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PF deflagra Operação Ponto Fraco na Baixada Fluminense

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Volta Redonda/RJ. Nesta terça-feira, 2/12, a Polícia Federal deflagrou a Operação Ponto Fraco com o objetivo de aprofundar as investigações sobre a atuação de uma organização criminosa responsável por realizar saques indevidos mediante a utilização de documentação fraudulenta.

Policiais federais da Delegacia da PF em Volta Redonda cumprem três mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, com o apoio de policiais da Delegacia da PF em Nova Iguaçu. As medidas judiciais foram expedidas pela 4ª Vara Criminal da Justiça Federal do Rio de Janeiro.

As investigações tiveram início a partir de notícia encaminhada à Polícia Federal, relatando que um cliente da Caixa Econômica Federal teve sua conta corrente acessada de forma fraudulenta em uma agência situada em Barra do Piraí. Na ocasião, o criminoso realizou dois saques: o primeiro no valor de R$ 37.500,00 e o segundo de R$ 30.050,00.

Durante o curso das apurações, foram identificadas fragilidades no sistema de identificação e credenciamento de clientes na referida agência. As diligências permitiram a identificação dos envolvidos no esquema criminoso estabelecido em Duque de Caxias/RJ, incluindo o indivíduo apontado como principal articulador do esquema fraudulento.

Os materiais apreendidos no decorrer da ação serão analisados pela perícia criminal federal a fim de esclarecer a dinâmica do crime, identificar outros possíveis envolvidos e verificar se o grupo praticou golpes adicionais contra instituições financeiras ou clientes.

A Polícia Federal reforça o alerta à população sobre a importância da proteção de dados pessoais e cuidados na utilização de serviços bancários. A exposição de informações sensíveis pode facilitar a ação de criminosos.

Além disso, é fundamental manter atenção redobrada e adotar medidas de segurança para evitar golpes dessa natureza, reforçando a importância da preservação dos dados pessoais e da verificação da autenticidade de contatos e solicitações recebidas.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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PF intensifica ações da Missão Redentor II e prende 14 pessoas em três dias no RJ

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Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, entre esta quarta-feira (11/3) e segunda-feira (9/3), três fases da Operação Anomalia, com o objetivo de desarticular núcleos de uma organização criminosa formada por agentes públicos e operadores financeiros que atuavam para favorecer facções do tráfico de drogas e milícias no estado do Rio de Janeiro. A ação se insere no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II.

Ao longo dos três dias, foram cumpridos 14 mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro e em municípios da Região Metropolitana. Entre os presos estão dois delegados – um da Polícia Federal e outro da Polícia Civil do Rio de Janeiro -, dois policiais civis e sete policiais militares. Um dos investigados encontra-se foragido no exterior, com medidas em andamento para inclusão na Difusão Vermelha da Interpol.

Durante as diligências, foram apreendidas armas e acessórios, munições, cerca de R$ 50 mil em espécie, celulares e outros dispositivos eletrônicos, um veículo e documentos diversos. As decisões judiciais também determinaram bloqueio de bens, suspensão de atividades empresariais e o afastamento imediato dos servidores públicos investigados de suas funções.

Operação Anomalia

Cada etapa da Operação Anomalia foi direcionada à desarticulação de diferentes núcleos da organização criminosa identificada pelas investigações:

Primeira fase (9/3) – As ações tiveram como alvo um grupo responsável por negociar vantagens indevidas em troca de informações e influência para beneficiar um traficante internacional de drogas. Na ocasião, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão no Rio de Janeiro.

Segunda fase (10/3) – A investigação avançou sobre um núcleo composto por policiais civis e operadores financeiros, que utilizavam a estrutura estatal para extorquir integrantes de facções criminosas, além de praticar corrupção e lavagem de capitais. Foram cumpridos quatro mandados de prisão e três de busca e apreensão, em adição ao bloqueio de valores em contas bancárias e criptoativos vinculados aos investigados.

Terceira fase (11/3) – A última etapa teve como alvo policiais militares cooptados pelo crime organizado para facilitar a logística de traficantes e milicianos, blindar criminosos e ocultar recursos ilícitos, utilizando as prerrogativas da função para tal. Com apoio da Corregedoria da PMERJ, foram cumpridos sete mandados de prisão e sete de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu e Nilópolis.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de capitais, entre outros delitos. Todo o material apreendido será submetido à análise pericial, com o objetivo de aprofundar as apurações e identificar outros envolvidos no esquema.

Combate ao crime organizado

As apurações são conduzidas no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela Polícia Federal e voltada ao enfrentamento de grupos criminosos violentos no estado do Rio de Janeiro, com foco na desarticulação de suas conexões com agentes públicos, operadores financeiros e estruturas políticas.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da PF
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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