezes, uma estatística relativa pode dar a impressão de que uma cidade está em pior situação, mas é preciso entender o contexto e a base desses dados”, explicou.
Segundo ela, o enfrentamento ao feminicídio exige políticas públicas integradas e apoio efetivo às mulheres em situação de violência, para que consigam romper o ciclo de agressões. “Muitas vezes, a mulher quer sair da situação de violência, mas não tem para onde ir ou como sustentar a família. Por isso, é fundamental garantir proteção integral e políticas públicas que ofereçam condições reais para que ela consiga recomeçar”, destacou a delegada.
O deputado Gilberto Cattani destacou a importância de compreender as causas da violência e buscar soluções efetivas para reduzir os casos de feminicídio em Mato Grosso. Segundo ele, o objetivo da audiência é justamente ouvir as instituições e identificar experiências que possam contribuir para a formulação de políticas públicas mais eficazes.
“Nós queremos tirar do nosso estado essa marca negativa relacionada ao feminicídio. Precisamos entender o que está funcionando e o que ainda precisa ser melhorado para que possamos construir políticas públicas realmente eficazes”, afirmou.
O presidente da Câmara Municipal de Cáceres, vereador Flávio Negação (MDB), ressaltou que a violência contra a mulher muitas vezes começa de forma silenciosa e pode evoluir para situações mais graves, o que reforça a importância da atuação conjunta da sociedade e do poder público.
“É fundamental que toda a sociedade esteja atenta, que as denúncias sejam encorajadas e que as vítimas encontrem apoio, proteção e acolhimento”, afirmou.
Ele também destacou a necessidade de fortalecer a rede de proteção e ampliar políticas públicas voltadas à prevenção da violência. “Precisamos promover uma mudança de consciência, para que o respeito às mulheres seja um valor inegociável em nossa sociedade”, disse.
O coordenador do Núcleo da Defensoria Pública de Mato Grosso em Cáceres, defensor Antônio Góes de Araújo, enfatizou a importância de garantir proteção integral às vítimas de violência doméstica, com atuação articulada entre as áreas criminal e cível.
“A defesa da vítima de violência precisa ser integral. É necessário garantir que a mulher tenha autonomia para dizer não diante de qualquer comportamento que a desrespeite, sem sofrer agressões físicas, psicológicas, patrimoniais ou sexuais”, destacou.
O defensor público também ressaltou a relevância da Lei Maria da Penha no fortalecimento dos direitos das mulheres e no incentivo às denúncias. “A Lei Maria da Penha foi uma das legislações mais efetivas que acompanhei ao longo da minha carreira. Hoje, a mulher tem mais poder para denunciar e dizer não, e isso contribui para que a violência venha à tona e seja enfrentada pela sociedade”, pontuou.
Participaram da audiência vereadores, lideranças políticas, representantes de associações, das polícias Civil e Militar e membros da comunidade.
Fonte: ALMT – MT
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